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Cultura Inglesa Blog – Cultura Inglesa – Página: 140 – Só mais um site WordPress

Blood Red Shoes: a primeira twitcam a gente nunca esquece

6 anos atrás ----- Blog

O primeiro “encontro” do Blood Red Shoes com o público brasileiro mereceu até um brinde.

Foi num clima despojado que Laura-Mary Carter e Steven Ansell conversaram com os fãs, ao vivo na Twitcam, sobre a vinda ao Brasil para o 15º Cultura Inglesa Festival.

Muito bem acomodados diante da webcam com suas taças de vinho tinto, eles contaram que estão ansiosos para aterrissarem por aqui.

“Sempre ouvimos que o público brasileiro é muito vibrante e estamos numa grande expectativa para esta nossa ‘primeira vez’”, disse Laura. Será a estreia deles em palcos da América do Sul – e os dois costumam dizer que adoram festivais.

Eles chegam aqui para apresentar o Fire Like This, de 2010, segundo disco da carreira. Para quem for ao show, a dica que Steven deu na twitcam é prestar atenção ao que Laura faz na guitarra.

O Blood Red Shoes renega influências que sirvam apenas para deixar as suas músicas mais agradáveis, melódicas e “comerciais”, como dizem. Querem vender discos, sim, mas afirmam que querem fazer a música que mais lhes agrada, com a guitarra rangindo sempre.

Os dois também concordaram que a música britânica está em um bom momento – eles, ao menos, não têm do que reclamar, estão rodando a Europa com seu show vibrante.

E, diante da pergunta “é fácil ou difícil fazer música ‘apenas’ em dupla?”, disseram que a afinidade que encontram um no outro torna a tarefa mais fácil. Por ora, Laura e Steven descartarem planos de ampliar a banda.

No final da entrevista com os fãs, a dupla revelou com um sorriso que adorou a primeira Twitcam que fizeram na carreira.
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Saiba mais: o show do Blood Red Shoes é domingo, dia 29 de maio, de graça, no “Música no Parque” do 15º Cultura Inglesa Festival

 

Carlitos Tevez: o próximo filho de Noel Gallagher

6 anos atrás ----- Blog

Assim como cá, o futebol e a música tem laços estreitos também no Reino Unido.

Melhor para o Oasis.

Nesse último final de semana, a cidade de Manchester ficou ensandecida: tanto o United quanto o City foram campeões – Campeonato Inglês e Copa da Inglaterra, respectivamente.

Manchester é a terra dos irmãos mais loucos do Rock’n Roll: Noel e Liam Gallagher, ex-Oasis. Ambos são fanáticos pelo Manchester City, o time azul da cidade.

E, claro, Noel está sempre se envolvendo em polêmicas em nome de seu clube do coração.

Ele já disse que votaria em Carlos Tevez, atacante do time, para Homem do Ano de Manchester. Já disse também que daria o nome de “Carlos Tevez Gallagher” para seu próximo filho!

Em 2009, na última passagem da banda pelo Brasil, Noel convocou o Nilmar, à época no Inter de Porto Alegre e autor de um gol antológico contra o Corinthians, para os bastidores do show do Oasis – além, é claro, de tentar aliciar o jogador para o City.

E semana passada ameaçou Gary Neville, o lateral do time rival, por ter usado uma letra do Oasis em seu Twitter. É o mesmo jogador que, certa vez, quis uma guitarra autografada de Noel e recebeu de volta o instrumento com os dizeres: “Feliz aniversário, idiota (Man City Football Club)”.

Bom, se você quer conhecer mais sobre os bastidores do Oasis e sacar mais da música britânica, apareça para o bate-papo com o produtor Allan McGee, o descobridor da banda e dono da lendária Creation Records, lar do Oasis nos primeiros — e históricos — discos do grupo.

É no StudioSP, dia 27, às 15 horas!

 

Quer bater um papo com o Blood Red Shoes?

6 anos atrás ----- Blog


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Na Inglaterra, o pessoal do Blood Red Shoes já está ligado no 15º Cultura Inglesa Festival. E, amanhã, a vocalista Laura-Mary Carter e o baterista Steven Ansell têm um encontro marcado com os seus fãs brasileiros.

A dupla vai contar um pouco sobre sua vinda ao Brasil em um bate-papo que a gente organizou no Twitcam. Vai ser amanhã, entre as 18h e 18h30, e é muito fácil participar.

Fiquem atentos ao twitter da Cultura Inglesa. Às 18h, vamos disponibilizar o link do bate-papo. Basta clicar e você estará lá, junto com a Laura-Mary e o Steven em vídeo transmitido ao vivo. Para mandar as suas perguntas, você deve ter um conta no Twitter e estar logado. Serão priorizadas as perguntas com a hashtag #15CIF. Não se esqueça!

Se não der tempo de responder todas as suas perguntas, não se preocupe. Elas serão guardadas e a gente traz as respostas depois.

Bem, a conversa promete ser boa. Afinal, a banda está se preparando para o seu primeiro show no Brasil. Eles vêm apresentar o disco “Fire Like This”, de 2010, que teve a produção de Mike Crossey (do Arctic Monkeys e Razorlight). Apesar do pouco tempo de estrada, a dupla bombástica já rodou a a Europa com o Maxïmo Park, Panic! at the Disco, Metric, e os Rumble Strips.

Aqui, no show do dia 29 de maio no Parque da Independência, eles tocarão no mesmo palco que o Miles Kane e Gang of Four. E, melhor ainda, de graça!
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✰ Veja a programação completa do Música no Parque

Em funeral do Monty Python tem palavrão, sim, senhor

6 anos atrás ----- Blog

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Você sabe quem foi a primeira pessoa a proferir um palavrão em memória de alguém recém-falecido? Um Python, claro.

Em outubro de 1989, um dia antes do aniversário de 20 anos do grupo Monty Python, faleceu Graham Chapman, o membro mais excêntrico dos seis, protagonista dos filmes A Vida de Brian.

Em seu memorial, John Cleese fez questão de fazer piadas e proferir palavrões em homenagem ao amigo, “como Chapman gostaria”, assim disse ele.

Na mesma cerimônia, liderados por Erid Idle, os comediantes cantaram Always Look on the Bright Side of Life, famosa canção de encerramento do filme A Vida de Brian, tema de uma crucificação coletiva.

Parece a decrição de uma esquete, mas é verdade. Veja os melhores momentos do memorial no vídeo acima.

Já os melhores momentos de Graham Chapman como membro do Monty Python você pode conferir na retrospectiva do festival.
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✰ Veja a programação completa da Retrospectiva Monty Python

Nosso rock inglês vai muito além do Britpop

6 anos atrás ----- Blog

[youtube width=”650″ height=”300″]http://www.youtube.com/watch?v=sob1cUVd-vE[/youtube]

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Por
Alexandre Matias*

O rock inglês sempre foi visto como uma espécie de primo sisudo e erudito do rock americano.

Explico: se os Beatles não tivessem ouvido o rock americano dos anos 50 e resolvessem formar um grupo que seguia a tradição da música pop britânica da época, talvez nunca tivessem se tornado a maior banda do século 20.

Mas, do mesmo jeito, o rock não seria um fenômeno global e se esconderia nas notas de rodapé da história da cultura popular ocidental, uma fusão entre rhythm’n blues e country music que durou só o tempo de Elvis Presley virar ídolo nacional e entrar para o exército.

Mas foram os Beatles que mostraram para o resto do mundo que a promessa do rock – “qualquer um pode tocar guitarra” – não tinha morrido com Buddy Holly.

Foram eles que mostraram inclusive para os Estados Unidos que o rock – e não apenas o rock’n’roll dos anos 50 – podia ir além da cruza entre country e blues e dominar o mundo.

No vácuo dos Beatles, uma geração inteira de bandas inglesas cruzou o Atlântico e dominou o mundo.

E abriu espaço para novos desdobramentos do gênero – o que começou lentamente a mudar a cara do rock inglês, pois foi a partir desses novos braços do rock (a psicodelia, o rock progressivo, o glam rock) que a música do Reino Unido foi ganhando ares mais sofisticados e menos crus.

Justo a Inglaterra que deu ao mundo um clássico da demolição sonora – o Who.
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Os EUA começaram a exigir de volta a paternidade do rock – Bob Dylan batizou o disco em que assumiu a guitarra elétrica de Bringing it All Back Home (trazendo tudo de volta pra casa) e logo grupos como Stooges, MC5, Modern Lovers e o Velvet Underground sedimentavam o caminho para o nascimento do punk – e mesmo com esse gênero tendo seus maiores nomes nascidos na Inglaterra (Sex Pistols e Clash), a crueza e a qualidade direta do rock voltou para os EUA.

A ponto de todo o novo rock surgido no século 21 ser primordialmente americano, com bandas como Strokes, White Stripes, Interpol e Rapture sendo saudadas como principais nomes do novo rock, mesmo que elas se inspirassem abertamente em bandas inglesas, principalmente do punk e do pós-punk.

O 15º Cultura Inglesa Festival tenta reestabelecer a espontaneidade do rock inglês para muito além do britpop, em palco armado no Parque da Independência.

Além de três bandas que ganharam o concurso interno de bandas da escola, escolhi artistas que capturem a força e a energia de um recorte deste rock inglês que pouco nos vêm à memória, pela onipresença do rock americano.
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Duas bandas nacionais começam a contar essa história tocando clássicos dos anos 60: os gaúchos do Cachorro Grande visitam o grupo The Who e os Mockers (3/5 do Cidadão Instigado) voltam aos Beatles depois da psicodelia.

Depois duas novas atrações inglesas, ainda mais jovens do que a geração dos Strokes, sobem ao palco. A dupla Blood Red Shoes é o avesso dos White Stripes – um cara na bateria e uma menina na guitarra, e na minha opinião deixam Jack White no chinelo.

Miles Kane fez dupla com o “arctic monkey” Last Shadow Puppets e agora lança seu primeiro disco solo, depois de chamar atenção em 2010 com o hit “Inhaler”, uma das melhores músicas do ano passado.

E concluindo a apresentação, os papas do pós-punk Gang of Four vêm ao Brasil pela segunda vez mostrar a fonte de onde Strokes, Interpol e outras bandas já decanas de Nova York beberam em seus primeiros dias.

Misturando punk, funk e política, eles também trazem músicas do novo álbum, “Content”, o primeiro em quinze anos.

É uma Inglaterra bem fora dos padrões ingleses que estamos acostumados a ouvir por aí. Ainda bem.
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✰ Veja a programação completa do Música no Parque

*Alexandre Matias é um dos curadores do 15º Cultura Inglesa Festival

Tweet and Shout – Last call!

6 anos atrás ----- Blog

[youtube width=”650″ height=”300″]http://www.youtube.com/watch?v=h6TIEkB4_F8[/youtube]

Se você quer abrir a balada do Alan McGee ou do Glen Matlock, ainda dá tempo! O concurso Tweet and Shout vale até 0h de hoje.

Dois vencedores vão ganhar passe livre para as baladas do Festival, levar pra casa CDs autografados e — o melhor — ainda vão ser convidados para discotecar na balada do DJ preferido!

Para começar a tuitar seu set e participar, acesse nossa página de concursos. Mas corra! Hoje é o último dia.

Os vencedores serão conhecidos no dia 20 de maio.

Aqui no Festival, seu livro velho vale muito!

6 anos atrás ----- Blog

Sabe aqueles livros de inglês que você não usa mais? Eles podem ser úteis para alguém que esteja começando os estudos.

Durante o 15º Cultura Inglesa Festival, além de curtir os eventos, você também pode ajudar o próximo.

Para fazer uma boa ação, basta separar essas preciosidades e deixá-las em algum dos pontos da campanha de doação de livros promovida pelo Festival.

Os pontos de coleta estarão presentes em todas as unidades da Cultura Inglesa da cidade de São Paulo (veja a lista) e na estação Paraíso do metrô.

Os livros serão repassados para ONGs e escolas públicas.

Doar livros é um jeito rápido e fácil de reciclar cultura!

 

A influência sem limites do Gang of Four

6 anos atrás ----- Blog

O Red Hot Chili Peppers é fã descarado do Gang of Four. Assim como o Rage Against The Machine, o Franz Ferdinand, o Bloc Party…

Em entrevista hoje ao Estadão, Andy Gill, guitarrista do quarteto inglês conta um pouco dessas influências e do começo da carreira da banda.

E revela: “Certa vez, o Flea (baixista do Chili Peppers) me disse que estava surpreso que eu nunca havia processado ele”.

Esse cara tem história. Leia a matéria do Estadão na íntegra aqui.

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O Gang of Four toca dia 29 de maio no 15º Cultura Inglesa Festival!