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Cultura Inglesa Edital | Blog – Cultura Inglesa

Curta premiado em Cannes vai ganhar continuação no #18CIF

3 anos atrás ----- Blog Cultura Inglesa Edital

 

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O ano de 2006 foi bem legal para a dupla Esmir Filho e Mariana Bastos: primeiro, eles dirigiram “Tapa na Pantera”, que bombou na internet como poucos curta-metragens brasileiros já conseguiram. Depois, eles ganharam o prêmio de melhor roteiro na Semana da Crítica do Festival de Cannes com o filme “Alguma Coisa Assim” (que você pode assistir na íntegra ali em cima).

Foi esse curta, patrocinado pelo edital do 10º Cultura Inglesa Festival, que inspirou a participação da dupla no edital de 2014! Eles foram escolhidos pelos curadores novamente e estarão na Mostra de Cinema do #18CIF com o curta “Sete Anos Depois”.

“Sete Anos Depois” vai mostrar os personagens de “Alguma Coisa Assim” mais maduros, mas igualmente amigos (e igualmente confusos). Vai assistindo o primeiro aí em cima para se preparar! Inspirada na música “Seven” do David Bowie, a história do filme tem tudo pra impressionar a gente.

Os horários em que o curta novo vai ser exibido exibido já estão todos aqui, junto com toda a programação de cinema do #18CIF. Não vai perder!

Banksy será inspiração para o espetáculo de dança “Movimento para um homem só” no #18CIF

3 anos atrás ----- Blog Edital

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Espetáculo de dança da Cia. Perversos Polimorfos inspirado na obra de Banksy estreia no Festival deste ano.

Por que assistir: Você já deve ter visto um dos muitos trabalhos de Banksy, artista de rua inglês responsável por algumas obras em estêncil mais conhecidas e provocativas do planeta. Foi com base em uma obra do artista em parceria com Os Gêmeos, pertencentes à ocupação “Better out than in”, feita em Nova York em outubro de 2013, que a companhia dirigida por Ricardo Gali estruturou este espetáculo. Mas não é a primeira vez que os Perversos Polimorfos tomam o britânico como inspiração para suas performances. Em 2010 eles já fizeram o premiado “Banksy Bang”, que ganhou o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna e uma indicação entre os melhores do Guia da Folha daquele ano.

Em destaque: O vasto trabalho de pesquisa da companhia, que tenta traduzir em gestos, coreografia e interpretação as críticas mordazes, porém bem-humoradas, de Banksy à sociedade. Os espetáculos posteriores a “Banksy Bang” – “Ânsia”, de 2011, e “Imagem-nua e outros contos”, de 2013 –, também ajudam a consolidar a Perversos Polimorfos entre as companhias mais interessantes no panorama atual das artes cênicas no Brasil.

Quem faz: Concepção e direção: Ricardo Gali; produção: Débora Sperl; Criadores-Intérpretes: Jerônimo Bittencourt e Lucas Delfino; Iluminação: Aline Santini; Figurino: Josefa Pereira; Trilha sonora: Lourenço Rebetez; Fotografia, videomaker e edição de vídeo: Fábio Furtado.

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“Love and Money”, peça de um dos maiores dramaturgos ingleses atuais, estreia no #18CIF

3 anos atrás ----- Blog Edital

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Peça do inglês Dennis Kelly, dirigida por André Pink e encenada pela Cia. Insaciável, estará em cartaz no próximo Festival.

Por que assistir: A peça foi escrita por um dos principais dramaturgos ingleses da atualidade. Como em um quebra-cabeças, a história de “Love and Money” se desenrola de maneira embaralhada, mas esclarece o quanto o dinheiro e a ganância podem se opor ao amor. Autor dos roteiros de mais de 15 peças teatrais, um filme e algumas séries de TV, Dennis Kelly já foi premiado com quatro Tonys e sete Oliviers, os principais prêmios do teatro nos EUA e na Grã Bretanha, respectivamente. Em 2009, ele foi considerado o melhor dramaturgo não germânico pela revista alemã Theater Heute, e, em 2011, teve um livro com suas quatro primeiras peças publicadas – inclusive o texto deste espetáculo.

Em destaque: A Cia. Insaciável explora diversos recursos teatrais e aposta no exagero em gestos e traços para brincar com a sentimentalidade. André Pink, diretor de todos os espetáculos encenados pelo grupo, vive em Londres desde 1996 – o que explica a sua afinidade com textos de origem britânica.

Quem faz:

Texto: Dennis Kelly

Tradução: Camilo Schaden

Direção e Cenografia: André Pink

Elenco: Bruna Miglioranza, Camilo Schaden, Danilo Gambini, Fernanda Hartmann e Tiago Real.

Atores convidados: Bete Dorgam e Luiz Damasceno

Assistência de Direção: Otávio Oscar

Luz: Denilson Marques

Figurino: Fernanda Hartmann

Preparação vocal: Andrea Kaiser

Arranjos: Yuri Prado

Cenotécnica: Nilton Ruiz Dias

Vídeografismos e video mapping Gabriel Díaz-Regañon e Luciana Ramin. (Agrupamento Andar7)

Produção: Otávio Oscar e Cia. Insaciável

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“Zoopraxiscópio”, inspirado num dos maiores fotógrafos do século XX, é um dos espetáculos de dança do Festival em 2014

3 anos atrás ----- Blog Edital

Time Lapse Leap-Frog

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O espetáculo Zoopraxiscópio, da Cia. Incunábula, é um dos vencedores do Edital do 18º Cultura Inglesa Festival e ganhará vida no Festival deste ano. Ele tem como ponto de partida a fotografia do inglês Eadweard Muybridge.

Por que assistir: Eadweard J. Muybridge foi um dos mais importantes fotógrafos do século XIX. Foi ele quem inventou o aparelho que dá nome a este espetáculo, o zoopraxiscópio. Muybridge procurava retratar o movimento humano e animal em sua obra. Destaca as nuances de movimento do corpo humano utilizando, muitas vezes, diversas câmeras. Ao juntar fotos subsequentes em um aparelho rotatório, o zoopraxiscópio, ele conseguiu, pela primeira vez na história, visualizar imagens “em movimento” – o que influenciou, posteriormente, a invenção do cinema.

Da mesma forma que Muybridge, a Cia. Incunábula explora os mais diversos tipos de movimento em suas coreografias, inspiradas pela coletânea de obras “The Human Figure in Motion”.

Em destaque: O diálogo entre diversos tipos de expressões artísticas, que a Cia. Incunábula já propôs em suas duas últimas criações – “Um Porco Sentado”, de 2010, e “Alfaiataria de Gestos”, de 2011. Com a ajuda de um aplicativo de celular que permite a captura de um movimento em várias imagens, o grupo pretende criar vários “zoopraxiscópios” durante os ensaios para o espetáculo. A proposta é sobrepor movimentos e explorar a dramaturgia que o corpo consegue transmitir com base na técnica de Muybridge.

Quem faz: Concepção, direção e interpretação e desenhos: Roberto Alencar; Dramaturgia do movimento: Angela Nolf; Cenografia: Rogério Marcondes; Desenho de luz: Domingos Quintiliano; Música original: Daniel Maia; Figurino: Roberto Alencar; Vídeos: Gal Oppido; Produção: Berenice Haddad; Vídeos: Gal Oppido; Assistente de vídeo: Iago Ferrão.

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“Denise Desenha nas Paredes” – peça de teatro infantil inédita inspirada em estêncil do Banksy!

3 anos atrás ----- Blog Edital

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Peça infantil d’A Digna Companhia de Teatro e Dança, inspirada na obra de Banksy.

Por que assistir: O artista britânico Banksy tem grande influência na crescente atenção que se tem dado aos muros de grandes cidades. O conteúdo de suas obras provoca questionamentos sobre nossa sociedade como um todo, mas, por ocuparem as ruas, o que mais chama a atenção é a provocação sobre o aproveitamento dos espaços públicos nas cidades. É a partir dessa a ideia que A Digna Companhia projeta sua mais nova peça infantil. Nela, pretende-se mostrar às crianças, futuros cidadãos, que todos podem ser integrantes ativos dos espaços em que vivem. A companhia já tem no histórico a peça infantil “Bolo de Lobo”, 2º melhor espetáculo infantil do 9º Festival de Teatro de Limeira, que provocava as crianças a brincarem com seus medos.

Em destaque: A proposta de encenação da peça investe em forte expressividade visual. A mescla entre projeções, objetos de cena, trilha sonora original e o jogo entre os atores, traz à cena imagens que remetem ao universo pictórico de Banksy e criam um universo entre realidade e fantasia, como nos desenhos animados.

Quem faz: Direção: Vinícius Torres Machado; Dramaturgia: Victor Nóvoa; Elenco: Ana Vitória Bella, Eduardo Mosrri e Helena Cardoso; Cenário e figurino: Eliseu Weide; Criação de luz: Marisa Bentivegna; Trilha sonora original: Pablo Mendoza; Produção: Victor Nóvoa.

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“Plutão e Caronte”, curta-metragem inédito inspirado em “Life on Mars”, estará no Festival

3 anos atrás ----- Blog Edital

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O 18° Cultura Inglesa Festival vai ter curta-metragem inspirado em “Life On Mars?”, clássico de David Bowie!

Por que assistir:  Tomas e Joana sentem falta daquilo que não viveram. Tal qual a garota de que Bowie fala em “Life on Mars?”, esses dois têm sede por uma vida além do mais-do-mesmo de seus 17 anos.  À medida que esses dois jovens desajustados se conhecem, o filme acompanha o ritmo e a intensidade crescentes da relação entre os protagonistas. Para entender a metáfora que dá nome ao filme e guia o relacionamento entre os personagens, vale lembrar uma descoberta astronômica recente. Plutão e Caronte eram considerados planeta e satélite. Mas, junto com o rebaixamento do primeiro para “planeta-anão”, descobriu-se, também, que Plutão constitui um sistema peculiar com o segundo: os dois astros se mantêm girando, juntos e em equilíbrio, ao redor de um eixo imaginário, como satélites de um vazio.

Em destaque: Os dilemas de Joana e Tomas são apresentados num misto de real e irreal, tendo o universo de Bowie como ponto de partida para uma trama que mescla a imensidão do espaço com o íntimo adolescente. Em “Life on Mars?” cabe ao ouvinte preencher a letra abstrata com sua própria experiência. Em “Plutão e Caronte”, Elton de Almeida busca uma relação semelhante com o público. 

Quem faz: Direção e roteiro: Elton de Almeida; Produção: Olívia Patto e Yolanda Barbosa; Fotografia: Laura Cintra, Vanessa Silva, Adriana Serafim; Som: Mariana Vieira; Figurino: Julio Barga; Arte: Renato Duque e Juliana Jucá; Montagem e assistência de direção: Renato Sircilli; Música: Elga Bottini.

Onde e quando: Os curtas do edital serão exibidos antes dos longas da nossa Mostra de Cinema. Confira, logo abaixo, em que horários e locais Plutão e Caronte será exibido, e, aqui, a programação completa da Mostra. 

Data: Sexta-feira, 09/05, às 21h50 (abre para “Diários de Motocicleta”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

Data: Sábado, 10/05, às 19h30 (abre para “Days of the Flowers”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

Data: Domingo, 11/05, às 19h30 (abre para “Genevieve”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

Data: Segunda-feira, 12/05, às 21h50 (abre para abre para “Patagonia”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

Data: Terça-feira, 13/05, às 19h30 (abre para “Colegas”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

Data: Quarta-feira, 14/05, às 19h30 (abre para “Patagonia”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

Data: Quinta-feira, 15/05, às 22h (abre para “Day of the Flowers”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

“Preto no Branco” – peça do inglês Nick Gill no #18CIF

3 anos atrás ----- Blog Edital

Preto no Branco, de Nick Gill, foi um dos vencedores do edital do 18º Cultura Inglesa Festival na categoria “Teatro Adulto”.

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Por que assistir: Em “Preto no Branco” (“Mirror Teeth”, em inglês), o espectador pode conferir um retrato crítico da sociedade europeia atual. A trama mostra a reação de uma família britânica tradicional – de classe média, branca e cristã – ao se deparar com o novo namorado da filha, negro e muçulmano. Escrito pelo inglês Nick Gill, cujas peças costumam ser irônicas e bem provocativas, o roteiro desta comédia propõe que o espectador ria de si, e não do outro.

Em destaque: O diretor brasileiro de “Preto no Branco”, Zé Henrique de Paula, tem uma relação especial com a atual cena teatral britânica e, principalmente, com Nick Gill, já que é mestrando em Direção Teatral na East 15 Acting School da University of Essex. Gill, inclusive, demonstrou interesse em assistir a montagem brasileira de seu trabalho, além de ministrar workshops para dramaturgos daqui.

Quem faz: Texto: Nick Gill; Tradução e direção: Zé Henrique de Paula; Assistente de direção: Thiago Ledier; Preparação de atores: Inês Aranha; Direção musical e preparação vocal: Fernanda Maia; Cenário e figurinos: Zé Henrique de Paula; Assistente de figurinos: Cy Teixeira; Iluminação: Fran Barros; Fotos: Ronaldo Gutierrez; Assessoria de imprensa: Patricia Pichamone; Coordenação de produção: Claudia Miranda; Assistência de produção: Priscilla Oliva; Elenco: Marco Antônio Pâmio, Chris Couto, Bruna Thedy, Thiago Carreira e Sidney Santiago.

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“Estações” será um dos espetáculos de Artes Visuais do Festival em 2014

3 anos atrás ----- Blog Edital

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Um dos projetos que venceu o Edital do Cultura Inglesa Festival na categoria “Artes Visuais” foi a proposta de curtas-metragens em 16 mm de Fernanda Pessoa, inspirados em “The Seasons”, projeto inacabado de Norman McLaren.

Por que ver: O escocês Norman McLaren foi um cineasta de grande sucesso no século passado. Além de talentoso animador e vencedor do Oscar de melhor curta-metragem em 1952, ele foi pioneiro no uso da intervenção direta na película cinematográfica. Essa técnica, pouco recorrente nos dias de hoje, foi escolhida por ele para o experimento “The Seasons”, deixado inacabado. É a partir desse projeto que a cineasta Fernanda Pessoa propõe “Estações”. A ideia é, de certa forma, finalizar o que McLaren começou, intervindo com pintura em filmagens de diferentes cenas paulistanas, fazendo-as remeter às diferentes estações do ano.

Em destaque: A primeira coisa que Pessoa traz à tona é algo bastante incomum para os jovens de hoje: o cinema analógico. Acostumados ao vídeo digital, eles podem se surpreender com “Estações”, que tem cores totalmente diferentes das que atualmente dominam a sétima arte. A intervenção sobre a película dos filmes, feitas com tintas e canetas, também é bastante rara. Inspiradas, assim como Norman McLaren em “The Seasons”, no artista inglês William Turner, essas pinturas vão ilustrar fenômenos naturais como a chuva e o pôr do sol e também os diferentes aspectos do céu em cada estação do ano.

Quem faz: Fernanda Pessoa

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“Sete Anos Depois”, curta da mostra de cinema, será inspirado em David Bowie

3 anos atrás ----- Blog Edital

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Curta-metragem inspirado na música “Seven”, de David Bowie, codirigido por Esmir Filho e Mariana Bastos. Confira o trailer aqui!

Por que assistir: Os diretores deste projeto já participaram do edital do Cultura Inglesa Festival em 2006. Resultado desta parceria, o curta  “Alguma Coisa Assim” chegou a ganhar o prêmio de melhor roteiro na Semana da Crítica do Festival de Cannes  e agora ganha uma sequência. Quando adolescentes, Mari e Caio eram melhores amigos. Após uma noite agitada em uma balada de São Paulo, acabaram se confrontando com dúvidas e sentimentos escondidos. Sete anos depois, tendo percorrido caminhos diferentes, ambos se reencontram na capital paulista e Caio faz uma proposta à Mari que pode transformar a relação dos dois para sempre. Inspirado por elementos da cultura pop, o filme propõe uma reflexão sobre temas atuais ao retratar personagens de 20 e poucos anos, que revivem memórias da adolescência, compartilham suas experiências e projetam novos sonhos.

Em destaque: Esmir Filho e Mariana Bastos são parceiros em diversos projetos além do premiado curta Alguma Coisa Assim. Realizaram juntos o hit da internet “Tapa na Pantera”, trabalharam na série juvenil “Tudo o Que é Sólido Pode Derreter”, exibida na TV Cultura e são idealizadores da residência de roteiros BASE,  onde foi criado o roteiro de “Sete Anos Depois”. Esmir Filho é apontado como um dos grandes nomes da nova geração do cinema e seu longa metragem “Os Famosos e os Duendes da Morte” foi selecionado para o Festival de Berlim,  premiado em diversos festivais internacionais além de ter conquistado o prêmio de melhor filme no Festival do Rio 2009.

Quem faz: Roteiro e Direção: Esmir Filho e Mariana Bastos; Produção: Saliva Shots; Elenco: Caroline Abras, André AC, Bruno Stierli, Bruno Guida, Ligia Cortez; Produção Executiva: Esmir Filho e Thereza Menezes; Direção de Produção: Daniel Favaretto; Direção de Fotografia: Marcelo Trotta; Direção de Arte: Marcelo Escañuela; Direção de Som: Martin Grignaschi; Montagem: João Maia e Tati Vesch.

Onde e quando: Os curtas do edital serão exibidos antes dos longas da nossa Mostra de Cinema. Confira, logo abaixo, em que horários e locais Sete Anos Depois será exibido, e, aqui, a programação completa da Mostra.

Data: Sexta-feira, 09/05, às 19h30 (abre para “Cinema, Aspirinas e Urubus”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

Data: Sábado, 10/05, às 21h50 (abre para “Bye Bye Brasil”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

Data: Domingo, 11/05, às 21h35 (abre para “The Girl on a Motorcycle”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

Data: Segunda-feira, 12/05, às 19h30 (abre para “Bye Bye Brasil”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

Data: Terça-feira, 13/05, às 21h50 (abre para “The Trip”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

Data: Quarta-feira, 14/05, às 22h05 (abre para “O Céu de Suely”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

Data: Quinta-feira, 15/05, às 19h30 (abre para “The Trip”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

“Expedição botânica entre avenidas paulistanas” será uma das exposições de artes visuais do Festival

3 anos atrás ----- Blog Edital

margaret mee

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Um dos projetos que venceu o Edital do Cultura Inglesa Festival na categoria de artes visuais foi a exposição proposta por Daniel Caballero, inspirada nas artistas naturalistas Marianne North e Margaret Mee.

Por que ver: Marianne North e Margaret Mee, as artistas inglesas que inspiraram este projeto, vieram ao Brasil para registrar por meio de aquarelas a paisagem e flora exóticas dos trópicos.
No mundo que circula Daniel Caballero, a selva ficou na memória dando lugar à cidade de São Paulo, onde munido de aquarela e papel, repete o procedimento das duas em “Expedição botânica entre avenidas paulistanas”.

Andarilho habitual da cidade, Caballero nessa nova empreitada registra as orquídeas e bromélias que encantavam Mee e North em suas viagens, mas agora amarradas com arames em troncos de árvore, coloridas artificialmente, vendidas em supermercados, e importadas de todas as floriculturas do planeta.

Mais do que belas imagens exóticas, a mostra aponta nossa relação com a paisagem e natureza, como algo que ao ser construido e domesticado para servir nossos propósitos, perde a função mais preciosa, a de ser apenas misteriosamente natural.

Em destaque: Além de uma exposição de aquarelas, Caballero propõe um debate sobre artistas viajantes, como é o caso de suas inspirações. Com convidados como o botânico Ricardo Cardime e o crítico Josué de Mattos, ele pretende promover um debate a respeito de como os artistas contemporâneos exploram essa área.

Quem faz: Daniel Caballero

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