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Valentine’s Day x Dia dos Namorados

2 dias atrás ----- Sem categoria

Por que os ingleses, americanos, australianos e toda a Europa (inclusive Portugal) comemoram o dia dos namorados no dia de São Valentim em 14 de fevereiro? E por que no Brasil a data é celebrada em 12 de junho?

St. Valentine’s

Comecemos com a história do Valentim. O Valentim era um padre que viveu em Roma no séc. III. Ele foi preso porque pregava para cristãos perseguidos pelo Império Romano (o que era proibido) e casava soldados (o que também era proibido).

Reza a lenda que durante a prisão, ele operou um milagre: fez com que a filha do juiz que o condenou voltasse a enxergar. E antes de ser executado, no dia 14 de fevereiro, ele mandou para ela uma carta de despedida – e assinou “Seu Valentim” (oinnn!!).

Tudo indicava que ele estava apaixonado 💘. Valentim foi beatificado e o Papa estabeleceu já no ano 496 que 14 de fevereiro seria o dia de celebrar São Valentim – mas a data ainda nada tinha a ver com namorados.

Foi apenas no séc. XIV, por culpa dos britânicos, que o dia foi associado ao amor romântico! Acredita-se que tudo começou no círculo social do pai da literatura inglesa, Geoffrey Chaucer. Foi nesta época que se popularizaram os casos de amor nas cortes e castelos (entre o cavaleiro e a princesa, etc – as histórias que vemos hoje em dia nos contos de fada!).

Na Europa do séc. XVIII (há 300 anos, portanto) o 14 de fevereiro se transformou de vez no dia dos namorados. Os pombinhos trocavam já flores, doces e cartões amorosos (“valentines“, como até hoje são chamados em inglês).

Os restos de St. Valentine em uma igreja de Roma

Santo Antônio

No Brasil, o dia dos namorados é, digamos, menos romântico. Embora também tenha a ver com um santo católico, 12 de junho é uma invenção do finado publicitário João Dória (o pai do político). Inspirado no Valentine’s Day, ele sugeriu a comerciantes paulistas em 1949 que usassem a véspera do dia do santo casamenteiro (Santo Antônio de Lisboa) para promover o dia dos namorados à brasileira. Os comerciantes curtiram a ideia e lançaram o slogan “não é só com beijos que se prova o amor”. A data pegou e o resto é história.

14 de fevereiro ou 12 de junho, todo dia é o dia de celebrar o amor, não? Happy Valentine’s Day!

Como usar o apóstrofo nos possessivos

1 semana atrás ----- Sem categoria

Qual é placa do metrô acima está correta? As regras do apóstrofo nos possessivos são bem fáceis. Veja:

1) Regra geral

Para a maioria dos substantivos, use: “apóstrofe + s”

The woman’s voice
The box’s sides
Stanley Kubrick’s movies


2) Possessivos nos substantivos plurais que não terminam em “S”

Use a mesma regra acima:

The women’s voice
The children’s toys
The mice’s disease


3) Possessivos em plurais que terminam com “S”

Use APENAS o apóstrofo (não acrescentar mais um “s”!):

My friends’ wedding
The boxes’ sides
The actresses’ role
s


4) Possessivos em nomes que terminam com “S”

Aqui é onde mora a polêmica! No caso do metrô de Londres (imagem acima), a estação da foto se chamava St James’ Park até 1920, depois, porém, todas as placas foram gradualmente trocadas para St. James’s Park. Havia uma tendência de usar “apóstrofo + s” em nomes de pessoas. Mas gramaticalmente, ambas estão corretas! Veja os exemplos:

My boss’s problems / My boss’ problems
Dickens’s characters / Dickens’ characters
Jess’s songs / Jess’ songs
Texas’ citizens / Texas’s citizens

St. James’ Park / St. James’s Park

Isto aqui mostra que ambas as formas são mesmo aceitas! Embora Londres tenha acrescentado um “s” no nome da estação do metrô, o nome do estádio do Newcastle, um tradicional time da Inglaterra, manteve um “s” só

IMPORTANTE: Nomes de família no plural não ganham um “s” extra! Ex.:
The Joneses’ house
The Smiths’ albums

DICA: Prefira a forma que for mais fácil para você pronunciar! (ex.: a pronúncia do possessivo em “boss’s problems” é mais clara do que em “boss’ problems”. Por outro lado, é mais comum o uso de Texas’ do que Texas’s). O mais importante é ser consistente: quando escrever um texto, escolha e use apenas um dos jeitos


6) Substantivos compostos

Use o apóstrofo + s apenas no último nome:

João and Maria’s story
Obama and Biden’s administration
My mother-in-law’s cake

Importante: quando a frase tem um pronome entre os possessivos, a construção é:
My husband’s and my home


5) Não confunda as contrações com os pronomes possessivos

Eles têm sonoridades parecidas, mas na escrita eles são bem diferentes! Veja:

You’re an amazing actress (você é uma atriz incrível)
Your acting is amazing (a sua atuação é incrível)

E quando a posse é de um objeto inanimado, não é necessário usar o apóstrofe:
The maid cleaned the hotel lobby
Please, shut the bedroom door
The beginning of the class was the best part

Verdadeiro ou falso? 5 mitos sobre aprender inglês

2 semanas atrás ----- Sem categoria

1) Criança aprende mais rápido

Rubens Heredia, gerente acadêmico da Cultura Inglesa, conta nesta entrevista que na prática a afirmação é lenda urbana. O assunto é controverso, há teóricos que defendem a existência de um “período crítico” de aprendizagem no nosso cérebro. Mas fato é que – segundo muitos estudos sobre o tema – em muitos aspectos são os adultos que na verdade aprendem uma segunda língua mais rápido! Por que, então, temos a impressão de que os pequenos são mais ligeiros?

Basicamente, porque o vocabulário das crianças é menor e exige menos complexidade do que o de um adulto – por isso a impressão de que eles atingem fluência mais rápido. Além disso, criança tem normalmente mais tempo para se dedicar ao aprendizado e é menos self-conscious – tem menos vergonha de se expor, por exemplo, o que pode ajudar na conversação.

O mito é verdade, porém, em um quesito: pronúncia. Por uma questão fisiológica, crianças têm mais facilidade em diferenciar e reproduzir novos sons (por isso que quem muda ainda criança para outro país costuma não ter sotaque quando cresce).

Este paper da Universidade da Califórnia destrincha o mito em detalhes. Ser adulto não é desculpa para não aprender inglês!

2) Professores nativo é melhor

Mito dos brabos! Como diz David Crystal, um dos papas do ensino do inglês no mundo: “‘All sorts of people are fluent, but only a tiny proportion of them are sufficiently aware of the structure of the language that they know how to teach it”.

Você sabe falar português perfeitamente, mas será que você seria um bom professor? O fato de um falante nativo dominar seu idioma não significa que ele tem qualificação para ensinar este idioma para outras pessoas, ou que ele sabe identificar e superar as dificuldades dos não-nativos.

3) Aprender de verdade, só morando fora

A grande vantagem de se morar no Reino Unido, EUA ou outro país falante do inglês é o tempo de exposição e as diferentes situações nas quais você vai precisar usar, absorver e se virar com o idioma. É sempre mais efetivo aprender vocabulário, por exemplo, dentro de um contexto! Mas com os métodos modernos de ensino e a fantástica internet, é perfeitamente possível aprender inglês eficazmente mesmo morando numa ilha deserta. Além disso, tem gente que mora há anos fora e ainda não fala inglês, e vice-versa 😉

4) É preciso perder o sotaque para falar direito

Muita calma nessa hora! Falar inglês com sotaque não quer dizer falar “pior” ou “menos fluente” – quer dizer apenas falar com sotaque. É parte da personalidade de cada um. E, pense bem, todo mundo tem sotaque de algum lugar, principalmente os britânicos (lá o sotaque muda mais ou menos a cada 50km!). O importante, portanto, não é o sotaque e sim a pronúncia

5) Tem gente que não leva jeito

Mesmo na própria língua nativa, a gente aprende sem perceber algo novo todo dia – não há razão para imaginar que o cérebro não vai saber lidar com o aprendizado de outro idioma 😆 (veja o que dizem os neurocientistas de Cambridge).

Tem gente que é mais tímida para conversar, ou tem mais vergonha na hora de cometer erros, tem gente que tem um ouvido mais apurado, ou já fala outras línguas e consequentemente tem atalhos para aprender mais uma… mas com a devida dedicação, todo mundo leva jeito

Perguntas? Deixe nos comentários!

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Top 10 nomes de banda em inglês que merecem ser explicados

3 semanas atrás ----- Sem categoria

Arcade fire

O nome da banda canadense quer dizer literalmente “incêndio no arcade”. “Arcade” é o lugar onde se joga fliperama e outros jogos eletrônicos (super comum no Canadá e Reino Unido). Um colega de escola do Win Butler (o líder da banda) assustava a molecada contando que uma vez o arcade do bairro pegou fogo e um monte de crianças morreu. Era lenda, mas a história marcou.

p.s.: Arcade também pode se referir a uma galeria de lojas, também comum no centro das cidades britânicas e canadenses.

AC/DC

O nome da banda quer dizer “Alternating Current/Direct Current” (corrente alternada/corrente contínua, dois tipos de corrente elétrica). Muitos aparelhos elétricos estampavam em evidência o símbolo AC/DC, como a máquina de costura que inspirou o nome do grupo australiano (cujo som é bastante electrifying!).

Coldplay

Coldplay era como chamava a banda de um amigo do Chris Martin, cujo nome ele tirou deste livro de poemas chamado “Child’s Reflections: Cold Play”. Quando a banda do amigo acabou, Chris Martin trocou o nome da sua banda de “Starfish” para Coldplay. Em inglês, “cold play” não é exatamente uma expressão. O significado depende do contexto: pode significar, por exemplo, de “brincadeira gelada” a “tocar uma música sem conhecer sua partitura” (ou seja, está completamente aberto a interpretação!)

Daft Punk

Punk você sabe já o que significa! Já a palavra “daft” quer dizer “idiota”, “besta” ou “doido”, dependendo do contexto. Antes de fundar o Daft Punk, a dupla Thomas Bangalter e Guy-Manuel tinha uma banda de rock (chamada Darlin’) cujo primeiro single foi recebido mal pela crítica. A finada revista britânica Melody Maker chamou a música da banda de “a bunch of daft punk” (“um bando de punk besta”). Eles adoraram o termo e usaram na próxima (e ultra bem-sucedida) empreitada.

Linkin Park

“Linkin” não é um gerúndio sem “g” no final. O nome da banda era pra ser, na verdade, Lincoln Park – um parque da cidade de Santa Mônica, Califórnia. Acabaram ficando com Linkin Park porque o domínio “linkinpark.com” estava disponível 😆

Foo Fighters

Foo fighters” era o apelido que a força aérea americana dava para os OVNIs avistados durante a II Guerra Mundial. “Foo” não é uma palavra que está no dicionário (ela veio de um cartoon dos anos 1930 que provavelmente se inspirou na palavra chinesa “fu” – que significa “alegria”).

Nickelback

No inglês americano, um “nickel” é uma moeda de 5 centavos. Antes de virar popstar, Mike Kroeger trabalhava como atendente num Starbucks, e dizia o dia inteiro para os clientes: “here’s your nickel back” (algo como “aqui está seu troco de volta”). Genial, Mike, genial 👍

Mumford & Sons

Muitas lojas e empresas familiares no Reino Unido levavam no nome a alcunha do “Pai & Seus filhos”, como esta tradicional loja de guarda-chuvas de Londres, por exemplo:

Ou seja, é um jeito britânico e antigo de se chamar o seu negócio (tem a ver com o som “vintage” do Mumford & Sons, não?). Já “Mumford” é o sobrenome do líder da banda, Marcus Mumford, que, diga-se de passagem, se arrependeu de ter dado esse nome para o seu grupo!. Too late, Marcus, too late.

NSYNC

NSYNC vem de “em sincronia“. Quando a mãe do Justin Timberlake ouviu os cinco moleques cantando juntos, ela exclamou “you guys can really sing in sync!” (“vocês cantam mesmo em sincronia/sintonia!”). Para justificar o jeito “cool” de soletrar o nome, Timberlake disse que eles pegaram a última letra do nome de cada membro do grupo: Justin, Chris, Joey, Jason, and JC.

The Beatles

“The Beatles” é uma mistura de “beetle” (“besouro”) e “beat” (“batida, ritmo”). Paul McCartney e John Lennon eram fãs do nome e da música do The Crickets (“Os Grilos”, em inglês) e queriam um nome que brincasse com a palavra “beat“. Simples assim, juntando lé com cré, chegaram em The Beatles. Veja mais aqui sobre o nome da maior banda de todos os tempos 

Algum nome de banda que te deixa com dúvida de inglês? Escreva aqui nos comentários! 

Quando começam suas aulas em 2019

1 mês atrás ----- Sem categoria

It’s time! Chegou a hora de matar a saudade do seu teacher, reencontrar os colegas e – mais importante – decolar no inglês!

Confira o calendário letivo da sua turma:

São Paulo e ABC
Interior de SP
Santa Catarina

Confira também o material didático do semestre


Se você passou as férias sem nenhum contato com o idioma, dê uma revisitada nas suas anotações do último semestre ou – MELHOR AINDA – veja um filme ou série em inglês no Netflix! Dicas:
Outlander (para quem também acha que o inglês escocês soa incrível)
Russian Doll (para quem é mais fã do sotaque nova-iorquinho)

Outra dica com bastante vocabulário (e Londres!) é a série original da Cultura Inglesa:
Talk British To Me – Todos os Episódios

O canal do YouTube da Cultura, aliás, tem muito conteúdo legal para você retomar o ritmo:
Dicas para melhorar a conversação
Dicas para melhorar o listening
Dicas para melhorar a leitura

Se tiver alguma dúvida sobre a volta às aulas, entre em contato com sua unidade!

Have fun and keep on learning! 🙂

Quais os termos de natal em inglês?

2 mêses atrás ----- Blog

Este vídeo acima do Cultura Inglesa Festival mostra o que é que um típico mercado de natal de Londres tem! Abaixo, um glossário dos principais termos natalinos do inglês britânico:

Boxing Day: O dia 26 de dezembro também é feriado no Reino Unido e se chama “boxing day“. É mais ou menos um black friday pós-ressaca do Natal.
Fairy Lights: as luzinhas de natal (que, pasmem, em português se chamam oficialmente “luzes de fadas”!)
Father Christmas 🇬🇧 / Santa Claus 🇺🇸: Papai Noel
Mistletoe: É uma planta. Na tradição do natal, ela serve para as pessoas darem um beijinho debaixo dela. Entenda essa história aqui!
Liquorice: Alcaçuz – um doce de gosto bem duvidoso
Cracker: Um tubinho que as pessoas estouram antes da ceia. Normalmente tem um chapéu de papel ou um poema dentro.
Advent Calendar: É um calendário interativo de contagem regressiva do Natal
Mulled Wine: É o famoso quentão! Como o natal no Reino Unido acontece no inverno, ele é muito popular. Existe também a “mulled cider”, que é feito de cidra, e não de vinho.
Xmas / Crimbo: gírias para “Christmas” (natal)

Abaixo, um vídeo da BBC America que ensina como ter um natal britânico!

Cultura oferece mais 138 bolsas para professores de inglês

2 mêses atrás ----- Blog

Estão abertas as inscrições para os três cursos gratuitos que a Cultura Inglesa e a Faculdade Cultura Inglesa estão disponibilizando para professores com dupla licenciatura (Português-Inglês) da rede pública de São Paulo.

Entre 2018 e 2019, a Cultura Inglesa vai disponibilizar em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de SP um total de 500 bolsas. Para o 1º semestre de 2019, são mais 138 bolsas disponíveis para três cursos: Extensão Universitária, Especialização e Curso de Língua Inglesa.

Os cursos são para professores titulares de Língua Inglesa em regência de classe e professores com dupla licenciatura (Português-Inglês) que estejam ministrando aula de Língua Inglesa na Rede Municipal de Ensino de São Paulo (RME-SP).

A pré-inscrição para os cursos do Programa de Formação Continuada para Professores de Língua Inglesa será realizada no período de 05/12 a 12/12/2018 nos links abaixo:

Curso de Língua Inglesa

Especialização

Extensão Universitária

A partir da pré-inscrição, o candidato deverá se dirigir à unidade escolhida para realizar o teste de proficiência e, havendo vaga no horário desejado, poderá efetuar a matrícula no período de 01/12/2019 a 15/02/2019. As aulas terão início em março de 2019.

Mais informações no site de Prefeitura

Top 5 dicas para quem quer fazer intercâmbio

2 mêses atrás ----- Blog

Tem vontade de estudar ou trabalhar fora, mas não sabe por onde começar? Perguntamos para o nosso parceiro STB quais as principais dicas para te ajudar a achar seu caminho! Confira:

1) Defina seu objetivo
Estudar por um tempo no exterior, trabalhar ou fazer um intercâmbio nas férias? O primeiro passo do planejamento é definir o seu objetivo. Saiba que, para toda meta, há diversos tipos de programas! Por exemplo, se você tem entre 18 e 24 anos, pode optar por um curso de idioma, experimentar programas de trabalho e até mesmo viver uma experiência universitária no exterior. E, em alguns países, como Austrália e Irlanda, é permitido trabalhar e estudar ao mesmo tempo!

2) Conheça seu nível de inglês
“Meu inglês não é muito bom, posso fazer intercâmbio?” Pode! Há intercâmbio do inglês básico ao avançado. Em alguns cursos, como o universitário, por exemplo, você precisa comprovar um bom nível de inglês através dos certificados TOEFL, IELTS ou de Cambridge (a Cultura aplica todos eles!). Já para intercâmbios como um high school nos Estados Unidos, não é necessário certificado, a própria STB pode avaliar o seu nível de proficiência na hora.

3) Escolha um país que caiba no seu bolso
Por conta do câmbio e dos preços locais, Irlanda, Malta e Canadá são os países mais em conta para estudar inglês fora! Há várias opções de intercâmbio para diferentes orçamentos. Veja mais aqui

4) Defina quanto tempo você vai ficar fora
O intercâmbio pode durar algumas semanas (férias com a família) ou até alguns anos (curso universitário). Para pegar fluência no idioma e de fato imergir em uma outra cultura, quanto mais tempo melhor, mas toda experiência fora é um aprendizado valioso! Portanto, se você não pode ficar muito tempo longe, sem problemas, há intercâmbios muito legais com diferentes durações.

5) Olho no visto e no planejamento
Se você for ficar menos de 3 meses na África do Sul, não vai precisar tirar visto com antecedência, mas se for para a Austrália, mesmo que por apenas 1 semana, vai precisar tirar algum dos tipos de visto que eles oferecem. Cada país tem sua política de visto e burocracias, portanto, planeje seu intercâmbio com pelo menos 3 meses de antecedência (assim você consegue renovar passaporte, visto, tirar certificado de inglês, etc).
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Confira o Canal do Intercâmbio no YouTube para saber qual a melhor opção de intercâmbio para você

Dúvidas? Entre em contato com o STB

 

Os vencedores do Edital do 23º Cultura Inglesa Festival

2 mêses atrás ----- Blog

Aqui estão eles! Estes são os projetos vencedores do Edital do 23º Cultura Inglesa Festival nas categorias Dança, Curta-Metragem Digital, Artes Visuais e Teatros Adulto e Infantil. Todos são inéditos e estarão na programação da edição de 2019 do Festival. Confira a lista:

 

DANÇA

I M A G I N E
Proponente: Beatriz Sano
Inspiração britânica: “Imagine”, de Jonh Lennon

SLOWSOUL
Proponente: Allyson Mendes do Amaral
Inspiração britânica: As canções do álbum “Maxinquaye”, do artista britânico Tricky

1º suplente: Dança do Fim do Mundo – Proponente: Carolina Nóbrega Silva
2º suplente: Plush to Touch – Proponente: Talita Florêncio Pereira

Curadoria: Iara Biderman, Leandro de Souza e Yaskara Manzini

 

TEATRO ADULTO

Heather – A Outra Face da Fama
Texto: Thomas Eccleshare
Proponente: Laís Marques Silva
Suplente Heather : Vermes – Proponente: Kiko Rieser

Intervenção
Texto: Mike Bartlett
Proponente: Cristina Cavalcanti

Suplente
Selvagem – Proponente: Ricardo Henrique Silva

Curadoria: Kiko Marques, Maria Eugênia de Menezes e Silvana Garcia

 

TEATRO INFANTIL

A Travessia de Maria e Seu Irmão João
Proponente: Soledad Yunge (Cia. Arthur-Arnaldo)
Inspiração britânica: Releitura do conto clássico HANSEL & GRETEL do autor britânico Neil Gaiman.

O Rouxinol e a Rosa

Proponente: Cintia Regina Alves Pereira  (Coletivo Grão – Arte e Cidadania)
Inspiração britânica: baseado no conto “The Nightingale and the Rose” escrito pelo escritor, poeta e dramaturgo britânico Oscar Wilde.

Suplentes
1º suplente: O Fio – Proponente: Ana Luisa de Mattos Masset Lacombe
2º suplente: Hora de Sair da Banheira, Shirley – Proponente: Manuela Barbosa Afonso


Curadoria: Gabriela Romeu, Heraldo Firmino e Simone Grande

CURTA-METRAGEM DIGITAL

Vitorianna

Proponente: Daniel Pech Bezerra
Diretora: Gabriela Capello
Inspiração britânica: músicas do U2, The Smiths, The Cure, New Order, Pulp, Echo & the Bunnymen e Ladytron.

 

Inside Out
Proponente e Diretor: Leandro Goddinho
Inspiração britânica: Livremente inspirado na música “I’m your man”, do George Michael

 

Suplentes
1º Suplente: Não me Abandone – Proponente: Gabriel Vieira de Mello
2º Suplente: Cidade Fantasma – Proponente: André Fernando Goulart Senna

Curadoria: Deborah Osborn, João Federici e Sidney Santiago

ARTES VISUAIS

Entre Dois Mundos

Proponente: Tiago Mestre
Inspiração britânica: Bernard Leach (pai da cerâmica britânica)

Tudo é Dissimulado (Everything is disguised)

Proponente: David Magila
Inspiração britânica: Paisagens londrinas e o universo do pintor britânico Hurvin Anderson

Notas de um Sonho

Proponente: Antonio Carlos Tironi Galhardo (Caco Galhardo)
Inspiração britânica: Sonho de uma Noite de Verão, William Shakespeare

Suplentes
1º Suplente: Intimate Surface – Proponente: Sidney Philocreon de Mendonça
2º Suplente: Página Preta – Proponente: Leonardo de Araujo Beserra
3º Suplente: A Origem das Espécies – Proponente: Mari Nagem

Curadoria: Claudia Marchetti, Fábio Cypriano, Julio Landmann, Marcelo Araújo e Martin Grossmann

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49 anos atrás
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