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Tag: artes

Os vencedores do Edital do 23º Cultura Inglesa Festival

6 dias atrás ----- Blog

Aqui estão eles! Estes são os projetos vencedores do Edital do 23º Cultura Inglesa Festival nas categorias Dança, Curta-Metragem Digital, Artes Visuais e Teatros Adulto e Infantil. Todos são inéditos e estarão na programação da edição de 2019 do Festival. Confira a lista:

 

DANÇA

I M A G I N E
Proponente: Beatriz Sano
Inspiração britânica: “Imagine”, de Jonh Lennon

SLOWSOUL
Proponente: Allyson Mendes do Amaral
Inspiração britânica: As canções do álbum “Maxinquaye”, do artista britânico Tricky

1º suplente: Dança do Fim do Mundo – Proponente: Carolina Nóbrega Silva
2º suplente: Plush to Touch – Proponente: Talita Florêncio Pereira

Curadoria: Iara Biderman, Leandro de Souza e Yaskara Manzini

 

TEATRO ADULTO

Heather – A Outra Face da Fama
Texto: Thomas Eccleshare
Proponente: Laís Marques Silva
Suplente Heather : Vermes – Proponente: Kiko Rieser

Intervenção
Texto: Mike Bartlett
Proponente: Cristina Cavalcanti

Suplente
Selvagem – Proponente: Ricardo Henrique Silva

Curadoria: Kiko Marques, Maria Eugênia de Menezes e Silvana Garcia

 

TEATRO INFANTIL

A Travessia de Maria e Seu Irmão João
Proponente: Soledad Yunge (Cia. Arthur-Arnaldo)
Inspiração britânica: Releitura do conto clássico HANSEL & GRETEL do autor britânico Neil Gaiman.

O Rouxinol e a Rosa

Proponente: Cintia Regina Alves Pereira  (Coletivo Grão – Arte e Cidadania)
Inspiração britânica: baseado no conto “The Nightingale and the Rose” escrito pelo escritor, poeta e dramaturgo britânico Oscar Wilde.

Suplentes
1º suplente: O Fio – Proponente: Ana Luisa de Mattos Masset Lacombe
2º suplente: Hora de Sair da Banheira, Shirley – Proponente: Manuela Barbosa Afonso


Curadoria: Gabriela Romeu, Heraldo Firmino e Simone Grande

CURTA-METRAGEM DIGITAL

Vitorianna

Proponente: Daniel Pech Bezerra
Diretora: Gabriela Capello
Inspiração britânica: músicas do U2, The Smiths, The Cure, New Order, Pulp, Echo & the Bunnymen e Ladytron.

 

Inside Out
Proponente e Diretor: Leandro Goddinho
Inspiração britânica: Livremente inspirado na música “I’m your man”, do George Michael

 

Suplentes
1º Suplente: Não me Abandone – Proponente: Gabriel Vieira de Mello
2º Suplente: Cidade Fantasma – Proponente: André Fernando Goulart Senna

Curadoria: Deborah Osborn, João Federici e Sidney Santiago

ARTES VISUAIS

Entre Dois Mundos

Proponente: Tiago Mestre
Inspiração britânica: Bernard Leach (pai da cerâmica britânica)

Tudo é Dissimulado (Everything is disguised)

Proponente: David Magila
Inspiração britânica: Paisagens londrinas e o universo do pintor britânico Hurvin Anderson

Notas de um Sonho

Proponente: Antonio Carlos Tironi Galhardo (Caco Galhardo)
Inspiração britânica: Sonho de uma Noite de Verão, William Shakespeare

Suplentes
1º Suplente: Intimate Surface – Proponente: Sidney Philocreon de Mendonça
2º Suplente: Página Preta – Proponente: Leonardo de Araujo Beserra
3º Suplente: A Origem das Espécies – Proponente: Mari Nagem

Curadoria: Claudia Marchetti, Fábio Cypriano, Julio Landmann, Marcelo Araújo e Martin Grossmann

As ilustrações idiomáticas de Gemma Correll

4 anos atrás ----- Blog Cultura Inglesa Infográficos & Ilustrações

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Gemma Correll é uma ilustradora britânica cujos mais famosos desenhos são inspirados em seus animais de estimação: pugs e gatinhos (ela é a autora do “pugs not drugs” que já ilustrou muuuuitas camisetas, moletons, canecas, bolsas e cartões por aí).

Mas o grande trunfo de Gemma são suas tiras criativas que brincam com expressões ambíguas da língua inglesa (e, olha, onde não tem ambiguidade, ela consegue achar um trocadilho mesmo assim). Reunimos as melhores ilustras da Gemma com as palavras que, além de serem engraçadinhas, podem contribuir pro seu vocabulário:

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“Mood swings” quer dizer algo como “mudança drástica de temperamento”. É uma expressão bastante usada com pessoas de humor instável… E, claro, “swing” também é “balanço”.

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Essa tira não precisa de explicação, né?

 

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“Bitter” = “amargo”

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Alguém que “conheça suas cebolas” (ou “know your onions”) é alguém que manja sobre um determinado assunto.

 

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“Cores complementares” são as cores que mais tem contraste entre si (o par de uma cor é o negativo da outra – por exemplo: verde e magenta, ou vermelho e ciano). Em inglês, a tradução do termo é exatamente igual, mas a palavra “complimentary”, que quer dizer cortês, é pronunciada praticamente do mesmo jeito que “complementary”. A brincadeira dessa ilustra é mais complexa, né?

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Carnes curadas!

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“Bagagem emocional” é também um termo já usado em português. Diz respeito à experiência de vida que carregamos com a gente, os traumas, as mazelas, as lembranças…

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“Chilly” significa “com frio”. O trocadilho dessa ilustra é com o nome de verdade dessas pimentas: “Chilli”

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“Humble” = “humilde”.
“Humble pie” = essa torta aqui: http://bit.ly/CIFhumble
E mais: “To eat humble pie” é uma expressão que significa algo como “admitir um erro, pedir desculpas por ele e encarar a humilhação disso tudo”.

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A palavra “beet” significa beterraba e é pronunciada igualzinho a “beat”. “Upbeat” quer dizer “feliz”, “pra cima”, “downbeat” quer dizer “relaxado”, “estagnado”, entre outros significados.

A Gemma Correll mantém um blog onde posta desenhos inéditos com bastante frequência, dá um pulo lá para ver mais ilustras com essas.

Deus salve a Rainha! Já faz 60 anos, sabia?

5 anos atrás ----- Blog Edital Exposições

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Você sabia que neste ano faz 60 anos que Elizabeth II foi coroada rainha da Inglaterra? Sim, faz um tempo. Se você não é sexagenário muito provavelmente não faz lá grande ideia de como foi o evento, certo? Mas ele foi histórico!

Na época, Elizabeth tinha apenas 25 anos quando recebeu a notícia de que seu pai, George VI, havia falecido. A mais velha das filhas do rei, assumiu o trono imediatamente, mas seria coroada rainha apenas 16 meses depois, em 2 de junho de 1953. A espera valeu a pena, a cerimônia entrou para a história.

 

A  coroação

Tudo começou com uma procissão do Palácio de Buckingham até a Abadia de Westminster, onde tradicionalmente ocorrem as coroações britânicas. Assim como acontece hoje em dia em grandes shows, centenas de pessoas acamparam durante à noite para guardar os melhores pontos do percurso. Dá para acreditar?

Nem a leve garoa pela manhã espantou a multidão de quase três milhões de pessoas disposta a saudar a nova rainha. E lá foi ela na carruagem real –chamada de Gold State Coach–, construída em 1762, folheada a ouro e que pesa nada menos que quatro toneladas! Na sua frente estavam as bandas da Brigada da Guarda, chefes de Estado e realezas vizinhas.

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Na Abadia de Westminster, a (ainda) princesa era aguarda por 8 mil pessoas e trajava um belo vestido em seda branca e um manto de veludo com mais de cinco metros de comprimento. Daí você deve estar se perguntando como controlar essa cauda imensa. Calma, ela tinha à disposição sete damas de honra que a ajudaram a a chegar no altar, onde fez o Juramento de Coroação.

Em seguida, recebeu em sua mãos o kit completo que lhe consagrariam de uma vez por todas rainha: cetros, orbe, o manto e a cora. A congregação então soltou o grito, imortalizado pela música dos Sex Pistols anos mais tarde, “God save the queen!”.

Agora você conhece um pouco mais desse marco histórico que serviu de inspiração para o projeto “Night Out”, que participa do 17° Cultura Inglesa Festival, do artista Rafael RG. A partir do dia 18 de maio, no Centro Brasileiro Britânico (CBB), você vai poder conferir a releitura que el fez da cerimônia por meio da junção de documentos da época e de objetos ficcionais.

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48 anos atrás
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