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[The Insider] O melhor da National Portrait Gallery

3 anos atrás ----- Blog The Insider The Insider

Sabe quantos museus há em Londres? Mais de 240! A cidade tem desde museu dedicado à história da anestesia até a galeria de arte moderna mais visitada do mundo (a Tate Modern).

E um dos museus mais simpáticos e agradáveis de se visitar na cidade é o dedicado exclusivamente aos retratos.

Na National Portrait Gallery só tem retratos (pinturas, basicamente, mas também algumas fotos e esculturas) de personalidades britânicas. E trata-se de um dos museus mais visitados da Inglaterra — em 2012, mais de 2 milhões de pessoas passaram por lá!

Um detalhe: a entrada é gratuita, pois uma lei de 2001 exige que os museus públicos do país tenham “free admission“.

Bom, fui na National Gallery com uma câmera na mão para registrar os “highlights” da exposição permanente e também da mostra especial sobre a Rainha Elizabeth II. Dá uma olhada (clique na foto para saber mais sobre cada obra!):.
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Queen libera no YouTube show clássico do Rock in Rio 1985

4 anos atrás ----- Blog

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Foi o maior show do Queen em todos os tempos. E agora a banda liberou no YouTube na íntegra!

Com 29 anos completados neste domingo, esta apresentação no primeiro Rock in Rio foi lançada com o nome de “Live in Rio” em VHS em 1991 e em DVD em 2013,  e agora pode ser também vista online na faixa.

Aquele momento emocionante no qual o público canta Love of My Life para o Freddie Mercury está aí.

A banda britânica tocou nos dias 12 e 19 de janeiro de 1985 para um público de 250 mil pessoas em cada show! Foi o maior público para o qual o Queen tocou na carreira.

Deus salve a Rainha! Já faz 60 anos, sabia?

4 anos atrás ----- Blog Edital Exposições

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Você sabia que neste ano faz 60 anos que Elizabeth II foi coroada rainha da Inglaterra? Sim, faz um tempo. Se você não é sexagenário muito provavelmente não faz lá grande ideia de como foi o evento, certo? Mas ele foi histórico!

Na época, Elizabeth tinha apenas 25 anos quando recebeu a notícia de que seu pai, George VI, havia falecido. A mais velha das filhas do rei, assumiu o trono imediatamente, mas seria coroada rainha apenas 16 meses depois, em 2 de junho de 1953. A espera valeu a pena, a cerimônia entrou para a história.

 

A  coroação

Tudo começou com uma procissão do Palácio de Buckingham até a Abadia de Westminster, onde tradicionalmente ocorrem as coroações britânicas. Assim como acontece hoje em dia em grandes shows, centenas de pessoas acamparam durante à noite para guardar os melhores pontos do percurso. Dá para acreditar?

Nem a leve garoa pela manhã espantou a multidão de quase três milhões de pessoas disposta a saudar a nova rainha. E lá foi ela na carruagem real –chamada de Gold State Coach–, construída em 1762, folheada a ouro e que pesa nada menos que quatro toneladas! Na sua frente estavam as bandas da Brigada da Guarda, chefes de Estado e realezas vizinhas.

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Na Abadia de Westminster, a (ainda) princesa era aguarda por 8 mil pessoas e trajava um belo vestido em seda branca e um manto de veludo com mais de cinco metros de comprimento. Daí você deve estar se perguntando como controlar essa cauda imensa. Calma, ela tinha à disposição sete damas de honra que a ajudaram a a chegar no altar, onde fez o Juramento de Coroação.

Em seguida, recebeu em sua mãos o kit completo que lhe consagrariam de uma vez por todas rainha: cetros, orbe, o manto e a cora. A congregação então soltou o grito, imortalizado pela música dos Sex Pistols anos mais tarde, “God save the queen!”.

Agora você conhece um pouco mais desse marco histórico que serviu de inspiração para o projeto “Night Out”, que participa do 17° Cultura Inglesa Festival, do artista Rafael RG. A partir do dia 18 de maio, no Centro Brasileiro Britânico (CBB), você vai poder conferir a releitura que el fez da cerimônia por meio da junção de documentos da época e de objetos ficcionais.

Canção do Queen é a mais “catchy” de todos os tempos

5 anos atrás ----- Blog

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Segundo um estudo da Universidade de York, na Inglaterra, o clássico We Are the Champions, de 1977, é canção mais “catchy” da história. “Catchy” são aquelas músicas que grudam e você não para de cantarolar depois de ouvir uma vez.

O vocal de Freddie Mercury nesta música tem todos os ingredientes para mexer com nossos instintos e nos fazer querer cantar junto. 

O estudo foi conduzido pelo musicologista Alisun Pawley (PhD em “cantabilidade” pela York University) e pelo psicólogo musical Daniel Müllensiefen.

Entre as várias características de uma música grudenta, segundo a dupla de cientistas, estão, por exemplo, refrãos com mais alturas de notas diferentes e vozes masculinas com agudos potentes (que tendem a fazer mais efeito no nosso subconsciente).

Os cientistas analisaram milhares de pessoas cantarolando junto com milhares de diferentes canções. Eis as top 10 músicas mais grudentas identificadas pela pesquisa (tem umas coisas meio estranhas aí, não?):
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1) We are the Champions, Queen (1977)

2) Y.M.C.A, The Village People (1978)

3) Fat Lip, Sum 41 (2001)

4) The Final Countdown, Europe (1986)

5) Monster, The Automatic (2006)

6) Ruby, The Kaiser Chiefs (2007)

7) I’m Always Here, Jimi Jamison (1996)

8) Brown Eyed Girl, Van Morrison (1967)

9) Teenage Dirtbag, Wheatus (2000)

10) Livin’ on a Prayer, Bon Jovi (1986)