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grafite – Blog – Cultura Inglesa

Tag: grafite

Frutadarvore: grafite + plantas! Última semana no metrô Palmeiras-Barra Funda

6 anos atrás ----- Blog Exposições

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Quem passou pela estação Palmeiras-Barra Funda pra dar uma olhada na exposição do 17° Cultura Inglesa Festival sobre arte urbana, encontrou uma árvore exótica e interativa por ali. Trata-se da obra Frutadarvore, construída pela coletivo Novas Espécies e “alimentada” pelo público com mensagens, sonhos e ideias.

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Criada com pedaços de madeira reaproveitados, materiais recicláveis e oito espécies diferentes de planta, a intervenção já se adaptou ao jardim do metrô. A ideia é chamar a atenção para o espaço público e a relação do homem com esse local e com o meio ambiente.

A ação já tem nome: “guerrilla gardening”, e é feita de diversas de maneiras por artistas do mundo todo. Os responsáveis pela intervenção no Festival são Raphael Franco e Milo Tchais, que desembarcaram no país há cerca de um mês após uma temporada em Londres.

Por lá, os dois ajudaram a mudar o cenário de um galpão abandonado na região de East End com grafites e muito verde. “É legal ver que a obra nunca está acabada. A cada semana as plantas vão se desenvolvendo e mudando a cara do lugar e a interação com os grafites.”, comenta Milo.

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Esta é a ideia, ainda que em menor escala, da Frutadarvore. E para que desse certo, as espécies foram escolhidas a dedo de acordo com suas características. “Precisavam ser resistentes a vento, a sol intenso e necessitar de poucas regas”, explica Raphael.

Pelo jeito, as mudas pegaram! E para completar: os caderninhos pendurados, que representam os frutos, já foram preenchidos pelo público. No domingo (30) o 17° Cultura Inglesa Festival termina e a nossa árvore vai ser desmontada. Quem quiser pode acompanhar o processo e ainda levar as mudinhas de planta pra casa. Passa lá!

Vem bater um papo com o artista britânico Nick Walker

6 anos atrás ----- Blog

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Curte “street art”? Se a resposta for sim, aqui vai um bela dica pra semana: o artista britânico Nick Walker vem pro Brasil participar do 17º Cultura Inglesa Festival. Com 30 anos de experiência nas ruas, estampando trabalhos em grafite e estêncil, Nick vem contar um pouco mais sobre sua história e como se tornou referência para as gerações de hoje. Por aqui a gente já adiantou o que vem por aí.

O bate-papo acontece às 15h de sábado, 22 de junho, no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, e tem transmissão ao vivo no Facebook da Cultura Inglesa. Quem quiser participar pode mandar perguntas e comentários por lá mesmo. E, para acompanhar pessoalmente, basta retirar o ingresso 1h antes no local – a entrada é gratuita.
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Sessão especial no interior

Em Campinas, Sorocaba, Santos e São José dos Campos também vai rolar a transmissão da conversa em salas de cinema. Na sequência, tem a exibição do famoso e polêmico filme do artista Banksy, “Exit Through The Gift Shop” (espia o trailer aí embaixo). Curtiu? Então, espalhe a ideia por aí e participe!

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Olha os desenhos criados no lounge de cultura de rua de Santos!

6 anos atrás ----- Blog

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Oficina-de-Estêncil---COLANTE

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Nesse domingo, em Santos, o 17° Cultura Inglesa Festival invadiu o Quebra-mar. Cerca de 1000 pessoas circularam pelo lounge de rua e até São Pedro ajudou. Com o dia ensolarado, a galera da Baixada aproveitou todas as atrações. Teve “live painting” feito por Shesko e por Pesado, música e até oficina de estêncil com o artista Colante.

O resultado dessa arte toda, produzida coletivamente no fim de semana, você confere na exposição do dia 23 de junho, no Memorial da América Latina.

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Oficina-de-Estêncil---COLANTE

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E fica ligado porque nos dias 15 e 16 é a vez de Sorocaba e São José dos Campos receberem a invasão britânica. Prepare-se!

A cultura de rua também invade o metrô até o fim de junho!

6 anos atrás ----- Blog

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Já deu uma passada pelas exposições de cultura de rua do 17° Cultura Inglesa Festival? Veja aqui um roteirinho com o que dá para você ver indo e vindo das estações do metrô: 

 

Vila Madalena (linha verde)

Intitulada “Das Ruas para o Mundo – Culturas Jovens e a Moda”, a exposição traz alguns dos estilos que desfilaram pelas cidades do mundo. Boa parte dos figurinos tem relação com a música: clubber, hipster etc. Por lá, você pode se “enquadrar” em alguns deles e ainda criar o seu próprio modelito numa lousa interativa. 

Vila Madalena

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Barra Funda (linha Vermelha)

O tema da mostra é a arte urbana. “Arte de Rua. Arte na Rua!” traz um pouco da história do grafite, começando pela origem da técnica, passando pela invenção do spray, até os dias atuais. Fotos e textos explicativos ajudam a compor essa linha do tempo marcada por nomes como Nick Walker, convidado do #17CIF que vem para o Brasil participar de um bate-papo!

Barra-Funda

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Tatuapé (linha Vermelha)

“Reocupe as ruas!” trata dos movimentos de ocupação do espaço público que ocorreram na Inglaterra e/ou no Brasil. Barraquinhas de feira e placas de sinalização ajudam a compor o cenário. Entre ações apresentadas está o “Occupy”, que surgiu durante a crise financeira de 2011, e é apresentada por meio de imagens e vídeos no telão.

Tatuapé

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Santa Cecília (linha Vermelha)

Uma instalação feita de skates, banquinhos e até jogo da amarelinha fazem parte da exposição “Diversão nas ruas”. Nos painéis são abordados as principais brincadeiras e esportes que acontecem nas ruas de todos os cantos do planeta. Tem Parkour, bike polo e street hockey, por exemplo.

Santa Cecília

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O famoso tour pela arte do East End de Londres, a pé ou de bike!

6 anos atrás ----- Blog

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Sue-Kellerman

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Já tá sabendo que o tema desta edição do Cultura Inglesa Festival é cultura de rua, né? E quando o assunto é cultura de rua, não dá pra deixar o grafite de lado. Tanto aqui quanto em terras britânicas, a técnica tomou as ruas.

Agora, imagine um roteiro que passe por obras de artistas como Banksy, Blu e Nick Walker, entre outros craques? Pois é, em Londres esse já é um passeio bem tradicional. A pé ou de bike, grupos de turistas, curiosos e/ou interessados são levados por um guia para explorar os trabalhos estampados nos muros da cidade.

Funcionando como uma espécie de galeria a céu aberto, a região do East End londrino (a zona leste da cidade) tem sido a mais procurada para esse tipo programa. Por lá, o colorido dos grafites e estêncil atrai olhares. Mas, para muita gente só ver não é o bastante. É preciso entender o contexto do que está sendo visto.

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East London

Marcado pela imigração e pelos bombardeios da Segunda Guerra, o leste de Londres sempre foi conhecido ao longo da história como uma área desvalorizada. Até poucas décadas atrás, com galpões abandonados e muitos conflitos, apenas os trabalhadores londrinos mais humildes moravam no local.

Há cerca de 20 anos, no entanto, o East End começou a ser procurado por artistas e galeristas em decorrência do baixo aluguel. A eferverscência cultural só aumentou desde então e, com a realização de obras para os Jogos Olímpicos, a cara da região e de seus frequentadores mudou bastante. Hoje é parada obrigatória na maioria das agências de turismo e o custo de vida também subiu.

 

Tour pelas ruas

Apesar de todas essas alterações, a arte continua firme e forte por ali. Daí, fica fácil entender o sucesso dos tours. Com a ajuda de peritos na área, cada obra ganha autor, histórico, técnica e até conceito. Por exemplo, ao se deparar com o achado abaixo provavelmente você será informado que se trata de uma obra do francês conhecido como Space Invader e cuja ideia é espalhar esses pequenos dispositivos ao redor do mundo – ou seja, invadir o espaço.

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space invader in London

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Achou divertido? Até os mais conservadores vão gostar, afinal com a street art em alta, há trabalhos que estão valendo alguns milhares de doletas no mercado. Uma dica é consultar o pessoal do Alternative London, reconhecido no ramo.

Mas enquanto você está por São Paulo, aproveita para se inscrever no bike tour do #17CIF! O percurso, que conta com a parceria do Bike Anjo, foi montado pela galera do Arte Fora do Museu. Vamos descobrir a arte que se esconde no centro da cidade em meio à nossa correria. É nesse domingo (2 de junho). Confere os detalhes!

Tour de bike (na madrugada!) para ver os grafites de East London

7 anos atrás ----- Blog The Insider The Insider

por Milo Steelefox, de Londres*

It was a typical spring day in London, a Saturday, and I cycled south of the river, all the way to Peckham for about 12 o’clock, for it was my friend’s birthday.

On the way back to the city centre I swung by The Hayward Gallery at the Southbank Centre to catch a 24-hour presentation of a film called The Clock, by Stephen Marclay.

It’s basically a running montage of normal movies, made up of small snippets of feature films, and the catch is that every time you see a clock or a watch it’s always in realtime (the time on screen is always the same as the actual time! – simple, but mesmerising).

But realising time was indeed ticking on, I decided to make a move to go and meet some more friends who’d invited me to go on a cycling graffiti tour at 5 o’clock. I know, what a cool idea huh!

Gathering near Old Street, we were sent off in small groups to follow blue arrows sprayed on the road, equipped with an iPod and a map, so that we could stop at designated points and listen to short commentaries by graffiti artists which provided some background information about the spot, neighbourhood, or specific artist, style, tag, or piece of street art.

It was an amazing experience, truly bringing the streets of East London to life, feeding our imaginations and understanding of what it all means.

And we passed through the iconic neighbourhoods of Shoreditch, Hoxton, Bethnal Green, Dalston and Hackney, then made our way along the canal to the final meeting point, in a cafe opposite the Olympic site, to reflect upon the tour and share feedback with the organiser.

Now, if you’ve been paying attention you’ll notice my references to times do not define AM or PM, but I thought I’d spell it out that this was all done during the night, from 11pm-9am! When my friend asked me a few days prior: “do you want to come on a cycling graffiti tour at 5am”, the novelty was too great, I simply had to say yes!

London is no ‘city that never sleeps’, like NY, but it does like to stay up late every now and again.

Find out more about the graffiti project here: http://undercurrentdesign.com/writingsonthewall/

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GLOSSARY

  • I swung by : I went somewhere, ‘dropped by’, ‘dropped in’.
  • Snippets : little bits/parts
  • The catch: the interesting part, the twist
  • Time was ticking on: again, time passing quickly
  • To make a move: to leave, to get out of somewhere
  • Tag: a signature mark a graffiti artist may use
  • Spell it out: make it clear, to explain something

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49 anos atrás
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