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TOP 5 – Bares inusitados de Londres

4 anos atrás ----- Blog Cultura Inglesa The Insider The Insider Top 5

Quando uma cidade tem tantos bares, cafés e restaurantes quanto Londres, os donos desses lugares têm que se esforçar para chamar a atenção e ganhar os clientes. Essa “competição” gera cada vez mais inovações, maluquices e brincadeiras. Conheça um pouco dos lugares malucos de Londres no nosso TOP 5 da semana!
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Top5 Um bar depois da descarga

 

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Londres tem vários bares “escondidos” em porões, por baixo dos estabelecimentos “normais”. Um dos mais famosos desses lugares “clandestinos” – há listas e mais listas com os tais dos speakeasy bars – é o Portside Parlour. Para entrar lá, você primeiro tem que entrar em um bar, para depois entrar em um banheiro unissex cuja descarga diz: “Flush to enter” (literalmente: “aperte a descarga para entrar”). O bar em si, com decoração retrô e música boa, é considerado um dos melhores bares de rum da capital inglesa.
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Top4 O bar com tudo à venda

 

the shop

 

A sua intenção pode até ser sair para beber numa boa com os amigos, mas, se for nesse bar, você pode voltar para casa com algo além da ressaca – por que não uma mesa nova?! 

É que a decoração bem bolada e o nome do The Shop NW10 não são à toa. Lá, dos quadros nas paredes aos móveis onde as pessoas sentam para beber, tudo está à venda. Além disso, a criatividade invade o menu de drinks, onde o Bloody Mary se chama “Pick & Mix Mary” e é totalmente personalizável. O perigo é se empolgar demais, primeiro na bebida e depois na compra…

 

Top3  O bar que cobra por minuto

 

ZIFERBLAT

 

Os poetas russos que começaram o Ziferblat perceberam que, quando ficavam sentado por horas em mesas de cafés e restaurantes, começavam a ganhar olhares pouco amistosos dos garçons – já que não estavam mais consumindo nada. Assim eles tiveram uma ideia inovadora: a de criar um estabelecimento onde esse olhar torto não existiria.

O café / casa de chá / restaurante fez tanto sucesso que se multiplicou pela cidade de Moscou e, no fim do ano passado, abriu em Londres sua primeira casa fora da Rússia. Cobrando 3 pennies (mais ou menos R$0,12) por cada minuto passado lá dentro, o Ziferblat propõe reunir, sem a obrigação de consumir qualquer coisa, gente criativa em um espaço agradável. Lá, são servidas comidinhas, cafés e chás – pelos quais você não paga, a única coisa cobrada é o tempo -, e eventos culturais como shows e exibições de filmes são organizados regularmente. Mas você também pode chegar com seu notebook e ficar numa boa, quietinho, trabalhando e comendo um bolo…

 

Top2 O bar que é um mistério

 

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A entrada do Evans & Peel Detective Agency, como o nome já entrega, é “disfarçada” de porta para um escritório de detetive. Você só consegue entrar se tiver uma “consulta” marcada. Lá dentro, um misterioso homem vai te perguntar sobre o caso que você quer que ele resolva, e, se você continuar a brincadeira, em poucos minutos vai ser levado para dentro de outro dos mais famosos speakeasy bars londrinos. Com uma decoração temática e drinks e comidinhas memoráveis, o Evans & Peel Detective Agency proporciona uma noite diferente e divertida.

 

Top1 Uma balada de café-da-manhã

 

 

 

Esse não é exatamente um bar, mas é bem inusitado. Que tal dar uma passada na balada antes de ir pro trabalho? Bem-vindo à Morning Glory, a balada londrina que só abre das 6h30 às 10h30 da manhã. A galera que frequenta o lugara decidiu começar seus dias de um jeito bem diferente, com nada mais nada menos do que… uma rave matinal. Dentro de um galpão, DJs tocam música eletrônica, dançarinos profissionais animam as pessoas, aulas de yôga são ministradas e massagens gratuitas são feitas. Tudo ao mesmo tempo. 

Enquanto isso, no bar são preparados smoothies saudáveis e cafés – proporcionando aos clientes uma preparação para o trabalho diferente e muito longe do mau humor. Nada de álcool. E o mais engraçado é que, vendo as danças malucas de quem escolhe começar o dia assim, não dá nem para acreditar que ninguém ali está bêbado…

 

Deus salve a Rainha! Já faz 60 anos, sabia?

5 anos atrás ----- Blog Edital Exposições

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Você sabia que neste ano faz 60 anos que Elizabeth II foi coroada rainha da Inglaterra? Sim, faz um tempo. Se você não é sexagenário muito provavelmente não faz lá grande ideia de como foi o evento, certo? Mas ele foi histórico!

Na época, Elizabeth tinha apenas 25 anos quando recebeu a notícia de que seu pai, George VI, havia falecido. A mais velha das filhas do rei, assumiu o trono imediatamente, mas seria coroada rainha apenas 16 meses depois, em 2 de junho de 1953. A espera valeu a pena, a cerimônia entrou para a história.

 

A  coroação

Tudo começou com uma procissão do Palácio de Buckingham até a Abadia de Westminster, onde tradicionalmente ocorrem as coroações britânicas. Assim como acontece hoje em dia em grandes shows, centenas de pessoas acamparam durante à noite para guardar os melhores pontos do percurso. Dá para acreditar?

Nem a leve garoa pela manhã espantou a multidão de quase três milhões de pessoas disposta a saudar a nova rainha. E lá foi ela na carruagem real –chamada de Gold State Coach–, construída em 1762, folheada a ouro e que pesa nada menos que quatro toneladas! Na sua frente estavam as bandas da Brigada da Guarda, chefes de Estado e realezas vizinhas.

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Na Abadia de Westminster, a (ainda) princesa era aguarda por 8 mil pessoas e trajava um belo vestido em seda branca e um manto de veludo com mais de cinco metros de comprimento. Daí você deve estar se perguntando como controlar essa cauda imensa. Calma, ela tinha à disposição sete damas de honra que a ajudaram a a chegar no altar, onde fez o Juramento de Coroação.

Em seguida, recebeu em sua mãos o kit completo que lhe consagrariam de uma vez por todas rainha: cetros, orbe, o manto e a cora. A congregação então soltou o grito, imortalizado pela música dos Sex Pistols anos mais tarde, “God save the queen!”.

Agora você conhece um pouco mais desse marco histórico que serviu de inspiração para o projeto “Night Out”, que participa do 17° Cultura Inglesa Festival, do artista Rafael RG. A partir do dia 18 de maio, no Centro Brasileiro Britânico (CBB), você vai poder conferir a releitura que el fez da cerimônia por meio da junção de documentos da época e de objetos ficcionais.