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Farmácia – Blog – Cultura Inglesa

Tag: Farmácia

DANÇA → Farmácia (3ª apresentação)

7 anos atrás ----- Cultura Inglesa Dança

Pílulas que constroem a trajetória de um espetáculo. Assim é a dança Farmácia.

Um corpo é atravessado por estados corporais aleatórios e desconexos provocados pela ingestão de pílulas fictícias. E a cada comprimido ingerido, um novo estado, novos movimentos e padrões gestuais são apresentados.

Ao ingerir as pílulas, pontos coloridos são projetados e se acumulam até comporem a tela LSD, do artista plástico inglês Damien Hirst, um dos mais celebrados artistas da arte contemporânea.

Quando o corpo atinge um colapso, a projeção torna-se animação e acaba por compor a obra Valium, também de Hirst.

O ambiente farmacológico do palco remete a outra obra do artista inglês, a instalação Pharmacy.

Com as várias referências a Damien Hirst, o espetáculo Farmácia de Anderson Gouvêa pretende propor uma reflexão sobre a auto-medicação, a complexa e paradoxal relação entre o homem e os ciclos da natureza, a determinação das condições de sua existência e a incansável busca pela preservação da vida.
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Ficha técnica
Criação e interpretação: Anderson Gouvêa
Orientação cênica: Carlos Martins
Orientação farmacológica: Danilo de Carvalho
Preparação corporal (BMC): Tarina Quelho
Trilha sonora: Alê Prade (Salto da Rã)
Iluminação: André Boll (Santa Luz)
Cenografia: Anderson Gouvêa
Animação: Iam Sampaio (Studioyay)
Figurino: Anderson Gouvêa
Produção Executiva: Marcio Marques

Galeria Olido – Sala Paissandú
10/06, às 19h
Avenida São João, 473

DANÇA → Farmácia (2ª apresentação)

7 anos atrás ----- Cultura Inglesa Dança

Pílulas que constroem a trajetória de um espetáculo. Assim é a dança Farmácia.

Um corpo é atravessado por estados corporais aleatórios e desconexos provocados pela ingestão de pílulas fictícias. E a cada comprimido ingerido, um novo estado, novos movimentos e padrões gestuais são apresentados.

Ao ingerir as pílulas, pontos coloridos são projetados e se acumulam até comporem a tela LSD, do artista plástico inglês Damien Hirst, um dos mais celebrados artistas da arte contemporânea.

Quando o corpo atinge um colapso, a projeção torna-se animação e acaba por compor a obra Valium, também de Hirst.

O ambiente farmacológico do palco remete a outra obra do artista inglês, a instalação Pharmacy.

Com as várias referências a Damien Hirst, o espetáculo Farmácia de Anderson Gouvêa pretende propor uma reflexão sobre a auto-medicação, a complexa e paradoxal relação entre o homem e os ciclos da natureza, a determinação das condições de sua existência e a incansável busca pela preservação da vida.
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Criação e interpretação: Anderson Gouvêa
Orientação cênica: Carlos Martins
Orientação farmacológica: Danilo de Carvalho
Preparação corporal (BMC): Tarina Quelho
Trilha sonora: Alê Prade (Salto da Rã)
Iluminação: André Boll (Santa Luz)
Cenografia: Anderson Gouvêa
Animação: Iam Sampaio (Studioyay)
Figurino: Anderson Gouvêa
Produção Executiva: Marcio Marques

Galeria Olido – Sala Paissandú
09/06, às 20h
Avenida São João, 473, São Paulo

DANÇA → Farmácia (1ª apresentação)

7 anos atrás ----- Cultura Inglesa Dança

Pílulas que constroem a trajetória de um espetáculo. Assim é a dança Farmácia.

Um corpo é atravessado por estados corporais aleatórios e desconexos provocados pela ingestão de pílulas fictícias. E a cada comprimido ingerido, um novo estado, novos movimentos e padrões gestuais são apresentados.

Ao ingerir as pílulas, pontos coloridos são projetados e se acumulam até comporem a tela LSD, do artista plástico inglês Damien Hirst, um dos mais celebrados artistas da arte contemporânea.

Quando o corpo atinge um colapso, a projeção torna-se animação e acaba por compor a obra Valium, também de Hirst.

O ambiente farmacológico do palco remete a outra obra do artista inglês, a instalação Pharmacy.

Com as várias referências a Damien Hirst, o espetáculo Farmácia de Anderson Gouvêa pretende propor uma reflexão sobre a auto-medicação, a complexa e paradoxal relação entre o homem e os ciclos da natureza, a determinação das condições de sua existência e a incansável busca pela preservação da vida.
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Ficha técnica
Criação e interpretação: Anderson Gouvêa
Orientação cênica: Carlos Martins
Orientação farmacológica: Danilo de Carvalho
Preparação corporal (BMC): Tarina Quelho
Trilha sonora: Alê Prade (Salto da Rã)
Iluminação: André Boll (Santa Luz)
Cenografia: Anderson Gouvêa
Animação: Iam Sampaio (Studioyay)
Figurino: Anderson Gouvêa
Produção Executiva: Marcio Marques

Galeria Olido – Sala Paissandú
08/06, às 20h
Avenida São João, 473, São Paulo

Damien Hirst ganha uma mega exposição na Tate Modern

7 anos atrás ----- Blog

 

Uma cabeça de vaca sobre seu próprio sangue em uma caixa de vidro com moscas, larvas e uma lâmpada que as atrai para a morte. Através do vidro, você vê a vida e a morte, e seu próprio reflexo.

Essas doideiras são do inglês Damien Hirst, um dos maiores (senão o maior) artistas plásticos contemporâneos do planeta. Ele é também o mais rico e um dos mais polêmicos, e por tamanha grandeza, a Tate Modern organizou a maior exposição já feita sobre ele em um museu britânico a partir do dia 4 de abril.

Muitos outros animais vivos e mortos fazem parte de sua trajetória artística. De vacas e tubarões conservados em formol, com aparência viva ou com tripas à mostra, a larvas e borboletas, acompanhadas em seu desenvolvimento natural.
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O artista de 50 milhões

Também estarão na mostra suas instalações de farmácias e a caveira humana encrustada de diamantes, vendida em leilão por 50 milhões de libras, o maior preço pago a uma obra de arte! Tudo colocado de maneira a permitir que o espectador contemple a vida e a morte em sua inevitabilidade. 

Hirst é parte do grupo Young British Artists, uma geração de artistas visuais conhecidos por criar obras chocantes com materiais descartáveis, animais e uma atitude ao mesmo tempo experimental e de oposição. Foi essa maluquice deles que fez de Londres uma capital de vanguarda artística!

Agora, não é só no museu que você encontra Damien Hirst. Em Nova York dá para se assustar com a estátua de uma mulher grávida dissecada na praça Lever House.
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Hirst no 16CIF

E aqui, no 16º Cultura Inglesa Festival, a gente se impressiona com a arte visual transformada em movimento no espetáculo de dança Farmácia, inspirado na obra de Hirst.

 

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49 anos atrás
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