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Ringo Starr era um Mocker

7 anos atrás ----- Blog

[youtube width=”650″ height=”325″]http://www.youtube.com/watch?v=SEI2UUhVEn4 [/youtube]

O Mockers vai tocar Beatles no Parque da Independência no dia 29. Mas de onde vem o nome da banda?

Vem de uma entrevista do Ringo Starr!

A gente explica.
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Mods x Rockers

Bom, se você nunca ouviu falar nos Mods e nos Rockers, é porque, com certeza, não estava na Inglaterra nos anos 1960: era só o que se falava por lá.

Mods e Rockers eram duas “tribos” que dominaram o cenário cultural da época. Os Mods eram representados pela classe média ligada em tendências fashion; com seus ternos justos italianos, ouviam música pop, jazz moderno e blues, andavam de scooter e tinham grandes rivais: os Rockers.

O Rockers, por sua vez, gostavam de rockabilly, usavam jaquetas de couro, andavam em motos pesadas e achavam os Mods uns esnobes playboys.

Já os Mods achavam os Rockers de extremo mau gosto. A rivalidade levou os grupos a grandes enfrentamentos e muita confusão:

[youtube width=”650″ height=”325″]http://www.youtube.com/watch?v=zn5vYOwCTak&feature=related[/youtube]

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Foi neste contexto que uma jornalista na época perguntou para Ringo Starr: “Você é Mod ou Rocker?”. Ele respondeu: “no, I’m a mocker” — mistura das duas palavras que também quer dizer “sarrista” (veja o vídeo no alto deste post).

O sarro de Ringo inspirou três membros da banda Cidadão Instigado a montarem um projeto em homenagem aos Beatles. Régis Damasceno, Clayton Martin e Rian Batista são os The Mockers, banda especializada em Beatles pós-1966 que toca nesse 15º Cultura Inglesa Festival!

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Saiba mais

✰ Mockers toca Beatles no Música no Parque

Saiba como será a sua viagem para a Inglaterra

7 anos atrás ----- Blog

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Já pegou seu passaporte do #15CIF? Com ele você tem chance de ir para Inglaterra na faixa!

Participando do concurso Stamp It!, você concorre a uma viagem pra Londres com tudo pago – comida, acomodação e curso de inglês em uma das melhores escolas do Reino Unido.

Na entrevista abaixo, o pessoal do STB nos dá mais detalhes sobre o que vai rolar nessas duas semanas que o ganhador do concurso passará em Londres:
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A escola Bell tem bons professores? Qual a reputação da escola?

A Bell está no mercado desde 1955 e é considerada como uma das melhores escolas do Reino Unido.

Excelente qualidade no ensino, professores altamente qualificados e preparados, instalações modernas, poucas pessoas na mesma turma algo que favorece atenção individualizada.

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As aulas são meio período?

Existem diferentes opções de cursos e de carga horária.

No caso do premio do concurso, o curso será de 21 aulas semanais (inglês intensivo). Geralmente aulas acontecem no periodo da manhã, mas algumas aulas poderão acontecer a tarde

Exemplo de schedule para curso de 21 aulas:

das 9h30 às 11 = aula

das 11 às 11h30 = break

11:30 às 13 = aulas

das 13 às 14 = almoço

das 14h às 15h30 = aulas
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Há muitos brasileiros estudando lá?

Brasileiros estão presentes no mundo todo! Dificilmente não haverão brasileiros por lá. Não dá pra prever que teremos muitos brasileiros, mas geralmente a Bell tem um controle muito bom com relação ao mix de nacionalidade.

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A acomodação ficará numa área bacana? A família tem quantas pessoas?

As familias poderão ficar numa distancia de até 40 minutos (podendo variar para mais ou para menos).

Não existe um padrão de familia, ou seja, na casa poderá ter apenas um morador (pai ou mãe), os dois pais, pais com filhos, etc.

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Saiba mais e participe!

Tweet’n Shout – Veja quem ganhou!

7 anos atrás ----- Blog

Quem participou, tuitou as músicas que tocaria na balada do Alan McGee ou do Glen Matlock com a hashtag “#TweetnShout”. Foram mais de 279 tweets musicais!

Os vencedores são:

Balada do Alan McGee: Carlos Eduardo Corrêa (@eduardoche)

Balada do Glen Matlock: Marcelo Vourakis Barbosa (@MarceloVourakis)

Uma comissão julgadora, formada por Japinha do CPM 22 (músico e blogueiro), Lúcio Ribeiro (curador e residente do Música na Noite) e Tarsila de Castro (da equipe de programação do #15CIF), elegeram os dois sortudos acima como os donos das playlists mais criativas e que mais vão animar as baladas.

Confira as playlists vencedoras em nosso canal no Youtube!

Carlos e Marcelo vão levar pra casa CDs autografados e – melhor  ainda – vão discotecar na balada do StudioSP e do Beco203!
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✰ Saiba mais sobre as baladas do 15CIF

✰ Veja os outros concursos que estão vigentes

O show, o disco e a camiseta, tudo na faixa!

7 anos atrás ----- Blog


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Já é semana que vem! O 15º Cultura Inglesa Festival vai agitar São Paulo a partir do dia 27 de maio. E você vai poder circular pelo festival com o disco novo e a camisa de duas das bandas mais legais – e badaladas! – que vão baixar por aqui: o Gang of Four e o Blood Red Shoes.

Para ganhar os kits das bandas, só correr pro Twitter!
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Como ganhar?

De hoje até a segunda-feira (23 de maio), aqueles que mais tuitarem alguma mensagem chamando os amigos para o Festival junto com a hashtag #15CIF e o nome de uma das bandas levam: uma camisa oficial e o disco novo.

Seis pessoas serão premiadas. São três kits de cada banda. Então, se você quer o kit do Gang, que vem com o disco novo “Content”, manda ver no “Gang of Four no #15CIF”.

Se prefere a dupla Blood Red Shoes, que traz o disco “Fire Like This”, tuite sua mensagem mais os dizeres “Blood Red Shoes no #15CIF”.

Se quiser os dois kits, fica à vontade! Se você tuitar mais, pode levar, ambos, sim!

Aqui a gente te dá o show, a camisa e o CD!

p.s.: ah, quem ganhar os kits, leva também um Passaporte do Festival! Com ele, você entra na disputa por uma bolsa de estudo em Londres. Saiba mais sobre o concurso Stamp It!
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Regras & Dicas:

+ Os vencedores, ao serem contatados por direct message, devem disponibilizar um endereço físico para que o Cultura Inglesa Festival possa enviar o kit “Gang of Four no #15CIF” ou o  “Blood Red Shoes no #15CIF”

+ A promoção é válida apenas para residentes no Brasil

+ Não serão contabilizadas as hashtags publicadas em tweets que contenham frases pornográficas ou com teor agressivo

 

Gang of Four: a banda que trouxe ritmo ao punk rock

7 anos atrás ----- Blog

[youtube width=”650″ height=”344″]http://www.youtube.com/watch?v=xhDwuNIAh2o&feature=player_embedded[/youtube]

Alexandre Matias, curador do 15º Cultura Inglesa Festival, ficou impressionado com o som do Gang of Four antes mesmo de uma fita cassete da banda chegar às suas mãos.

Abaixo, ele nos conta um pouco sobre a importância da banda hoje e no final da década de 70 e fala sobre o que ele espera do show que tomará o Parque da Independência no dia 29 de maio.
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15CIF: Qual foi a importância do Gang of Four no Reino Unido na virada dos anos 70 para os  80?

Matias: O Gang of Four surgiu depois do estouro do punk rock. Eles elevaram a discussão do punk. A abordagem deles não era tão niilística e agressiva – como o “morte ao poder” e “morte à rainha” gritados pelo punk. Eles mostraram para as pessoas que tudo o que elas fazem é política.

Em termos de sonoridade, eles trouxeram o ritmo para o punk. O Gang of Four pegou mais elementos da música negra – “punk-funk” era o termo usado na época. Eles tinham ritmos cortante e vazios. Isso está no som das bandas mais influentes de hoje em dia, como os Strokes, e tem uma conversa muito próxima com a música eletrônica que a gente conhece hoje.
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E o discurso deles ainda se mantém atual também?

O discurso ainda faz sentido. Não é um discurso tão radical, tão datado, como o do Sex Pistols. Eles explicavam para o público o que estava acontecendo no jogo da política. Mostraram que cada atitude tinha desdobramento político. E eles eram críticos ferrenhos do consumismo. É um discurso muito atual, talvez seja mais atual hoje do que na época.
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O que você achou do “Content” (último álbum da banda, de 2011)?

Eles continuam seguindo a linha dos primeiros discos. Quando começaram a fazer sucesso e ficaram preocupados em se tornar uma caricatura, partiram para uma música mais melódica. Quando voltaram, eles retomaram a pegada do começo. Foram quase 20 anos sem compor.
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Você se lembra de como conheceu o som do Gang of Four?

Conheci no tempo da fita cassete. Sou de Brasília. Lá, diferente de São Paulo e do Rio de Janeiro, não tinha loja especializada no final dos anos 80. A gente só sabia das novidades por revista ou jornal. A gente conhecia antes de ouvir.

Existia uma cultura de que quando alguém viajava para o exterior, trazia as fitas e tinha um intercâmbio. Mas a fita cassete tem um problema: você copia e o som sempre piora.

Então, eu tinha lido bastante sobre eles, mas não dava para entender muito o que seria aquele som. Tinha ficado bastante impressionado e, na hora que eu ouvi, era exatamente aquilo, mas muito mal gravado.

Quando veio o Plano Real e o dólar e o real estavam quase equivalentes, fiz uma lista dos CDs que eu queria comprar. Fiz questão de comprar o Entertainment!. Mas tomei um susto quando comprei o CD e ouvi o som limpo. Achava que era mal gravado de propósito!
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O “Entertainment!” (primeiro álbum da banda, consagrado pela crítica) é mesmo o melhor disco deles para você?

É o melhor. Os três primeiros discos são todos bons. O “Entertainment!” é o melhor não por ser tão bom quanto o segundo e o terceiro, mas por ser mesmo o primeiro. Imagino que eles vão tocar uma umas 4 ou 5 músicas dele no show.
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Qual a sua música preferida do Gang of Four?

Bem, se é preciso escolher uma, fico com o Demaged Goods, ela resume bem a ideia da banda, sintetiza o poder da banda. Gosto também de I Love a Man In a Uniform. Já discotequei essa musica umas três vezes no começo da década passada e perguntavam se era Interpol ou Strokes.
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Você já viu algum show deles?

Vi os shows deles de 2006, em São Paulo e Florianópolis. Adorei. A formação não era exatamente a mesma do começo, mas o show sempre foi calcado mesmo no vocalista e guitarrista. É emocionante ver os mesmos caras dando gás. É um show à parte para quem gosta de guitarra, que faz mais barulho do que melodia.
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O que você espera do show no festival?

Estou muito curioso. O outro foi no Via Funchal. O ingresso tava muito caro, muita gente não pode ir . É muito provável que eles juntem um grande galera dessa vez.

Fiz questão de pegar bandas novas para o festival, de faixa etária mais baixa. Aí o pessoal vai se deparar com o Gang of Four no final. Acho que vai haver uma química muito grande com esse público mais novo.
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Saiba mais: Alexandre Matias fala mais sobre as bandas que vão tocar no 15º Cultura Inglesa Festival

Blood Red Shoes: a primeira twitcam a gente nunca esquece

7 anos atrás ----- Blog

O primeiro “encontro” do Blood Red Shoes com o público brasileiro mereceu até um brinde.

Foi num clima despojado que Laura-Mary Carter e Steven Ansell conversaram com os fãs, ao vivo na Twitcam, sobre a vinda ao Brasil para o 15º Cultura Inglesa Festival.

Muito bem acomodados diante da webcam com suas taças de vinho tinto, eles contaram que estão ansiosos para aterrissarem por aqui.

“Sempre ouvimos que o público brasileiro é muito vibrante e estamos numa grande expectativa para esta nossa ‘primeira vez’”, disse Laura. Será a estreia deles em palcos da América do Sul – e os dois costumam dizer que adoram festivais.

Eles chegam aqui para apresentar o Fire Like This, de 2010, segundo disco da carreira. Para quem for ao show, a dica que Steven deu na twitcam é prestar atenção ao que Laura faz na guitarra.

O Blood Red Shoes renega influências que sirvam apenas para deixar as suas músicas mais agradáveis, melódicas e “comerciais”, como dizem. Querem vender discos, sim, mas afirmam que querem fazer a música que mais lhes agrada, com a guitarra rangindo sempre.

Os dois também concordaram que a música britânica está em um bom momento – eles, ao menos, não têm do que reclamar, estão rodando a Europa com seu show vibrante.

E, diante da pergunta “é fácil ou difícil fazer música ‘apenas’ em dupla?”, disseram que a afinidade que encontram um no outro torna a tarefa mais fácil. Por ora, Laura e Steven descartarem planos de ampliar a banda.

No final da entrevista com os fãs, a dupla revelou com um sorriso que adorou a primeira Twitcam que fizeram na carreira.
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Saiba mais: o show do Blood Red Shoes é domingo, dia 29 de maio, de graça, no “Música no Parque” do 15º Cultura Inglesa Festival

 

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49 anos atrás
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