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Inglesa – Página: 2 – Blog – Cultura Inglesa

Tag: Inglesa

A retirada de ingresso para os shows foi prorrogada até 22 de junho!

6 anos atrás ----- Blog Shows

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Não vai dar tempo de pegar o seu ingresso para os shows de Kate Nash, The Magic Numbers e Bonde do Rolê até domingo 16 de junho? Ou você vem de longe e não pode chegar antes em São Paulo? Calma, calma. Não aconteceu só com você. A galera pediu e o 17º Cultura Inglesa Festival atendeu: o prazo para a retirada de ingressos aumentou!

Agora você vai ter até a véspera do show para garantir seu lugar na festa.

Até o dia 22 de junho você pode ir ao um dos pontos Livepass em São Paulo e retirar a sua entrada para o show no Memorial da América Latina de graça! O esquema continua sendo o mesmo: obrigatória a apresentação de documento original com foto na retirada, um ingresso por pessoa e distribuição nos mesmos pontos da Livepass. Ah, e alunos e staff da Cultura Inglesa continuam com o direito a dois ingressos.

 

O que muda

A partir do dia 16 de junho, no entanto, não haverá mais reserva pelo site da Livepass nem opção de envio para domicílio. Ou seja, você precisa ir a um dos postos de retirada para garantir seu ingresso.

Um dia inteiro de shows com atrações nacionais e internacionais de graça? Só no 17º Cultura Inglesa Festival! Agora, com distribuição até dia 22 de junho (sábado). Mas corra pois os ingressos podem acabar antes!  #euvivoacultura

Tem alguma dúvida sobre a retirada de ingressos? Tire aqui.

Veja abaixo onde estão os pontos de distribuição: 

 


Visualizar Pontos de retirada dos ingressos do #17CIF em um mapa maior

Uma homenagem do The Dark Jokes a São Paulo

6 anos atrás ----- Blog Shows

Quem viu, adorou! Além de simpáticos, os escoceses do The Dark Jokes tocam muito. Com estreia em Campinas, ingressos esgotados em Santos e três shows em São Paulo, a banda encerra a turnê no 17º Cultura Inglesa Festival neste fim de semana. As apresentações estão marcadas em São José dos Campos e Sorocaba. E, claro, todas gratuitas.

E pelo jeito não foi só o público que curtiu. A banda aproveitou a estadia por São Paulo para fazer um vídeo com imagens dos bastidores no Brasil. Vai dizer que eles também não gostaram da gente? Olha aí:

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Vem bater um papo com o artista britânico Nick Walker

6 anos atrás ----- Blog

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Curte “street art”? Se a resposta for sim, aqui vai um bela dica pra semana: o artista britânico Nick Walker vem pro Brasil participar do 17º Cultura Inglesa Festival. Com 30 anos de experiência nas ruas, estampando trabalhos em grafite e estêncil, Nick vem contar um pouco mais sobre sua história e como se tornou referência para as gerações de hoje. Por aqui a gente já adiantou o que vem por aí.

O bate-papo acontece às 15h de sábado, 22 de junho, no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, e tem transmissão ao vivo no Facebook da Cultura Inglesa. Quem quiser participar pode mandar perguntas e comentários por lá mesmo. E, para acompanhar pessoalmente, basta retirar o ingresso 1h antes no local – a entrada é gratuita.
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Sessão especial no interior

Em Campinas, Sorocaba, Santos e São José dos Campos também vai rolar a transmissão da conversa em salas de cinema. Na sequência, tem a exibição do famoso e polêmico filme do artista Banksy, “Exit Through The Gift Shop” (espia o trailer aí embaixo). Curtiu? Então, espalhe a ideia por aí e participe!

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Depois de arrancar suspiros em Santos, o The Dark Jokes toca em São Paulo

6 anos atrás ----- Blog

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Os escoceses do The Dark Jokes chegaram no fim da semana passada em São Paulo para uma pequena turnê no 17° Cultura Inglesa Festival – a primeira na promissora trajetória da banda. Aproveitamos o ensejo para bater um papo rápido com os caras.

Sem cerimônias, e sempre muito simpáticos, a banda está meio impressionada com o Brasil: “Cabem cinco Escócias em São Paulo!”, já percebeu o vocalista Aaron Dennington. Olha aí o Facebook da banda:

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Depois de conhecer a vida boêmia paulistana e ouvir música ao vivo na Vila Madalena, a banda foi a Campinas para o primeiro show no #17CIF. A estreia foi no Sebastian Bar em Campinas, numa noite que teve o Oito Mãos tocando Oasis e o Black Betty abrindo a noite.

“Foi por causa do Oasis que a gente aprendeu a tocar guitarra”, revelou Aaron, com seu inconfundível sotaque escocês. Sinta o sotaque da galera aqui.

Vestidos à caráter, com seus típicos kilts, foram tietados nas ruas de Campinas. O mesmo aconteceu em Santos depois do show.

“Acho que vamos fazer umas camisetas com as cores do Brasil!”, disse Paul, o baterista, após a apresentação no Sesc Santos. Na cidade do Neymar, os ingressos se esgotaram com dois dias de antecedência e a galera pediu bis (que veio em formato de cover do Bob Dylan). A banda impressiona pelos arranjos poderosos que conta com um belíssimo cello, pelos trajes típicos escoceses e pelas composições empolgantes.

Nesta semana rolam mais três shows na cidade de São Paulo, então fica ligado na agenda porque no último os ingressos esgotaram. No fim-de-semana, a Dark Jokes vai pra São José dos Campos e Sorocaba.

Veja o EP do The Dark Jokes e mais informações sobre a banda.

 

 

Olha os desenhos criados no lounge de cultura de rua de Santos!

6 anos atrás ----- Blog

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Nesse domingo, em Santos, o 17° Cultura Inglesa Festival invadiu o Quebra-mar. Cerca de 1000 pessoas circularam pelo lounge de rua e até São Pedro ajudou. Com o dia ensolarado, a galera da Baixada aproveitou todas as atrações. Teve “live painting” feito por Shesko e por Pesado, música e até oficina de estêncil com o artista Colante.

O resultado dessa arte toda, produzida coletivamente no fim de semana, você confere na exposição do dia 23 de junho, no Memorial da América Latina.

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E fica ligado porque nos dias 15 e 16 é a vez de Sorocaba e São José dos Campos receberem a invasão britânica. Prepare-se!

“Within This Dust”: dança do Fringe Festival na Galeria Olido

6 anos atrás ----- Blog

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Mais um espetáculo vindo do Fringe Festival desembarcou nesta quinta em São Paulo para a primeira apresentação (de quatro) nos palcos do 17º Cultura Inglesa Festival. “Whithin This Dust” é uma coreografia que inclui, além da dança, registros sonoros e projeção audiovisual para recriar o universo em torno do 11 de setembro.

Produzido pela companhia Smallpetitklein, do diretor artístico Thomas Small, o trabalho é inspirado especificamente na polêmica série de fotografias feita por Richard Drew. Durante o atentado ao World Trade Center, 15 segundos após as 9h41 da manhã, o fotógrafo capturou a imagem de um homem em queda livre que havia se jogado do topo da Torre Norte.

“The Falling Man”, como foi nomeada, causou incômodo ao mostrar o que as autoridades negaram na época: muitas pessoas preferiram pular do prédio a ter que morrer dentro dele. Passados pouco mais de dez anos, “Within This Dust” resgata este momento e faz uma homenagem aqueles que saltaram.

 

O salto

E não é apenas a dança, pura e simples, que está nos palcos. Toda a produção colabora para criar um universo dramático e reflexivo em torno daquele dia. Com iluminação criada por Emma Jones e uma seleta trilha sonora, a pequena montanha de papel em branco amassado ganha vida gradativamente.

Executados no Brasil pelos bailarinos Lisa Hood e Romain Guion, os movimentos recriam o início daquele dia 11 e os prováveis pensamentos e sensações pelos quais as pessoas que ficaram conhecidas por “jumpers” passaram. Ali, as frações de segundo que duraram a queda são explorados por meio de dança e narrativa. Em resumo, nas palavras de muitos críticos, um espetáculo “belo e corajoso”. Dá o play pra ver o trailer:

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Ficou com vontade de conferir pessoalmente? “Whithin This Dust” tem mais três apresentações gratuitas marcadas para os próximos dias. Aqui na agenda tem mais detalhes.

A cultura de rua também invade o metrô até o fim de junho!

6 anos atrás ----- Blog

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Já deu uma passada pelas exposições de cultura de rua do 17° Cultura Inglesa Festival? Veja aqui um roteirinho com o que dá para você ver indo e vindo das estações do metrô: 

 

Vila Madalena (linha verde)

Intitulada “Das Ruas para o Mundo – Culturas Jovens e a Moda”, a exposição traz alguns dos estilos que desfilaram pelas cidades do mundo. Boa parte dos figurinos tem relação com a música: clubber, hipster etc. Por lá, você pode se “enquadrar” em alguns deles e ainda criar o seu próprio modelito numa lousa interativa. 

Vila Madalena

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Barra Funda (linha Vermelha)

O tema da mostra é a arte urbana. “Arte de Rua. Arte na Rua!” traz um pouco da história do grafite, começando pela origem da técnica, passando pela invenção do spray, até os dias atuais. Fotos e textos explicativos ajudam a compor essa linha do tempo marcada por nomes como Nick Walker, convidado do #17CIF que vem para o Brasil participar de um bate-papo!

Barra-Funda

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Tatuapé (linha Vermelha)

“Reocupe as ruas!” trata dos movimentos de ocupação do espaço público que ocorreram na Inglaterra e/ou no Brasil. Barraquinhas de feira e placas de sinalização ajudam a compor o cenário. Entre ações apresentadas está o “Occupy”, que surgiu durante a crise financeira de 2011, e é apresentada por meio de imagens e vídeos no telão.

Tatuapé

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Santa Cecília (linha Vermelha)

Uma instalação feita de skates, banquinhos e até jogo da amarelinha fazem parte da exposição “Diversão nas ruas”. Nos painéis são abordados as principais brincadeiras e esportes que acontecem nas ruas de todos os cantos do planeta. Tem Parkour, bike polo e street hockey, por exemplo.

Santa Cecília

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O famoso tour pela arte do East End de Londres, a pé ou de bike!

6 anos atrás ----- Blog

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Sue-Kellerman

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Já tá sabendo que o tema desta edição do Cultura Inglesa Festival é cultura de rua, né? E quando o assunto é cultura de rua, não dá pra deixar o grafite de lado. Tanto aqui quanto em terras britânicas, a técnica tomou as ruas.

Agora, imagine um roteiro que passe por obras de artistas como Banksy, Blu e Nick Walker, entre outros craques? Pois é, em Londres esse já é um passeio bem tradicional. A pé ou de bike, grupos de turistas, curiosos e/ou interessados são levados por um guia para explorar os trabalhos estampados nos muros da cidade.

Funcionando como uma espécie de galeria a céu aberto, a região do East End londrino (a zona leste da cidade) tem sido a mais procurada para esse tipo programa. Por lá, o colorido dos grafites e estêncil atrai olhares. Mas, para muita gente só ver não é o bastante. É preciso entender o contexto do que está sendo visto.

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East London

Marcado pela imigração e pelos bombardeios da Segunda Guerra, o leste de Londres sempre foi conhecido ao longo da história como uma área desvalorizada. Até poucas décadas atrás, com galpões abandonados e muitos conflitos, apenas os trabalhadores londrinos mais humildes moravam no local.

Há cerca de 20 anos, no entanto, o East End começou a ser procurado por artistas e galeristas em decorrência do baixo aluguel. A eferverscência cultural só aumentou desde então e, com a realização de obras para os Jogos Olímpicos, a cara da região e de seus frequentadores mudou bastante. Hoje é parada obrigatória na maioria das agências de turismo e o custo de vida também subiu.

 

Tour pelas ruas

Apesar de todas essas alterações, a arte continua firme e forte por ali. Daí, fica fácil entender o sucesso dos tours. Com a ajuda de peritos na área, cada obra ganha autor, histórico, técnica e até conceito. Por exemplo, ao se deparar com o achado abaixo provavelmente você será informado que se trata de uma obra do francês conhecido como Space Invader e cuja ideia é espalhar esses pequenos dispositivos ao redor do mundo – ou seja, invadir o espaço.

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Achou divertido? Até os mais conservadores vão gostar, afinal com a street art em alta, há trabalhos que estão valendo alguns milhares de doletas no mercado. Uma dica é consultar o pessoal do Alternative London, reconhecido no ramo.

Mas enquanto você está por São Paulo, aproveita para se inscrever no bike tour do #17CIF! O percurso, que conta com a parceria do Bike Anjo, foi montado pela galera do Arte Fora do Museu. Vamos descobrir a arte que se esconde no centro da cidade em meio à nossa correria. É nesse domingo (2 de junho). Confere os detalhes!

Sucesso de público também no #17CIF, Bane está em São Paulo. Aproveite!

6 anos atrás ----- Blog

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Nem o friozinho de uma segunda-feira à noite desanimou o público de ir à  Cultura Inglesa – Vila Mariana para acompanhar a estreia da peça Bane em São Paulo. Pontualmente às 21h, com as luzes voltadas para o pequeno palco, o músico Ben Roe iniciou a trilha sonora com seu violão. E, detrás da cortina negra, em meio a alguns ruídos, surgiu Joseph (ou Joe) Bone!

A partir daí: esqueça o cenário, não há elementos de palco, e deixe de lado o figurino do ator. Acredite, isso pouco importa. Quando menos se dá conta o espectador está mergulhado em um universo de imaginação e, não seria exagero dizer que, o teatro chega a parecer cinema.
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Ação!

Narrada em primeira pessoa, e em inglês, a história se baseia na investigação de Bruce Bane sobre quem quer matá-lo. Para isso, Joe se vale de uma intensa expressão corporal e onomatopeias, além de sua incrível habilidade de interpretar cenas com mais de um personagem. Voz, caretas e trejeitos tão bem executados que quem apurasse os ouvidos do lado de fora acreditaria na atuação de uma companhia teatral completa. Tudo isso colabora para o entendimento de quem ainda não está muito familiarizado com a língua.

Isso explica o motivo pelo qual, em menos de cinco minutos de espetáculo, o suor escorre pelo rosto de Joe. Ou melhor, de Bane, que nas cenas de suspense recebe o reforço do som do violão. O resultado é algo como a cena de Psicose, na qual a mocinha está prestes a levar aquele susto.

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Mas, se engana quem acha que a peça dá medo. Muito pelo contrário, com um roteiro muito bem sacado, a peça arranca gargalhadas em momentos inesperados. E na lista de destaques é possível incluir a corrida de carro e os efeitos de flashback. Sim, ele consegue fazer isso só com o corpo!

Não vamos contar o final da trama, mas quem assistiu às outras apresentações já andou espalhando por aí: tem mais dois atos dessa história. E não é difícil ouvir, após cessarem as palmas, um “ahh, eu quero ver as próximas!”. Por essas e outras, você deveria conferir esses 60 minutos de viagem muito bem bolados!

Nesta quinta (28 de maio) Bane está no Espaço Cultura Inglesa –Tatuapé e, amanhã, 29, no Centro Brasileiro Britânico. Não esqueça: os ingressos são distribuídos 1h antes no local. Cheque aqui os detalhes! E boa diversão!

Informações sobre ingresso para a balada do Carl Barât

6 anos atrás ----- Blog

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Já contamos por aqui que
Carl Barât, ex-Libertines e Dirty Pretty Things, vai participar do 17° Cultura Inglesa Festival. O britânico deixa a guitarra de lado para atacar de DJ na consagrada festa Green Sunset, que acontece todo o mês no Museu de Imagem e Som (MIS-SP). E para você já ir se programando para a balada, seguem mais informações sobre o grande evento que acontece no dia 22 de junho.
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Como faz?

Os ingressos custam R$ 14 (com opção de meia entrada) e começam a ser vendidos a partir do dia 4 de junho pelo site Ingresso Rápido e pela bilheteria do MIS-SP. Cada pessoa poderá comprar, no máximo, cinco ingressos. O horário de funcionamento da bilheteria do MIS é de terça a sábado, das 12h às 21h30, e domingos e feriados das 11h às 20h30. No dia do evento, a bilheteria fecha às 14h. 

Clique aqui para garantir o seu!

Já quem é aluno ou staff da Cultura Inglesa não paga e pode retirar até dois ingressos na bilheteria do MIS-SP entre os dias 4 e 9 de junho. O horário para a retirada é das 15h às 20h. Basta apresentar documento de identidade original com foto!
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Anote na agenda

A festa rola no dia 22 de junho e vai das 16h até as 22h! E para entrar no evento é obrigatória a apresentação do documento de identidade com foto, por isso não esqueça o seu. Menores de 14 anos de idade precisaram ir acompanhados pelo responsável.

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Na playlist, Carl promete mostrar um pouco das influências que marcaram sua vida musical. Não dá para ficar de fora! Então, acompanhe a nossa agenda.

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49 anos atrás
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