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Cultura Inglesa novembro 2013 – Blog – Cultura Inglesa

Mês: novembro 2013

Príncipe William canta “Livin’ On a Prayer” com o Bon Jovi

4 anos atrás ----- Blog

 

Por essa ninguém esperava. Dividindo o mesmo microfone, Bon Jovi, Taylor Swift e… o Príncipe William! O príncipe timidão encarou o desafio e cantou (ou tentou cantar) o clássico “Livin’ On a Prayer”. Não, não era um karaokê, e sim em um evento beneficente: o Centrepoint Winter Whites Gala, organizado pelo próprio William no Palácio de Kensington, sua casa real em Londres, na noite da última terça-feira. Bom, quem diria, príncipe também pode ser bastante desajeitado… 

E o Bon Jovi tem uma carinha de gente fina, não?

Saiba mais essa noite no site da Express.co.uk e no site do Club NME

A história da bandeira mais fashion do mundo

4 anos atrás ----- Blog Cultura Inglesa

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No Brasil, a gente só costuma ver a bandeira nacional pipocando por aí durante a Copa do Mundo. Já na Grã-Bretanha a galera não só abusa do azul com vermelho o ano inteiro, como também arranja um jeito de encaixar a famosa Union Jack (o nome oficial da bandeira do Reino Unido) em todo e qualquer lugar. Mesmo. A gente até montou um álbum no Pinterest com os lugares mais inusitados onde a bandeira da união está estampada, e não parece que vamos parar de atualizá-lo tão cedo – esses dias, achamos uma foto da Katy Perry com cílios britânicos! 

Tudo bem que a bandeira é bonita, e tudo mais, mas, quando você vê que hoje em dia tem até toilet seats da Union Jack sendo vendidos por aí, você se pergunta… afinal, o que é que essa bandeira tem? 

Primeiramente, vamos combinar que o design ajuda. Sabe por que, enquanto a maioria das bandeiras europeias são tão simples, a do Reino Unido tem esse desenho? 
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A história começa em 1606. Nesse ano, surge pela primeira vez a noção de “Reino Unido”: Jaime VI, rei escocês que herdou a coroa da Inglaterra e da Irlanda, cunhou tanto o termo quanto a primeira versão da bandeira, cuja ideia era unir a cruz de São Jorge, da Inglaterra, e a de Santo André, da Escócia. Apesar disso, foi só em 1707 que o Reino virou Unido de verdade, com o primeiro Tratado de União. 

A Union Jack como a conhecemos hoje só apareceu, na verdade, quando foi assinado o segundo Tratado de União, que incluía a Irlanda (do norte e do sul) no Reino e consequentemente adicionava mais uma cruz à bandeira: a de São Patrício. Hoje, essa cruz representa apenas a Irlanda do Norte.

A primeira vez que a Union Jack se espalhou pelo mundo foi junto com o Império que o Reino Unido estabeleceu no século XIX. Muitos britânicos, por uma certa vergonha desse passado colonial, não têm muito apreço pela aplicação desenfreada da bandeira. 

Mas aí ela entrou no mundo da moda… E parece que tudo começou como um contra-ataque: quando os Estados Unidos começaram a se estabelecer como principal referência cultural do mundo, os artistas britânicos quiseram marcar território, e passaram a vestir roupas estampadas de Union Jack. E a bandeira deu uma nova volta ao mundo, levada, dessa vez, por gente como David Bowie. E hoje a moda já se espalhou para tudo quanto é canto do mundo.

 

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Aprenda a fazer uma Union Jack perfeita e veja as inspirações no nosso Pinterest!

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Conheça as bandas brasileiras do próximo Festival! Você escolhe a que toca em SP

4 anos atrás ----- Blog Cultura Inglesa

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Lembra do concurso Let’s Rock Together? Agora ele virou Run’n’Roll!

Alunos e staff da Cultura novamente podem escolher qual tributo britânico querem ver no palco do Festival.

E, este ano, além de continuar escolhendo a nossa atração nacional, agora você pode correr por ela!

Com percursos de 5 e 10 km, o Run’n’Roll é a primeira corrida gratuita para alunos e funcionários da Cultura. E ela vai ser essencial para a programação do 18CIF. Isso porque, quando você se inscreve, além de poder chamar um amigo para participar junto, você pode escolher a banda pela qual vai correr. E o voto de quem corre vale o dobro!

A corrida acontece no dia 30 de março de 2014, por tanto, ainda dá tempo de começar a mexer as cadeiras! Tanto as inscrições para o evento quanto a votação vão até o dia 24 de março.

Conheça as bandas e os respectivos homenageados britânicos para votar consciente (clique na foto abaixo para saber mais e aqui para votar):

Atenção: as vagas para a corrida já se esgotaram, mas você ainda pode votar normalmente no hotsite.
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Monique Maion toca Amy Winehouse

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Bixiga 70 toca Led Zeppelin

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Thiago Pethit toca o Glam Rock Britânico

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Para votar, acesse o hotsite do Run’n Roll

 

Quer ver a Monique Maion tocando Amy Winehouse? Você escolhe

4 anos atrás ----- Blog Cultura Inglesa

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Monique Maion mistura jazz com blues há 10 anos. A cantora de 27 anos se destaca não só pelo seu ritmo, mas também pelas performances dramáticas com suas roupas e maquiagem e caras e bocas.

Seu segundo álbum está previsto para o primeiro semestre de 2014 e conta com participações de André Abujamra, Mamba Negra e o DJ grego Palov. Essa última parceria, aliás, já está disponível para download, e teve o clipe indicado a Melhor Videoclipe Nacional no Music Video Festival Awards em 2012.

Saiba mais sobre a Monique
Veja o vídeo exclusivo com a artista!

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Amy Winehouse

A artista britânica que Monique pretende homenagear em sua apresentação no #18CIF é a excêntrica Amy Winehouse, uma das vozes mais marcante da década passada, que explorou um estilo musical semelhante ao que explora Monique. A paulistana promete fazer um tributo inesquecível à cantora londrina que nos deixou em 2011!
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Você é aluno da Cultura? Vote na sua banda favorita!

Quem escolhe a banda brasileira que vai homenagear a música britânica no palco do Festival em São Paulo é o aluno da Cultura Inglesa. Neste ano, a já tradicional votação das bandas conhecida como Let’s Rock Together virou Run’n Roll. A diferença é que no Run’n Roll você ainda pode correr pela sua banda favorita, de graça! As três atrações que concorrem são: Bixiga 70 tocando Led ZeppelinMonique Maion tocando Amy Winehouse e Thiago Pethit tocando Glam Rock. Clique no ícone abaixo e vote na sua preferida (lembre-se: você não precisa participar da corrida para votar). A votação abre em breve!

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Quer ver Thiago Pethit tocando Glam Rock no Festival? Vote!

4 anos atrás ----- Blog Cultura Inglesa

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Ao ver Thiago Pethit no palco você já percebe que ele é formado em artes cênicas. Performático, Thiago começou a chamar a atenção em 2010, cantando em três línguas diferentes em um doce e acústico primeiro disco. Mas foi em 2012, com o ousado “Estrela Decadente”, que ele começou a brilhar.

O compositor passou a ousar mais, e não só nas melodias: o videoclipe cinematográfico de “Pas de Deux”, com Laura Neiva e Alice Braga, bombou na internet.

Saiba mais sobre o artista
Veja o vídeo exclusivo com o artista!

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Glam Rock

Movimento nascido e criado na Inglaterra no começo dos anos 70, o Glam Rock é, nas palavras de John Lennon, “o bom e velho rock ‘n roll com maquiagem”. O ícone maior do estilo é David Bowie e seu Ziggy Stardust, mas os representantes são muitos, indo desde T.Rex, passando por Gary Glitter e Roxy Music, e chegando até o americano Lou Reed. O que será que Thiago Pethit está tramando para homenager o estilo no #18CIF?
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Você é aluno da Cultura? Vote na sua banda favorita!

Quem escolhe a banda brasileira que vai homenagear a música britânica no palco do Festival em São Paulo é o aluno da Cultura Inglesa. Neste ano, a já tradicional votação das bandas conhecida como Let’s Rock Together virou Run’n Roll. A diferença é que no Run’n Roll você ainda pode correr pela sua banda favorita, de graça! As três atrações que concorrem são: Bixiga 70 tocando Led ZeppelinMonique Maion tocando Amy Winehouse e Thiago Pethit tocando Glam Rock. Clique no ícone abaixo e vote na sua preferida (lembre-se: você não precisa participar da corrida para votar). A votação abre em breve!

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Bixiga 70 tocando Led Zeppelin no Festival? Corra pra votar!

4 anos atrás ----- Blog Cultura Inglesa

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Candomblé, maracatu, malinké, ioruba, funk, samba, semba, carimbó, suku, jazz, cumbia, salsa: tudo e mais um pouco parece inspirar o Bixiga 70. O que se pode dizer com certeza da banda é que ela não deixa ninguém parado!

Depois de dois anos de turnê, incluindo apresentações de sucesso na Europa, os dez músicos voltaram ao bairro do Bixiga, lugar que carregam com orgulho no nome, e gravaram seu segundo disco..

Saiba mais sobre o Bixiga 70
Veja o vídeo exclusivo com a banda!

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Led Zeppelin

O que a banda propôs para o #18CIF é um tributo a uma das maiores bandas de rock de todos os tempos: o Led Zeppelin. Um dos pais da música moderna e do rock de arena, o Led é responsável por hinos como Stairway to Heaven e Black Dog. Como será que fica a mistura irresistível do Bixiga 70 com o bom e velho rock ‘n roll?.
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Você é aluno da Cultura? Vote na sua banda favorita!

Quem escolhe a banda brasileira que vai homenagear a música britânica no palco do Festival em São Paulo é o aluno da Cultura Inglesa. Neste ano, a já tradicional votação das bandas conhecida como Let’s Rock Together virou Run’n Roll. A diferença é que no Run’n Roll você ainda pode correr pela sua banda favorita, de graça! As três atrações que concorrem são: Bixiga 70 tocando Led ZeppelinMonique Maion tocando Amy Winehouse e Thiago Pethit tocando Glam Rock. Clique no ícone abaixo e vote na sua preferida (lembre-se: você não precisa participar da corrida para votar). A votação abre em breve!

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*Foto do Bixiga 70: Nicole Heiniger

Por que o mapa dos principais metrôs do mundo são inspirados no de Londres

4 anos atrás ----- Blog Cultura Inglesa

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Sabia que, assim como o metrô em si, a origem do mapa do metrô de São Paulo é inglesa?

A gente está sempre atrasado ou esmagado demais para pensar no design desses mapas, mas, sim, a solução criada na Inglaterra em 1931 para se dispor as linhas do Underground de forma inteligente e inteligível foi revolucionária e até hoje é venerada por designers e replicada nos transportes públicos do mundo todo. 

Foi um próprio funcionário do metrô o criador desse diagrama. Harry Beck se ligou de que o mapa do underground não precisava informar a seus usuários as exatas localizações físicas de cada estação. Por isso, fez com que as todas as linhas de trem se tornassem linhas também no papel: os percursos, em seu mapa, passaram a ser ilustrados verticalmente, horizontalmente, ou numa diagonal de 45º (saiba mais sobre o “o homem por trás do mapa”).

“Harry Beck foi genial porque sintetizou as informações no mapa de um jeito nunca visto. Ele sacou que o mais importante era a relação das linhas entre si, que linha baldiava, etc”, comenta Rodolfo França, diretor de arte da revista Vida Simples e co-autor deste pôster-paródia do metrô de Londres exposto do #16CIF. 

Nas duas imagens acima dá para ver o antes e o depois: as linhas retas de Beck tornaram a leitura do mapa muito mais fácil. “Isso sem falar da aplicação de um código de cor para indicar as linhas, o que deixa tudo ainda muito mais navegável e direto”, completa Rodolfo.

O mapa, inicialmente encarado com desconfiança pela companhia de transportes da cidade, teve sucesso imediato com o público.

Veja abaixo os mapas de São Paulo, Madrid e Paris, todos inspirados no de Londres:

 

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TOP 5 – Legados britânicos na história do Brasil

4 anos atrás ----- Blog Cultura Inglesa Top 5

A forte ligação entre Inglaterra e Portugal depois do fim da Idade Média justifica a grande influência que os ingleses tiveram no Brasil. Muitos historiadores chamam o século XIX da nossa história como “O Século Inglês” – já que nessa época os dois países estiveram intimamente ligados com a vinda da família real portuguesa ao Brasil em 1808 e, principalmente, com as mil e uma inovações trazidas pela revolução industrial.

Desde aspectos culturais até coisas mais palpáveis, esses britânicos nos deixaram muitos legados. Confira os mais legais no nosso TOP 5 – Legados Ingleses no Brasil!

Top5 Uma mão na independência do Brasil

A influência britânica na independência foi marcante antes e depois de 1822. A abertura dos portos de 1808 beneficiou principalmente a Inglaterra e fez o monopólio português sobre o Brasil desmoronar na prática.

“Com a assinatura dos Tratados de 1810 (Comércio e Navegação e Aliança e Amizade), Portugal perdeu definitivamente o monopólio do comércio brasileiro e o Brasil caiu diretamente na dependência do capitalismo inglês”, relata o HistoriaNet.

Em 1825, foi a Inglaterra que mediou o reconhecimento da independência brasileira por Portugal (sob o pagamento de uma grana preta). E foi um escocês, o marinheiro mercenário Lord Alexander Thomas Cochrane, que capitaneou várias vitórias contras os portugueses nas guerras que estouraram no Nordeste logo após a separação brasileira, ajudando assim a consolidar a independência do país.

 

Top4 O jornal

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O primeiro jornal que entrou em circulação no Brasil era impresso em Londres!  O chamado Correio Braziliense era editado por um brasileiro exilado na Inglaterra, e foi, por algum tempo, o único jornal que a gente tinha por aqui.

Mais tarde, pintou a primeira publicação impressa em nosso território – a Gazeta do Rio de Janeiro –, que era órgão oficial do governo português, mas impressa com máquinas trazidas da Inglaterra.

Top3 A rasteira na escravidão

Professores de história costumam dizer que a independência do Brasil começou quando a família real portuguesa veio para cá. Como já mencionamos lá em cima, essa vinda tem tudo a ver com a Inglaterra – assim como tem muito do que aconteceu em nossas terras, por um bom tempo.

O fato é que, desde a declaração da independência brasileira de fato, os ingleses cobraram do nosso governo medidas efetivas para o fim da escravidão por aqui. Por estar envolvido no processo de revolução industrial desde o começo, o país britânico já tinha necessidades de mercado consumidor que muitos historiadores dizem ser o motivo de tamanha cobrança.

Durante os 66 anos entre nossa independência e a abolição da escravatura, a cobrança inglesa pesou em cima do governo brasileiro, e váaaaaarias leis foram feitas “só pra inglês ver” (essa expressão, aliás, nasceu aí mesmo), mas que aos poucos foram dificultando muito o tráfico. O cerco foi se fechando até que em 1888, a escravidão tornou-se inviável e a assinatura da Lei Áurea foi inevitável.

Top2 As primeiras infraestruturas

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.O fato da revolução industrial ter começado na Inglaterra fez com que os britânicos fossem, por muito tempo, especialistas – e, por vezes, os únicos conhecedores – a respeito de muitas tecnologias.

Por aqui, várias inovações como a primeira iluminação a gás, os primeiros barcos a vapor e as primeiras redes de esgoto foram obras dos ingleses. As ferrovias, inclusive, não teriam começado por aqui se não fosse pela ajuda deles. Foi no estado do Rio de Janeiro que se construiu a primeira estrada de ferro do Brasil, idealizada e financiada pelo Barão de Mauá, mas projetada por um engenheiro inglês chamado Willian Bragge.

Já em Pernambuco e São Paulo, a implantação de estradas de ferro foi feita diretamente por empresas inglesas, a The Recife and São Francisco Railway Company e a São Paulo Railway Ltd. A estação da Luz (foto acima, com o Big Ben), em São Paulo, foi construída em 1867 para abrigar a sede da São Paulo Railway Ltd.

Top1 O futebol 

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O Brasil não seria uma “pátria de chuteiras” se os ingleses não tivessem inventado o esporte no começo do século XIX.

E foi um brasileiro de ascendência inglesa chamado Charles Miller quem resolveu, depois de dez anos estudando na Grã-Bretanha, trazer o futebol para o Brasil. Na mala, literalmente: ele trouxe duas bolas usadas, um par de chuteiras, um livro com as regras do jogo, uma bomba de encher bolas e alguns uniformes usados.

O legado é muito perceptível ainda hoje. Que digam o Corinthians (batizado em homenagem ao xará inglês) e o “sobrenome” que a maioria dos clubes usam (“Futebol Clube”, em vez de “Clube de Futebol” – alguns times, como o Fluminense Football Club, ainda mantém a grafia original em inglês.

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Saiba mais:

Ingleses em Pernambuco

O custo da independência em libras

Um resumo do processo de independência

1822 – o livro

E pra você, qual o maior legado britânico por aqui?

Resultado do concurso Alunos Curadores

4 anos atrás ----- Blog

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Eles responderam, você votou, e agora já temos os cinco alunos da Cultura que ajudarão a definir a programação do 18° Cultura Inglesa Festival!

Foram quase 4 mil votos, e eis aqui os vencedores:

Glanderson de Oliveira Barroso: Cultura Inglesa – Santo André – 431 votos
Leila Maria Tropeia: Cultura Inglesa – Tatuapé – 415 votos
Cristiane Lumi Massuyama: Cultura Inglesa –  Saúde – 405 votos
Juliana Cristina Silva: Cultura Inglesa – Vila Mariana – 404 votos
Melissa Santos Leite De Castro: Cultura Inglesa – Higienópolis – 399 votos

Os cincos alunos-curadores darão voz às suas sugestões e opiniões. Em breve, daremos mais detalhes para todo mundo sobre quais serão as primeiras tarefas deste grupo, e, claro, as melhores formas de entrar em contato com eles para dar o seu pitaco! Fique de olho nas nossas redes (links no alto da página)

A edição de 2014 do Festival terá ainda mais a sua cara 😉

 

Globo Repórter dedica programa inteiro ao Reino Unido

4 anos atrás ----- Blog Cultura Inglesa

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Nesta sexta, 22 de novembro, os espectadores do Globo Repórter vão ser convidados para dar mais uma viagem ao redor do mundo.

Acontece que, dessa vez, nós do Cultura Inglesa Festival não podemos deixar de chamar a atenção para o programa: a repórter Glória Maria vai mostrar alguns highlights da cultura e as belezas de dois países da Grã-Bretanha!

Veja o trailer.

Passeando pela Escócia e pela Inglaterra, o programa visita pontos turísticos famosos e alguns eventos tradicionais, muitos dos quais a gente já falou bastante por aqui. Dentre as atrações visitadas, o Eden Project – da foto ali de cima -, o famosíssimo Lago Ness, o Portobello Road Market, o rio Tâmisa e as praias da Cornualha

 

Highland Games - Visit Scotland

 

Momentos culturais como os Highland Games da Escócia (foto de cima), o famoso chá da tarde inglês e o cantinho da estação de King’s Cross dedicado exclusivamente aos fãs de Harry Potter também estão na pauta, além da visita a moradores de um castelo e ao Thiago Soares, o bailarino brasileiro do Royal Ballet de Londres.

O Globo Repórter começa umas 22h, depois da novela das nove!