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Cultura Inglesa Dança – Blog – Cultura Inglesa

DANÇA → Farmácia (3ª apresentação)

5 anos atrás ----- Cultura Inglesa Dança

Pílulas que constroem a trajetória de um espetáculo. Assim é a dança Farmácia.

Um corpo é atravessado por estados corporais aleatórios e desconexos provocados pela ingestão de pílulas fictícias. E a cada comprimido ingerido, um novo estado, novos movimentos e padrões gestuais são apresentados.

Ao ingerir as pílulas, pontos coloridos são projetados e se acumulam até comporem a tela LSD, do artista plástico inglês Damien Hirst, um dos mais celebrados artistas da arte contemporânea.

Quando o corpo atinge um colapso, a projeção torna-se animação e acaba por compor a obra Valium, também de Hirst.

O ambiente farmacológico do palco remete a outra obra do artista inglês, a instalação Pharmacy.

Com as várias referências a Damien Hirst, o espetáculo Farmácia de Anderson Gouvêa pretende propor uma reflexão sobre a auto-medicação, a complexa e paradoxal relação entre o homem e os ciclos da natureza, a determinação das condições de sua existência e a incansável busca pela preservação da vida.
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Ficha técnica
Criação e interpretação: Anderson Gouvêa
Orientação cênica: Carlos Martins
Orientação farmacológica: Danilo de Carvalho
Preparação corporal (BMC): Tarina Quelho
Trilha sonora: Alê Prade (Salto da Rã)
Iluminação: André Boll (Santa Luz)
Cenografia: Anderson Gouvêa
Animação: Iam Sampaio (Studioyay)
Figurino: Anderson Gouvêa
Produção Executiva: Marcio Marques

Galeria Olido – Sala Paissandú
10/06, às 19h
Avenida São João, 473

DANÇA → Farmácia (2ª apresentação)

5 anos atrás ----- Cultura Inglesa Dança

Pílulas que constroem a trajetória de um espetáculo. Assim é a dança Farmácia.

Um corpo é atravessado por estados corporais aleatórios e desconexos provocados pela ingestão de pílulas fictícias. E a cada comprimido ingerido, um novo estado, novos movimentos e padrões gestuais são apresentados.

Ao ingerir as pílulas, pontos coloridos são projetados e se acumulam até comporem a tela LSD, do artista plástico inglês Damien Hirst, um dos mais celebrados artistas da arte contemporânea.

Quando o corpo atinge um colapso, a projeção torna-se animação e acaba por compor a obra Valium, também de Hirst.

O ambiente farmacológico do palco remete a outra obra do artista inglês, a instalação Pharmacy.

Com as várias referências a Damien Hirst, o espetáculo Farmácia de Anderson Gouvêa pretende propor uma reflexão sobre a auto-medicação, a complexa e paradoxal relação entre o homem e os ciclos da natureza, a determinação das condições de sua existência e a incansável busca pela preservação da vida.
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Criação e interpretação: Anderson Gouvêa
Orientação cênica: Carlos Martins
Orientação farmacológica: Danilo de Carvalho
Preparação corporal (BMC): Tarina Quelho
Trilha sonora: Alê Prade (Salto da Rã)
Iluminação: André Boll (Santa Luz)
Cenografia: Anderson Gouvêa
Animação: Iam Sampaio (Studioyay)
Figurino: Anderson Gouvêa
Produção Executiva: Marcio Marques

Galeria Olido – Sala Paissandú
09/06, às 20h
Avenida São João, 473, São Paulo

DANÇA → Farmácia (1ª apresentação)

5 anos atrás ----- Cultura Inglesa Dança

Pílulas que constroem a trajetória de um espetáculo. Assim é a dança Farmácia.

Um corpo é atravessado por estados corporais aleatórios e desconexos provocados pela ingestão de pílulas fictícias. E a cada comprimido ingerido, um novo estado, novos movimentos e padrões gestuais são apresentados.

Ao ingerir as pílulas, pontos coloridos são projetados e se acumulam até comporem a tela LSD, do artista plástico inglês Damien Hirst, um dos mais celebrados artistas da arte contemporânea.

Quando o corpo atinge um colapso, a projeção torna-se animação e acaba por compor a obra Valium, também de Hirst.

O ambiente farmacológico do palco remete a outra obra do artista inglês, a instalação Pharmacy.

Com as várias referências a Damien Hirst, o espetáculo Farmácia de Anderson Gouvêa pretende propor uma reflexão sobre a auto-medicação, a complexa e paradoxal relação entre o homem e os ciclos da natureza, a determinação das condições de sua existência e a incansável busca pela preservação da vida.
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Ficha técnica
Criação e interpretação: Anderson Gouvêa
Orientação cênica: Carlos Martins
Orientação farmacológica: Danilo de Carvalho
Preparação corporal (BMC): Tarina Quelho
Trilha sonora: Alê Prade (Salto da Rã)
Iluminação: André Boll (Santa Luz)
Cenografia: Anderson Gouvêa
Animação: Iam Sampaio (Studioyay)
Figurino: Anderson Gouvêa
Produção Executiva: Marcio Marques

Galeria Olido – Sala Paissandú
08/06, às 20h
Avenida São João, 473, São Paulo

DANÇA → Tempestعاصفة (a 3ª apresentação)

5 anos atrás ----- Cultura Inglesa Dança

TEMPESTعاصفة de Daniel Kairoz, partiu do quadro Snowstorm – Steamboat off a Harbour’s Mouth making Signals in Shallow Water, and going to the Lead. The Author was in this Storm on the Night the Ariel left Harwich, de W. Turner, que serviu como partitura para criar quatro coreografias – som, luz, dança, fumaça – quatro vozes independentes que coexistem numa mesma caixa preta, num mesmo teatro. A Dança é o Acidente precipitado pelo encontro destas quatro coreografias.
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Ficha técnica
Concepção e Direção Geral: Daniel Kairoz
Coreografia (dança): Andreia Yonashiro e Daniel Kairoz
dança: Daniel Fagundes
Coreografia (som): Felipe Ribeiro
Coreografia (bits): Ricardo Palmieri
Coreografia (luz): André Boll
Figurino: Simone Mina
Assistente (figurino): Karina Sato
Aula Seitai-Ho, Do-Ho, Fude Do-Ho e atendimento de So-Ho: Toshi Tanaka
Produção: Ricardo Muniz Fernandes


Galeria Olido – Sala Paissandú
03/06, às 19h
Avenida São João, 473, São Paulo

DANÇA → Tempestعاصفة (a 2ª apresentação)

5 anos atrás ----- Cultura Inglesa Dança

TEMPESTعاصفة de Daniel Kairoz, partiu do quadro Snowstorm – Steamboat off a Harbour’s Mouth making Signals in Shallow Water, and going to the Lead. The Author was in this Storm on the Night the Ariel left Harwich, de W. Turner, que serviu como partitura para criar quatro coreografias – som, luz, dança, fumaça – quatro vozes independentes que coexistem numa mesma caixa preta, num mesmo teatro. A Dança é o Acidente precipitado pelo encontro destas quatro coreografias.
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Ficha técnica
Concepção e Direção Geral: Daniel Kairoz
Coreografia (dança): Andreia Yonashiro e Daniel Kairoz
dança: Daniel Fagundes
Coreografia (som): Felipe Ribeiro
Coreografia (bits): Ricardo Palmieri
Coreografia (luz): André Boll
Figurino: Simone Mina
Assistente (figurino): Karina Sato
Aula Seitai-Ho, Do-Ho, Fude Do-Ho e atendimento de So-Ho: Toshi Tanaka
Produção: Ricardo Muniz Fernandes


Galeria Olido – Sala Paissandú
02/06, às 20h
Avenida São João, 473, São Paulo

DANÇA → Tempestعاصفة (a 1ª apresentação)

5 anos atrás ----- Cultura Inglesa Dança

TEMPESTعاصفة de Daniel Kairoz, partiu do quadro Snowstorm – Steamboat off a Harbour’s Mouth making Signals in Shallow Water, and going to the Lead. The Author was in this Storm on the Night the Ariel left Harwich, de W. Turner, que serviu como partitura para criar quatro coreografias – som, luz, dança, fumaça – quatro vozes independentes que coexistem numa mesma caixa preta, num mesmo teatro. A Dança é o Acidente precipitado pelo encontro destas quatro coreografias.
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Ficha técnica
Concepção e Direção Geral: Daniel Kairoz
Coreografia (dança): Andreia Yonashiro e Daniel Kairoz
dança: Daniel Fagundes
Coreografia (som): Felipe Ribeiro
Coreografia (bits): Ricardo Palmieri
Coreografia (luz): André Boll
Figurino: Simone Mina
Assistente (figurino): Karina Sato
Aula Seitai-Ho, Do-Ho, Fude Do-Ho e atendimento de So-Ho: Toshi Tanaka
Produção: Ricardo Muniz Fernandes


Galeria Olido – Sala Paissandú
01/06, às 20h
Avenida São João, 473, São Paulo

DANÇA → Vácuo (3ª apresentação)

5 anos atrás ----- Cultura Inglesa Dança

O espetáculo de Hideki Matsuka, Key Sawao e Ricardo Iazzetta vai criar um vácuo entre contornos, objetos, movimentos, corpos, temporalidade e espacialidade.

Assim, as relações entre essas variantes promovem a criação e a recriação do espaço.

Vácuo estabelece um diálogo com a obra do artista inglês Mike Nelson, que usa materiais do cotidiano para criar, em suas instalações, ambientes capazes de evocar diversas narrativas.

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Ficha técnica
Concepção: Hideki Matsuka, Key Sawao e Ricardo Iazzeta
Direção: Key Sawao e Ricardo Iazzeta
Criação e dança: Beatriz Sano, Key Sawao e Ricardo Iazzeta
Coordenação de Arte/ Espaço Cênico: Hideki Matsuka

Galeria Olido – Sala Paissandú
27/05, às 19h
Avenida São João, 473, São Paulo

DANÇA → Vácuo (2ª apresentação)

5 anos atrás ----- Cultura Inglesa Dança

O espetáculo de Hideki Matsuka, Key Sawao e Ricardo Iazzetta vai criar um vácuo entre contornos, objetos, movimentos, corpos, temporalidade e espacialidade.

Assim, as relações entre essas variantes promovem a criação e a recriação do espaço.

Vácuo estabelece um diálogo com a obra do artista inglês Mike Nelson, que usa materiais do cotidiano para criar, em suas instalações, ambientes capazes de evocar diversas narrativas.

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Ficha técnica
Concepção: Hideki Matsuka, Key Sawao e Ricardo Iazzeta
Direção: Key Sawao e Ricardo Iazzeta
Criação e dança: Beatriz Sano, Key Sawao e Ricardo Iazzeta
Coordenação de Arte/ Espaço Cênico: Hideki Matsuka

Galeria Olido – Sala Paissandú
26/05, às 20h
Avenida São João, 473, São Paulo

DANÇA → Vácuo (1ª apresentação)

5 anos atrás ----- Cultura Inglesa Dança

O espetáculo de Hideki Matsuka, Key Sawao e Ricardo Iazzetta vai criar um vácuo entre contornos, objetos, movimentos, corpos, temporalidade e espacialidade.

Assim, as relações entre essas variantes promovem a criação e a recriação do espaço.

Vácuo estabelece um diálogo com a obra do artista inglês Mike Nelson, que usa materiais do cotidiano para criar, em suas instalações, ambientes capazes de evocar diversas narrativas.

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Ficha técnica
Concepção: Hideki Matsuka, Key Sawao e Ricardo Iazzeta
Direção: Key Sawao e Ricardo Iazzeta
Criação e dança: Beatriz Sano, Key Sawao e Ricardo Iazzeta
Coordenação de Arte/ Espaço Cênico: Hideki Matsuka

Galeria Olido – Sala Paissandú
25/05, às 20h
Avenida São João, 473, São Paulo

O Contrato – Teatro Adulto (3ª apresentação)

6 anos atrás ----- Dança

Quanto vale um emprego ou um lugar dentro de um grupo? Essas são as principais questões levantadas pelo emergente dramaturgo e diretor inglês Mike Bartlett na comédia de humor negro Contractions.

Inspirado no texto de Bartlett, o espetáculo O Contrato conta a história de Emma, uma funcionária que batalha para manter sua dignidade e fugir da crescente humilhação que sofre por causa de um gerente chantagista.

Uma das cenas mais fortes da peça acontece quando Emma tem que exumar o seu falecido filho. Para manter seu emprego e continuar sua carreira, ela decide mostrar o corpo para o gerente. As fronteiras das relações entre o empregado e o empregador são levadas ao limite.

No espetáculo, os atores exploram brilhantemente a tênue linha que existe entre a nossa vida pessoal e profissional.
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Texto: Contractions, de Mike Bartlett
Direção: Zé Henrique de Paula
Assistente de direção: Beto Amorim
Elenco: Sergio Mastropasqua e Renata Calmon
Direçao musical e Trilha original: Fernanda Maia
Preparaçao de atores: Inês Aranha
Cenografia e Figurinos: Zé Henrique de Paula
Assistente de Cenografia e figurinos: Ci Teixeira
Iluminação: Fran Barros
Fotos: Ronaldo Gutierrez
Produçao executiva: Gabriela Germano
Produção: Firma de Teatro
Tradução: Renata Calmon
Classificação: 14 anos

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Teatro Cultura Inglesa-Pinheiros
Capacidade: 185 lugares
Rua Deputado Lacerda Franco, 333, Pinheiros

Veja os demais horários de exibição.