Web Content Viewer
artes visuais – Página: 2 – Blog – Cultura Inglesa

Tag: artes visuais

Inspiradas em temas britânicos, São Paulo recebe três exposições inéditas de artes visuais

6 anos atrás ----- Blog Exposições

.
Você sabia que tem três exposições inéditas em cartaz no Centro Brasileiro Britânico até o final do 17º Cultura Inglesa Festival?

Se você gosta de artes visuais e se interessa por temas da cultura britânica, é imperdível! E a entrada é gratuita. Separamos uma foto de cada exposição para deixar você ainda mais curioso 😉
.

Five O’ Clock Tea

Inspirado no glorioso chá das cinco, o artista Rogério Issao Degaki recriou elementos desta tradição em esculturas gigantes! Além de dialogar com o conceito de ready-made de Marcel Duchamp, Rogério joga também com a “pareidolia”, que é o fenômeno de se perceber rostos humanos em objetos. É muito interessante!

five o clock tea

 .

Night Out

A exposição de Rafael RG mistura documentos históricos com obras criadas pelo artista, narrando a coroação da Rainha Elizabeth II (que completa 60 anos em 2013) e a reverberação deste fato na imprensa e sociedade brasileira. O artista faz também um paralelo com a eleição da rainha do rádio brasileiro na mesma época. É uma pequena volta ao anos 50!

night out

 .

Resíduos, Rastros e Relíquias

A artista Amanda Mei se propõe a aproximar o público de questões pertinentes à atualidade a partir da reflexão sobre a obra da britânica Cornelia Parker. A ideia é ampliar o olhar sobre os resíduos do ambiente cotidiano. Desta forma, a artista brasileira assimilou técnicas da britânica, como o deslocamento pela cidade para a coleta da matéria-prima para suas obras!

Resíduos, Rastros e Relíquias

.
As três exposições ficam em cartaz no Centro Brasileiro Britânico – CBB até o dia 30 de junho. A entrada é gratuita, e o horário de visitação é de segunda a sexta das 10 às 19h e sábados, domingos (e feriados) das 10 às 16h. Classificação etária: livre.

O Edital do 17CIF está aberto! Participe

6 anos atrás ----- Blog Edital

.
Quer ver seu projeto virar realidade e participar do Festival do ano que vem?

É só se inspirar em alguma obra (música, peça, livro e etc.) ou autor britânico, bolar seu projeto e se inscrever no Edital do 17º Cultura Inglesa Festival!

Além de ganhar a verba para a produção de sua obra e entrar na programação do Festival de 2013, você pode vencer a premiação final do CIF (a foto acima é da cerimônia de junho).

É fácil. Veja na página do Edital os detalhes e tire suas dúvidas.

Inscrições abertas até 21 de novembro.
. 

O Festival está mais colorido com as exposições de artes visuais

7 anos atrás ----- Blog

.
Até dia 11 de junho, o CBB está ocupado pelas três exposições de artes visuais do 16CIF. Você já foi conferir?

Não tem erro. Logo ao entrar no prédio, listras coloridas vão chamar a sua atenção. Essa é a exposição Oeste, Oeste, Oeste, de Bartolomeo Gelpi. Para montar o trabalho, o artista brasileiro se inspirou em um quadro em exibição lá no CBB mesmo, em frente à biblioteca, uma obra de Sean Scully, célebre pintor britânico reconhecido por sua arte abstrata.

Bartolomeo fez um conjunto de quadrinhos com listras coloridas, todas feitas em uma só pincelada e com um jogo de cores que engana os olhos. No centro da sala, fica o quadro principal, com as mesmas dimensões da obra de Scully. Aproveite para comparar os dois trabalhos!

Já a artista Erica Ferrari tomou como inspiração para a sua exposição, Escultura de uma Janela, na sala ao lado, não algo que já estava no prédio, mas algo que não existe lá: uma janela. Erica inventou de criar uma paisagem (de uma janela imaginária) para o andar sem janelas do CBB.  Só que a “janela” dela tem vista para Londres!

Ao vivo, você se sentirá mesmo espiando por uma janela, tentando identificar os pontos mais famosos da capital inglesa. A obra, feita de gesso, parafina e fórmica, será destruída após o festival. Não deixe de conferir!

A terceira exposição do 16CIF, View inside English Contemporary HeArt, está no segundo andar do prédio. Nesse trabalho, o artista plástico Rodrigo Cunha resolveu complicar um pouco a forma de fazer arte: ao invés de pintar em uma única tela, ele dividiu a obra em pequenos quadrinhos e pintou cada um separadamente, em momentos diferentes e sem consultar os quadrinhos anteriores. Ou seja, a continuação de cada quadro que pintava estava apenas em sua memória. Louco, né?! E olha que o quebra-cabeça encaixou muito bem:

Seus traços são bem bonitos e ele brinca com a perspetiva de quem vê os quadros. A obra é inspirada no trabalho do fotógrafo David Hockney, importante nome da Pop Art inglesa, que inventou de fazer uma fotografia com diversos pontos de fuga.

Ficou curioso para ver?

As exposições são gratuitas e você pode conferir as três em uma visita só.
. 

Confira aqui mais informações sobre a programação de artes visuais do 16CIF.

ARTES VISUAIS → Escultura de uma Janela

7 anos atrás ----- Cultura Inglesa Exposições

A obra da artista plástica Erica Ferrari pretende instalar um objeto que remete e parte do conceito de uma janela, no piso térreo do edifício da Associação Cultura Inglesa de São Paulo.

A artista se propõe a construir um simulacro de janela no Espaço Cultural David Ford, composto de gesso, parafina e fórmica!

No local onde numa janela haveria vidro translúcido, haverá uma paisagem inglesa típica, própria de cartões postais.

Desta forma, há um delineamento escultórico possível, a janela, e um impossível, a paisagem inglesa.

Entendeu?

Só vendo para crer como o gesso, a parafina, a fórmica e a paisagem aparecerão diante de seus olhos.

Artista: Erica Ferrari

Espaço Cultural David Ford – Galerias do Centro Brasileiro Britânico
Rua Ferreira Araújo, 741, São Paulo

Datas e horários
De 26/05 a 11/06
Segunda a sexta das 10h às 19h
Sábados, domingos e feriados das 10h às 16h

 

ARTES VISUAIS → View inside English contemporary HeArt

7 anos atrás ----- Cultura Inglesa Exposições

Dialogando com a obra de dois importantes nomes da pintura contemporânea inglesa, a obra View inside English contemporary HeArt, do artista plástico Rodrigo Cunha, se propõe a criar duas séries de pinturas que integrarão a pintura brasileira com a inglesa.

Trata-se de uma exposição de retratos de amigos, familiares e pessoas próximas ao autor, assim como na obra de Lucien Freud, além de uma série de pinturas em escala maior, que dialogará com as composições fotográficas realizadas pela polaroid de David Hockney.

Artista: Rodrigo Cunha

Espaço Cultural David Ford – Galerias do Centro Brasileiro Britânico
Rua Ferreira Araújo, 741, São Paulo

Datas e horários
De 26/05 a 11/06
Segunda a sexta das 10h às 19h
Sábados, domingos e feriados das 10h às 16h

 

ARTES VISUAIS → Oeste, Oeste, Oeste

7 anos atrás ----- Cultura Inglesa Exposições

A partir desta obra do pintor britânico Sean Scully, East of West, que integra o acervo do British Council de São Paulo, o artista plástico Bartolomeo Gelpi se propõe a criar um conjunto de estudos/pinturas e uma obra final, que terá as mesmas dimensões da obra de Scully.

Nesta obra, assim como nos demais trabalhos de Scully, o uso do motivo de faixas é uma característica recorrente. Este é um ponto de aproximação dele com o pintor paulistano.

Além disso, o processo de desenvolvimento de uma obra, que geralmente é restrito ao ateliê, será exposto ao público, revelando as etapas do trabalho de construção de uma obra.

Artista: Bartolomeo Gelpi

Espaço Cultural David Ford – Galerias do Centro Brasileiro Britânico
Rua Ferreira Araújo, 741, São Paulo

Datas e horários
De 26/05 a 10/06
Segunda a sexta das 10h às 19h
Sábados, domingos e feriados das 10h às 16h

 

Escultura do 16CIF tem vista para as maravilhas da Inglaterra

7 anos atrás ----- Blog Cultura Inglesa


.
Imagina ter uma janela com vista para a Tower Bridge, a London Eye e todas as maravilhas de Londres?

Pois saiba que essa janela existe. E você poderá vê-la no 16CIF.

O objeto, uma escultura, na verdade, é obra de Erica Ferrari.

Enquanto bolava seu próximo projeto, a artista deu por falta de  janelas nas Galerias do Centro Brasileiro Britânico (elas até existem, mas ficam escondidas por paredes móveis) – e isso foi a faísca para que ela criasse a obra que acabou selecionada para o festival.

A janela de Erica é formada por um “frame” de janela normal, mas dentro dele haverá uma escultura de uma paisagem inglesa. “Juntei os ícones arquitetônicos da Inglaterra. Coisas que talvez você nunca tenha visto de fato, mas conhece por fotos”, conta a artista. Ela mesma, que trabalha há cinco meses olhando para paisagem, nunca visitiu o país. “Conheço a Inglaterra muito pela literatura, pelos romances. Penso muito no clima, no fog, uma coisa que a gente não faz ideia do que é.”
. 

Uma nova forma de escultura

Para fazer a escultura, Erica Ferrari se inspirou no trabalho da artista britânica Rachel Whiteread.

“Vi uma exposiçao dela no MAM, quando estava na faculdade. É uma forma de escultura totalmente nova, moldada a partir de outros objetos. Isso ficou na minha cabeça por muitos anos”, conta.

Whiteread causou polêmica em Londres no início dos anos 90 com sua obra “House”. Com ela, a artista se tornou a primeira mulher a conquistar Turner Prize, prêmio prestigiadíssimo no mundo da artes.

 A britânica encheu de gesso uma casa vitoriana do leste de Londres, criando um molde do interior da construção (essa é a técnica que chamou a atenção de Erica). A casa era a última do estilo na região e estava para ser demolida. A obra virou símbolo de protesto político, mas acabou também sendo demolida no ano seguinte.

A janela de Erica também será destruída. “Essa vai ser única aparição dela. Ela vai ser destruída depois desses 15 dias. Vou tentar registrar bem a obra”, revela a artista, que mantém um álbum com todo o processo de criação do trabalho (veja aqui).

Você já sabe, então. Essa será a sua única chance de ver a janela mágica. Não vai deixar de dar uma espiada, hein?

 A obra ficará exposta no Espaço Cultural David Ford das Galerias do Centro Brasileiro Britânico de 26 de maio a 10 de junho.

Damien Hirst ganha uma mega exposição na Tate Modern

7 anos atrás ----- Blog

 

Uma cabeça de vaca sobre seu próprio sangue em uma caixa de vidro com moscas, larvas e uma lâmpada que as atrai para a morte. Através do vidro, você vê a vida e a morte, e seu próprio reflexo.

Essas doideiras são do inglês Damien Hirst, um dos maiores (senão o maior) artistas plásticos contemporâneos do planeta. Ele é também o mais rico e um dos mais polêmicos, e por tamanha grandeza, a Tate Modern organizou a maior exposição já feita sobre ele em um museu britânico a partir do dia 4 de abril.

Muitos outros animais vivos e mortos fazem parte de sua trajetória artística. De vacas e tubarões conservados em formol, com aparência viva ou com tripas à mostra, a larvas e borboletas, acompanhadas em seu desenvolvimento natural.
.

O artista de 50 milhões

Também estarão na mostra suas instalações de farmácias e a caveira humana encrustada de diamantes, vendida em leilão por 50 milhões de libras, o maior preço pago a uma obra de arte! Tudo colocado de maneira a permitir que o espectador contemple a vida e a morte em sua inevitabilidade. 

Hirst é parte do grupo Young British Artists, uma geração de artistas visuais conhecidos por criar obras chocantes com materiais descartáveis, animais e uma atitude ao mesmo tempo experimental e de oposição. Foi essa maluquice deles que fez de Londres uma capital de vanguarda artística!

Agora, não é só no museu que você encontra Damien Hirst. Em Nova York dá para se assustar com a estátua de uma mulher grávida dissecada na praça Lever House.
. 

Hirst no 16CIF

E aqui, no 16º Cultura Inglesa Festival, a gente se impressiona com a arte visual transformada em movimento no espetáculo de dança Farmácia, inspirado na obra de Hirst.

 

INSTAGRAM

49 anos atrás
@