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Cultura Inglesa janeiro 2014 – Blog – Cultura Inglesa

Mês: janeiro 2014

TOP 5 – Intervenções no metrô londrino

3 anos atrás ----- Blog Top 5

O metrô de Londres, sem dúvida, é bem humorado. Quando não é a TFL (órgão responsável pelo transporte na cidade) aprontando das suas, são os passageiros engraçadinhos com espirituosas intervenções urbanas. Nos últimos dias, diversas dessas intervenções pintaram pelas redes, mas essas ações já acontecem há anos. Selecionamos nossas cinco preferidas no… TOP 5 – Piadinhas de usuários do metrô londrino!

Top5  This Fire!

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Central Line (a linha vermelha) em chamas!

Top4Não se esqueça do iPod

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“iPods devem ser utilizados durante todo o tempo. Se você não tiver um iPod, jogue no seu smartphone, leia um jornal ou finja que está dormindo”.

Top3 Não encare

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“Pare de encarar”. Falta grave na cultura britânica…

Top2 Desculpa por pedir desculpas

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“Pedimos desculpas pelo fato de que todas as desculpas pela superlotação crônica deste trem serem vazias e sem sentido” (brincadeira com o excesso de “sorry” dos avisos oficiais)

Top1 Solidão urbana

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“Não reconheça outros passageiros ou mantenha contato visual por mais de dois segundos. Por favor, respeite a solidão urbana”

Mais desses adesivos aqui!

Top 5 – Mitos musicais de Londres

3 anos atrás ----- Blog Top 5

A TimeOut da capital inglesa compilou os 10 mitos do rock mais curiosos que rondam Londres. Em inglês aqui no link da revista e em português abaixo na nossa versão com os 5 melhores:

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 As cinzas do Sid Vicious estão no aeroporto de Heathrow

 

Não se sabe se é verdade ou mentira (“the jury is still out“, na expressão em inglês), mas bem que pode ser verdade. A mãe do baixista do Sex Pistols disse que jogou as cinzas de Sid sobre o túmulo da namorada dele, Nancy Spungen (o que seria muito romântico, não fosse ele o principal suspeito pela morte dela). Mas muitas testemunhas relataram que a mãe trouxe as cinzas de volta para o Reino Unido e, ao sair do avião em Heathrow, escorregou e derrubou as cinzas na pista do aeroporto.

 A vocalista do The Mama & The Papas morreu engasgada

Meio sanduíche de presunto foi encontrado ao lado do corpo da Mama Cass num apartamento em Londres em 1974. Embora a polícia realmente tenha achado o sanduíche parcialmente comido junto ao presunto da cantora, não havia nenhum alimento em sua garganta, nem na traqueia. Mama Cass morreu vítima de um ataque cardíaco fulminante aos 32 anos de idade.

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 O cara do Aphex Twin morava numa rotatória

Richard Davis James, o músico eletrônico por trás da banda Aphex Twin é, de fato, bem excêntrico. Portanto quando surgiram os rumores de que ele vivia dentro do cubo de metal que enfeita a rotatória do bairro de Elephant & Castle em Londres (foto), a maioria pensou “é, faz sentido”. Mas o fato é que o cubo é um monumento em homenagem ao físico inglês Michael Faraday e o Richard morava perto, não dentro do cubo.

 O Pete Doherty é um personagem inventado

Lembra da banda de acid house KLF? Pois reza a lenda que eles pegaram um imitador do cantor Buddy Holly e inventaram o Pete Doherty, ex-Libertines. E a lenda tem fundamento “oficial”: era exatamente isso que dizia um press release que a banda soltou em 2006!
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 Bowie e Mick Jagger tiveram um caso

 

Esse mito é o mais crível (e romântico) de todos. Angie Bowie, ex do David Bowie, diz que uma vez chegou na casa do casal em Londres e flagrou o camaleão juntinho com o Rolling Stone debaixo das cobertas. Outras testemunhas garantem que o caso era sério e eles tiveram um relacionamento de anos. Coloque nessa trama o rock’n roll dos anos 70 e o experimentalismo e o carisma de ambos: você apostaria que essa história é verdadeira ou falsa? Pois uma biografia recente de Mick Jagger parece ter confirmado a história.

Mais mitos musicais aqui.

Banksy será inspiração para o espetáculo de dança “Movimento para um homem só” no #18CIF

3 anos atrás ----- Blog Edital

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Espetáculo de dança da Cia. Perversos Polimorfos inspirado na obra de Banksy estreia no Festival deste ano.

Por que assistir: Você já deve ter visto um dos muitos trabalhos de Banksy, artista de rua inglês responsável por algumas obras em estêncil mais conhecidas e provocativas do planeta. Foi com base em uma obra do artista em parceria com Os Gêmeos, pertencentes à ocupação “Better out than in”, feita em Nova York em outubro de 2013, que a companhia dirigida por Ricardo Gali estruturou este espetáculo. Mas não é a primeira vez que os Perversos Polimorfos tomam o britânico como inspiração para suas performances. Em 2010 eles já fizeram o premiado “Banksy Bang”, que ganhou o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna e uma indicação entre os melhores do Guia da Folha daquele ano.

Em destaque: O vasto trabalho de pesquisa da companhia, que tenta traduzir em gestos, coreografia e interpretação as críticas mordazes, porém bem-humoradas, de Banksy à sociedade. Os espetáculos posteriores a “Banksy Bang” – “Ânsia”, de 2011, e “Imagem-nua e outros contos”, de 2013 –, também ajudam a consolidar a Perversos Polimorfos entre as companhias mais interessantes no panorama atual das artes cênicas no Brasil.

Quem faz: Concepção e direção: Ricardo Gali; produção: Débora Sperl; Criadores-Intérpretes: Jerônimo Bittencourt e Lucas Delfino; Iluminação: Aline Santini; Figurino: Josefa Pereira; Trilha sonora: Lourenço Rebetez; Fotografia, videomaker e edição de vídeo: Fábio Furtado.

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“No Mundo de Arthur” será peça de teatro infantil do Festival inspirada no criador de Sherlock Holmes

3 anos atrás ----- Cultura Inglesa

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Espetáculo teatral para crianças inspirado na obra de Arthur Conan Doyle e encenado pelo Núcleo Arte Ciência no Palco, da Cooperativa Paulista de Teatro, foi um dos vencedores do Edital do #18CIF e estreia no Festival deste ano.

Por que assistir: O famoso escritor Arthur Conan Doyle, autor dos livros de Sherlock Holmes, nutria um interesse extremo pelo teatro e por espetáculos de mágica cultivando uma longa amizade com o mágico Houdini. Essa relação inspirou o diretor Carlos Palma a criar a história desta peça. A rivalidade entre as ilusionistas Houdina e Houdinéia a respeito de quem tem os melhores truques é o que inicia a trama: atrapalhando-se em suas mágicas, as duas acabam se transformando em personagens da obra de Conan Doyle.  O espetáculo propõe a participação da plateia para que desvendem um mistério junto das protagonistas, circulando entre truques de mágica e viagens pela vasta obra do inglês que dá título à peça.

Em destaque: A cenografia do espetáculo, projetada pelo vencedor dos prêmios Coca-Cola / Femsa e APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) de melhor cenografia, Carlos Palma. Uma cortina de fundo especial, formada por letras do alfabeto impressas e dispostas aleatoriamente, é planejada para o palco, tornando-se parte essencial da história. Os personagens, que entram e saem dessa “cortina de letras”, passam a impressão de fazer, de fato, parte de um mundo literário.

Quem faz: Dramaturgia, direção e cenografia: Carlos Palma; Atores: Rogerio Romera, Adriana Dham, Monika Plöger; Figurino: Carlos Colabone; Trilha sonora: Sergio Yamamoto e Tato Ficher; Iluminação: Gisele Scudelio Jorgetti; Administração e produção: Núcleo Arte Ciência no Palco da Cooperativa Paulista de Teatro.

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Sempre presente, guarda-chuva inspira exposição de esculturas

3 anos atrás ----- Blog

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Sobre o que é: Criada pelo artista Andrey Zignnatto, é inspirada na excentricidade do britânico Jonas Hanway. Hanway era comerciante e viveu em Londres no século XVIII. Ele se tornou um mito local pelas histórias inusitadas de suas viagens e, principalmente, pelo acessório incomum que carregava sempre na cabeça: um guarda-chuva. As esculturas apresentadas na exposição levam em conta essa história, a estrutura dos guarda-chuvas e utilitarismo do objeto na sociedade contemporânea. O público também irá conferir desenhos com tintas sintéticas e bastão à óleo sobre o papel.

Por que ir: Premiado no 45o Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba pelo IPHAN-MINC em 2013, Andrey Zignnato teve seu projeto selecionado via edital para o #18CIF.

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[The Insider] O melhor da National Portrait Gallery

3 anos atrás ----- Blog The Insider The Insider

Sabe quantos museus há em Londres? Mais de 240! A cidade tem desde museu dedicado à história da anestesia até a galeria de arte moderna mais visitada do mundo (a Tate Modern).

E um dos museus mais simpáticos e agradáveis de se visitar na cidade é o dedicado exclusivamente aos retratos.

Na National Portrait Gallery só tem retratos (pinturas, basicamente, mas também algumas fotos e esculturas) de personalidades britânicas. E trata-se de um dos museus mais visitados da Inglaterra — em 2012, mais de 2 milhões de pessoas passaram por lá!

Um detalhe: a entrada é gratuita, pois uma lei de 2001 exige que os museus públicos do país tenham “free admission“.

Bom, fui na National Gallery com uma câmera na mão para registrar os “highlights” da exposição permanente e também da mostra especial sobre a Rainha Elizabeth II. Dá uma olhada (clique na foto para saber mais sobre cada obra!):.
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“Love and Money”, peça de um dos maiores dramaturgos ingleses atuais, estreia no #18CIF

3 anos atrás ----- Blog Edital

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Peça do inglês Dennis Kelly, dirigida por André Pink e encenada pela Cia. Insaciável, estará em cartaz no próximo Festival.

Por que assistir: A peça foi escrita por um dos principais dramaturgos ingleses da atualidade. Como em um quebra-cabeças, a história de “Love and Money” se desenrola de maneira embaralhada, mas esclarece o quanto o dinheiro e a ganância podem se opor ao amor. Autor dos roteiros de mais de 15 peças teatrais, um filme e algumas séries de TV, Dennis Kelly já foi premiado com quatro Tonys e sete Oliviers, os principais prêmios do teatro nos EUA e na Grã Bretanha, respectivamente. Em 2009, ele foi considerado o melhor dramaturgo não germânico pela revista alemã Theater Heute, e, em 2011, teve um livro com suas quatro primeiras peças publicadas – inclusive o texto deste espetáculo.

Em destaque: A Cia. Insaciável explora diversos recursos teatrais e aposta no exagero em gestos e traços para brincar com a sentimentalidade. André Pink, diretor de todos os espetáculos encenados pelo grupo, vive em Londres desde 1996 – o que explica a sua afinidade com textos de origem britânica.

Quem faz:

Texto: Dennis Kelly

Tradução: Camilo Schaden

Direção e Cenografia: André Pink

Elenco: Bruna Miglioranza, Camilo Schaden, Danilo Gambini, Fernanda Hartmann e Tiago Real.

Atores convidados: Bete Dorgam e Luiz Damasceno

Assistência de Direção: Otávio Oscar

Luz: Denilson Marques

Figurino: Fernanda Hartmann

Preparação vocal: Andrea Kaiser

Arranjos: Yuri Prado

Cenotécnica: Nilton Ruiz Dias

Vídeografismos e video mapping Gabriel Díaz-Regañon e Luciana Ramin. (Agrupamento Andar7)

Produção: Otávio Oscar e Cia. Insaciável

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“Zoopraxiscópio”, inspirado num dos maiores fotógrafos do século XX, é um dos espetáculos de dança do Festival em 2014

3 anos atrás ----- Blog Edital

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O espetáculo Zoopraxiscópio, da Cia. Incunábula, é um dos vencedores do Edital do 18º Cultura Inglesa Festival e ganhará vida no Festival deste ano. Ele tem como ponto de partida a fotografia do inglês Eadweard Muybridge.

Por que assistir: Eadweard J. Muybridge foi um dos mais importantes fotógrafos do século XIX. Foi ele quem inventou o aparelho que dá nome a este espetáculo, o zoopraxiscópio. Muybridge procurava retratar o movimento humano e animal em sua obra. Destaca as nuances de movimento do corpo humano utilizando, muitas vezes, diversas câmeras. Ao juntar fotos subsequentes em um aparelho rotatório, o zoopraxiscópio, ele conseguiu, pela primeira vez na história, visualizar imagens “em movimento” – o que influenciou, posteriormente, a invenção do cinema.

Da mesma forma que Muybridge, a Cia. Incunábula explora os mais diversos tipos de movimento em suas coreografias, inspiradas pela coletânea de obras “The Human Figure in Motion”.

Em destaque: O diálogo entre diversos tipos de expressões artísticas, que a Cia. Incunábula já propôs em suas duas últimas criações – “Um Porco Sentado”, de 2010, e “Alfaiataria de Gestos”, de 2011. Com a ajuda de um aplicativo de celular que permite a captura de um movimento em várias imagens, o grupo pretende criar vários “zoopraxiscópios” durante os ensaios para o espetáculo. A proposta é sobrepor movimentos e explorar a dramaturgia que o corpo consegue transmitir com base na técnica de Muybridge.

Quem faz: Concepção, direção e interpretação e desenhos: Roberto Alencar; Dramaturgia do movimento: Angela Nolf; Cenografia: Rogério Marcondes; Desenho de luz: Domingos Quintiliano; Música original: Daniel Maia; Figurino: Roberto Alencar; Vídeos: Gal Oppido; Produção: Berenice Haddad; Vídeos: Gal Oppido; Assistente de vídeo: Iago Ferrão.

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“Denise Desenha nas Paredes” – peça de teatro infantil inédita inspirada em estêncil do Banksy!

3 anos atrás ----- Blog Edital

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Peça infantil d’A Digna Companhia de Teatro e Dança, inspirada na obra de Banksy.

Por que assistir: O artista britânico Banksy tem grande influência na crescente atenção que se tem dado aos muros de grandes cidades. O conteúdo de suas obras provoca questionamentos sobre nossa sociedade como um todo, mas, por ocuparem as ruas, o que mais chama a atenção é a provocação sobre o aproveitamento dos espaços públicos nas cidades. É a partir dessa a ideia que A Digna Companhia projeta sua mais nova peça infantil. Nela, pretende-se mostrar às crianças, futuros cidadãos, que todos podem ser integrantes ativos dos espaços em que vivem. A companhia já tem no histórico a peça infantil “Bolo de Lobo”, 2º melhor espetáculo infantil do 9º Festival de Teatro de Limeira, que provocava as crianças a brincarem com seus medos.

Em destaque: A proposta de encenação da peça investe em forte expressividade visual. A mescla entre projeções, objetos de cena, trilha sonora original e o jogo entre os atores, traz à cena imagens que remetem ao universo pictórico de Banksy e criam um universo entre realidade e fantasia, como nos desenhos animados.

Quem faz: Direção: Vinícius Torres Machado; Dramaturgia: Victor Nóvoa; Elenco: Ana Vitória Bella, Eduardo Mosrri e Helena Cardoso; Cenário e figurino: Eliseu Weide; Criação de luz: Marisa Bentivegna; Trilha sonora original: Pablo Mendoza; Produção: Victor Nóvoa.

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“Plutão e Caronte”, curta-metragem inédito inspirado em “Life on Mars”, estará no Festival

3 anos atrás ----- Blog Edital

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O 18° Cultura Inglesa Festival vai ter curta-metragem inspirado em “Life On Mars?”, clássico de David Bowie!

Por que assistir:  Tomas e Joana sentem falta daquilo que não viveram. Tal qual a garota de que Bowie fala em “Life on Mars?”, esses dois têm sede por uma vida além do mais-do-mesmo de seus 17 anos.  À medida que esses dois jovens desajustados se conhecem, o filme acompanha o ritmo e a intensidade crescentes da relação entre os protagonistas. Para entender a metáfora que dá nome ao filme e guia o relacionamento entre os personagens, vale lembrar uma descoberta astronômica recente. Plutão e Caronte eram considerados planeta e satélite. Mas, junto com o rebaixamento do primeiro para “planeta-anão”, descobriu-se, também, que Plutão constitui um sistema peculiar com o segundo: os dois astros se mantêm girando, juntos e em equilíbrio, ao redor de um eixo imaginário, como satélites de um vazio.

Em destaque: Os dilemas de Joana e Tomas são apresentados num misto de real e irreal, tendo o universo de Bowie como ponto de partida para uma trama que mescla a imensidão do espaço com o íntimo adolescente. Em “Life on Mars?” cabe ao ouvinte preencher a letra abstrata com sua própria experiência. Em “Plutão e Caronte”, Elton de Almeida busca uma relação semelhante com o público. 

Quem faz: Direção e roteiro: Elton de Almeida; Produção: Olívia Patto e Yolanda Barbosa; Fotografia: Laura Cintra, Vanessa Silva, Adriana Serafim; Som: Mariana Vieira; Figurino: Julio Barga; Arte: Renato Duque e Juliana Jucá; Montagem e assistência de direção: Renato Sircilli; Música: Elga Bottini.

Onde e quando: Os curtas do edital serão exibidos antes dos longas da nossa Mostra de Cinema. Confira, logo abaixo, em que horários e locais Plutão e Caronte será exibido, e, aqui, a programação completa da Mostra. 

Data: Sexta-feira, 09/05, às 21h50 (abre para “Diários de Motocicleta”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

Data: Sábado, 10/05, às 19h30 (abre para “Days of the Flowers”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

Data: Domingo, 11/05, às 19h30 (abre para “Genevieve”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

Data: Segunda-feira, 12/05, às 21h50 (abre para abre para “Patagonia”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

Data: Terça-feira, 13/05, às 19h30 (abre para “Colegas”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

Data: Quarta-feira, 14/05, às 19h30 (abre para “Patagonia”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2

Data: Quinta-feira, 15/05, às 22h (abre para “Day of the Flowers”)
Local: Reserva Cultural – Sala 2