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sex pistols – Blog – Cultura Inglesa

Tag: sex pistols

Julien Temple escancara Londres no cinema

6 anos atrás ----- Blog

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london the modern babylon

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Na edição de 2012 do Cultura Inglesa Festival, tivemos uma triste baixa de última hora. Julien Temple, lendário diretor e documentarista britânico, não pode vir para um bate-papo com o público brasileiro devido ao falecimento de seu pai. Ele viria falar do seu filme Absolute Begginers, que fazia parte da Mostra David Bowie.

Mas neste #17CIF tem filme do Templo novamente! London: The Modern Babylon, seu novíssimo filme, está na mostra Panorama do Cinema Britânico Contemporâneo do Festival.

Somando imagens de arquivo com depoimentos de personalidades, The Modern Babylon ajuda a mostrar a história da capital inglesa, mostrando as figuras que transformaram a cidade em referência cultural, social e econômica que é hoje.

O filme é embalado por música britânica da boa – Julien Temple entende do assunto, o diretor que já assinou filmes sobre Sex Pistols, clipes do Neil Young e Paul McCartney, e muito mais.

É um baita filme, de graça e imperdível! Veja as datas de exibição.

Julien Temple, o homem por trás dos grandes clipes da história, vem aí

7 anos atrás ----- Blog

O sol brilha entre as árvores, uma banda toca do lado de uma casinha de pedras, com um piano preto… Bryan Adams ajudou a redefinir o mundo do videoclipe com a radiofônica (Everything I Do) I Do It For You (veja abaixo). E sabe quem é o responsável por isso? Julian Temple, o diretor deste clipe.

Além desse, ele assinou clássicos como Rockin’ in the Free World, do Neil Young, God Save the Queen, dos Sex Pistols, Free Fallin’, do Tom Petty, e muito mais!

E você vai poder trocar uma ideia com ele, pois o diretor inglês vai estar no 16º Cultura Inglesa Festival para um bate-papo com o público. Vai perder? É de graça!

Julien Temple fez também dois documentários sobre os Sex Pistols que são imprescindíveis para quem quer entender o punk. Ou seja, se tiver curiosidade sobre o gênero ou sobre a turma de Johnny Rotten, pergunte ao Temple.

Você pode perguntar para ele também sobre o Paul McCarney, a Whitney Houston, o Blur… Ou o David Bowie, já que ele dirigiu  Absolute Begginers, filme que conta com Bowie no elenco e que vai passar na Mostra Bowie do 16CIF.

Então, vai pensando nas suas perguntas para este cara que tem muita história para contar. Vai ser no dia 26 de maio, sábado, às 16h no Centro Cultural Barco. Salve na agenda.

Para se inspirar, veja alguns dos clipes dirigidos pelo mestre!
 

(Everything I Do) I Do It For You – Bryan Adams

[youtube width=”650″ height=”344″]http://www.youtube.com/watch?v=ZGoWtY_h4xo[/youtube]

Blue Jean – David Bowie

[youtube width=”650″ height=”344″]http://www.youtube.com/watch?v=LTYvjrM6djo&ob=av2e[/youtube]

Rockin’ in the Free World – Neil Young

[youtube width=”650″ height=”344″]http://www.youtube.com/watch?v=PdiCJUysIT0[/youtube]

Free Fallin’ – Tom Petty

[youtube width=”650″ height=”344″]http://www.youtube.com/watch?v=1lWJXDG2i0A&ob=av2n[/youtube]

God Save The Queen – Sex Pistols

[youtube width=”650″ height=”344″]http://www.youtube.com/watch?v=dtUH2YSFlVU[/youtube]

Nosso rock inglês vai muito além do Britpop

8 anos atrás ----- Blog

[youtube width=”650″ height=”300″]http://www.youtube.com/watch?v=sob1cUVd-vE[/youtube]

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Por
Alexandre Matias*

O rock inglês sempre foi visto como uma espécie de primo sisudo e erudito do rock americano.

Explico: se os Beatles não tivessem ouvido o rock americano dos anos 50 e resolvessem formar um grupo que seguia a tradição da música pop britânica da época, talvez nunca tivessem se tornado a maior banda do século 20.

Mas, do mesmo jeito, o rock não seria um fenômeno global e se esconderia nas notas de rodapé da história da cultura popular ocidental, uma fusão entre rhythm’n blues e country music que durou só o tempo de Elvis Presley virar ídolo nacional e entrar para o exército.

Mas foram os Beatles que mostraram para o resto do mundo que a promessa do rock – “qualquer um pode tocar guitarra” – não tinha morrido com Buddy Holly.

Foram eles que mostraram inclusive para os Estados Unidos que o rock – e não apenas o rock’n’roll dos anos 50 – podia ir além da cruza entre country e blues e dominar o mundo.

No vácuo dos Beatles, uma geração inteira de bandas inglesas cruzou o Atlântico e dominou o mundo.

E abriu espaço para novos desdobramentos do gênero – o que começou lentamente a mudar a cara do rock inglês, pois foi a partir desses novos braços do rock (a psicodelia, o rock progressivo, o glam rock) que a música do Reino Unido foi ganhando ares mais sofisticados e menos crus.

Justo a Inglaterra que deu ao mundo um clássico da demolição sonora – o Who.
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Os EUA começaram a exigir de volta a paternidade do rock – Bob Dylan batizou o disco em que assumiu a guitarra elétrica de Bringing it All Back Home (trazendo tudo de volta pra casa) e logo grupos como Stooges, MC5, Modern Lovers e o Velvet Underground sedimentavam o caminho para o nascimento do punk – e mesmo com esse gênero tendo seus maiores nomes nascidos na Inglaterra (Sex Pistols e Clash), a crueza e a qualidade direta do rock voltou para os EUA.

A ponto de todo o novo rock surgido no século 21 ser primordialmente americano, com bandas como Strokes, White Stripes, Interpol e Rapture sendo saudadas como principais nomes do novo rock, mesmo que elas se inspirassem abertamente em bandas inglesas, principalmente do punk e do pós-punk.

O 15º Cultura Inglesa Festival tenta reestabelecer a espontaneidade do rock inglês para muito além do britpop, em palco armado no Parque da Independência.

Além de três bandas que ganharam o concurso interno de bandas da escola, escolhi artistas que capturem a força e a energia de um recorte deste rock inglês que pouco nos vêm à memória, pela onipresença do rock americano.
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Duas bandas nacionais começam a contar essa história tocando clássicos dos anos 60: os gaúchos do Cachorro Grande visitam o grupo The Who e os Mockers (3/5 do Cidadão Instigado) voltam aos Beatles depois da psicodelia.

Depois duas novas atrações inglesas, ainda mais jovens do que a geração dos Strokes, sobem ao palco. A dupla Blood Red Shoes é o avesso dos White Stripes – um cara na bateria e uma menina na guitarra, e na minha opinião deixam Jack White no chinelo.

Miles Kane fez dupla com o “arctic monkey” Last Shadow Puppets e agora lança seu primeiro disco solo, depois de chamar atenção em 2010 com o hit “Inhaler”, uma das melhores músicas do ano passado.

E concluindo a apresentação, os papas do pós-punk Gang of Four vêm ao Brasil pela segunda vez mostrar a fonte de onde Strokes, Interpol e outras bandas já decanas de Nova York beberam em seus primeiros dias.

Misturando punk, funk e política, eles também trazem músicas do novo álbum, “Content”, o primeiro em quinze anos.

É uma Inglaterra bem fora dos padrões ingleses que estamos acostumados a ouvir por aí. Ainda bem.
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✰ Veja a programação completa do Música no Parque

*Alexandre Matias é um dos curadores do 15º Cultura Inglesa Festival

Por que Glen Matlock é o cara?

8 anos atrás ----- Blog

[youtube width=”650″ height=”344″]http://www.youtube.com/watch?v=JQkActP-isE[/youtube]

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Bem, é simples. Ver o Glen Matlock na Augusta vai ser incrível porque ele é uma lenda viva do rock’n roll.

Glen era o baixista original dos Sex Pistols e o cara que compôs a maioria das músicas do mítico Never Mind The Bollocks Here’s Sex Pistols, um clássico da música pop e um disco obrigatório.

Ele também é protagonista de algumas histórias inusitadas sobre os Pistols.

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Beatles, não!

Em 1977, quando a banda estava prestes a estourar no Reino Unido, ele foi demitido da banda porque — atenção, é aí que a história faz a lenda — gostava de Beatles!

É claro que Matlock fez questão de desmentir a história em sua biografia, I Was a Teenage Sex Pistol, dizendo que saiu da banda por conta própria pois estava farto de toda a bobagem dos Pistols.

E que ele sempre gostou mesmo era do Faces e não dos Beatles!

Além dos Sex Pistols, Matlock gravou com vários outros expoentes do punk como o baterista do Blondie, Clem Burke, e a iguana mais famosa do mundo, o inigualável Iggy Pop.

Em 2010, ele foi recrutado para fazer parte de uma retomada dos Faces, assumindo o lugar do falecido baixista Ronnie Lane.

E no #15CIF ele vem para comandar uma das noites do festival, no recém inaugurado Beco 203, dia 28, com seu set matador! Saiba mais sobre a balada.
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+ Quer ganhar o direito de discotecar na noite do Glen? Participe do Tweet’n Shout!

No barco da anarquia com o Sex Pistols

8 anos atrás ----- Blog

[youtube width=”650″ height=”344″]http://www.youtube.com/watch?v=4QtIUvGieyo&feature=related[/youtube]

Para não dizer que não falamos das flores, vamos a ele: o Casamento Real!

Bom, na verdade, o que o príncipe William e a princesa Kate nos lembraram mesmo foi do dia em que o Sex Pistols arranhou a reputação da realeza.

Você sabe dessa história?

No ano em que o Reino Unido comemorava o jubileu de prata da Rainha Elizabeth II (25 anos de reinado de Sua Majestade), a banda de Johnny Rotten lançava o clássico “God Save the Queen”, que deixou a rainha e seus súditos de cabelo em pé.

E bem no dia 7 de junho de 1977, o grande dia de celebração do Jubileu, o Sex Pistols promoveu o evento mais lembrado de todos os jubileus reais da história.

Eles subiram num barco chamado Queen Elizabeth a bordo do Tâmisa, já com Sid Vicious no baixo, navegaram em frente ao Parlamento e tocaram “Anarchy in the UK”, “God Save The Queen” e outras canções do Nevermind the Bollocks.

Uma das maiores afrontas da história do rock.

A Polícia britânica, sempre tão polida, desta vez não se conteve, distribuiu cacetadas e prendeu 11 pessoas (veja o vídeo acima).

Neste texto da revista Uncut, o jornalista Allan Jones lembra do episódio. Ele estava a bordo do Queen Elizabeth no dia!

Hoje o casamento real aconteceu como planejado. É, não se faz mais bandas de punk rock como antes…
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Glen Matlock, ex-baixista do Sex Pistols, vem aí para anarquizar na noite paulistana. Saiba mais

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49 anos atrás
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