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Cultura Inglesa junho 2011 – Página: 2 – Blog – Cultura Inglesa

Mês: junho 2011

O Contrato – Teatro Adulto (1ª apresentação)

6 anos atrás ----- Dança

Quanto vale um emprego ou um lugar dentro de um grupo? Essas são as principais questões levantadas pelo emergente dramaturgo e diretor inglês Mike Bartlett na comédia de humor negro Contractions.

Inspirado no texto de Bartlett, o espetáculo O Contrato conta a história de Emma, uma funcionária que batalha para manter sua dignidade e fugir da crescente humilhação que sofre por causa de um gerente chantagista.

Uma das cenas mais fortes da peça acontece quando Emma tem que exumar o seu falecido filho. Para manter seu emprego e continuar sua carreira, ela decide mostrar o corpo para o gerente. As fronteiras das relações entre o empregado e o empregador são levadas ao limite.

No espetáculo, os atores exploram brilhantemente a tênue linha que existe entre a nossa vida pessoal e profissional.
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Texto: Contractions, de Mike Bartlett
Direção: Zé Henrique de Paula
Assistente de direção: Beto Amorim
Elenco: Sergio Mastropasqua e Renata Calmon
Direçao musical e Trilha original: Fernanda Maia
Preparaçao de atores: Inês Aranha
Cenografia e Figurinos: Zé Henrique de Paula
Assistente de Cenografia e figurinos: Ci Teixeira
Iluminação: Fran Barros
Fotos: Ronaldo Gutierrez
Produçao executiva: Gabriela Germano
Produção: Firma de Teatro
Tradução: Renata Calmon
Classificação: 14 anos

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Teatro Cultura Inglesa-Pinheiros
Capacidade: 185 lugares
Rua Deputado Lacerda Franco, 333, Pinheiros

Veja os demais horários de exibição.

Palco Underground – show do 54 Rock

6 anos atrás ----- Sem categoria

[youtube width=”650″ height=”344″]http://www.youtube.com/watch?v=ZXi2NNSebas[/youtube]

Os irmãos Daniel e Eduardo fazem música desde cedo e, em 2006, resolveram dar vida a elas com a banda Night Walkers. Com os amigos Guilherme Orikasa, Rennan Martins de Britto e Tullio Dall’Amico, o grupo foi depois renomeado de 54 Rock
– Five for Rock.

Pule de seu vagão e junte-se você também ao rock na Estação Paraíso!

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Estação Paraíso do Metrô
Capacidade: 80 pessoas (20 sentadas, 60 em pé)
Rua Vergueiro, 1563

Cult Connections → The Who em círculos

6 anos atrás ----- Blog

Já ouviu Pinball Wizard? Este clássico do rock está no álbum “Tommy”, do The Who – álbum que é considerado a ópera-rock mais popular da História. Virou até filme, um musical.

E você sabe quem atuou como jogador de pinball? Sir Elton John, outro astro da música inglesa que estourou nos anos 70.

Curiosidade: o verdadeiro nome de Elton John é Reginald Kenneth Dwight. Assim ele nasceu, foi registrado e começou a carreira. Como Reginald, ele chegou a fazer testes para ser o vocalista das bandas King Crimson e Gentle Giant.

Reginald mudou de nome aos 20 e poucos anos de idade, seis meses após conhecer o produtor Bernie Taupin. “Elton John” é uma homenagem ao saxofonista Elton Dean e ao cantor de blues Long John Baldry.

Juntos, Elton John e Bernie Taupin compuseram uma série de canções, como “Candle in The Wind”, favorita da princesa Diana.

“Candle in The Wind” foi escrita em 1973, em homenagem à Marilyn Monroe, que morrera 11 anos antes. A homenagem pode não ser clara porque Elton fala de uma mulher chamada Norma Jean, e não Marilyn Monroe. Mas ela é bem óbvia!

Sabe por quê? Bem, assim como Elton John, Marilyn Monroe é um nome artístico. A atriz, na verdade, nasceu Norma Jean Baker.

E sabe quem mais vive sob nome artístico? David Bowie, ex-David Robert Jones. A inspiração para o sobrenome do estrelato veio de uma arma, a faca Bowie, bem popular no século 19. É aquela faca do Rambo, de ponta curva.

A série “Rambo” – que você já deve ter acompanhado na Tela Quente – traz Sylvester Stallone no papel de um veterano da Guerra do Vietnã. Por acaso, o personagem John Rambo nasceu numa cidade do Arizona chamada Bowie.

E mais: a história fala sobre a relação entre civis e militares e as dificuldades por quais um soldado passa ao voltar para casa. É também o caso de “Tommy”, a ópera do The Who. Enquanto “Rambo” conta a saga de um soldado nos EUA após o Vietnã, a vida de Tommy é pautada pela volta de um soldado à Inglaterra, após a Primeira Guerra Mundial.
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✰ As músicas do The Who você ouviu no 15CIF no Parque da Independência!

As fotos dos vencedores do God Save the Click

6 anos atrás ----- Blog

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Os ganhadores do concurso God Save the Click estreiaram suas novas lomos com muita classe: nos bastidores do Música no Parque.

Leandro França (dono da foto acima) e José Roberto Salinas (que deu o clique abaixo) encontraram os ângulos mais inusitados para fotografar as bandas do 15CIF (durante e depois dos shows) e o público que encheu o Parque da Independência. Já colocamos no nosso Facebook todas essas fotos: vejam!

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Palco Underground – show do The Demanders

6 anos atrás ----- Sem categoria

[youtube width=”650″ height=”344″]http://www.youtube.com/watch?v=v3Z1N8rYaJQ[/youtube]

A banda The Demanders, formada em 2009, já passou por várias revoluções e reformulações. Mas algo nunca mudou: a vontade de ser uma banda de rock alternativo.

Já como um grupo consolidado, os seguidores do indie rock Daniel Ferraz, Jonas Arilho, Miguel Nassif e Giuliano Machado foram para a final do Cult in Music 2010.

O grupo vai agitar o Palco Underground também no dia 2 de junho. Fique de olho!

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Estação Paraíso do Metrô
Capacidade: 80 pessoas (20 sentadas, 60 em pé)
Rua Vergueiro, 1563

Palco Underground – show do Nota de Rodapé

6 anos atrás ----- Sem categoria

[youtube width=”650″ height=”344″]http://www.youtube.com/watch?v=eC-uxrkzI9w[/youtube]

A banda Nota de Rodapé foi formada no ano passado, mas já traz uma série de shows no histórico – inclusive uma apresentação no Cult in Music 2010. O repertório do grupo é bastante variado, de Queen e Beatles até Paralamas e Adoniran Barbosa, e a diversão é garantida. Dê uma pausa na correria do metrô e curta esse som!

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Estação Paraíso do Metrô
Capacidade: 80 pessoas (20 sentadas, 60 em pé)
Rua Vergueiro, 1563

O olhar feroz que não perdoa nem os Beatles

6 anos atrás ----- Blog

A imprensa britânica, sem dúvidas, é parte forte da cultura da nossa ilha predileta. E não estamos falando só dos tablóides e seus escândalos de arrepiar os cabelos: a diversão mesmo está nas críticas e resenhas musicais.

Dentre os vários veículos que cobriram a vanguarda da música pop, destacavam-se o Melody Maker e o New Musical Express – ambos acabaram por se juntar em 2000, fruto da briga voraz dos publishers ingleses e da disseminação do fabuloso advento da internet.

Se o senso de humor mordaz faz parte do “ser inglês”, não poderia deixar de ser diferente com as críticas dos álbuns. Alan Smith, um dos papas do jornalismo musical britânico, em 1968, intitulou sua resenha do White Album dos Beatles como “The Brilliant, the Bad, and the Ugly” – não perdoou John Lennon e sua Revolution #9, classificando-a como “exemplo pretensioso de imaturidade idiota”. Tenso, não?

E não era só os Fab Four que a imprensa malhava. No documentário It Might Get Loud, de Davis Guggenheim, a lenda viva Jimmy Page mostra seu descontentamento ao dizer que a crítica não entendia o som da banda, principalmente depois de darem uma resenha de um parágrafo para o disco IV – sim, o disco que tem Black Dog, Starway To Heaven e Rock N Roll. Um parágrafo!

[youtube width=”650″ height=”325″]http://www.youtube.com/watch?v=owmrpWyTdxQ [/youtube]

De qualquer forma, os registros estão todos aí e valem um bocado de diversão procurar o que a crítica falou do seu álbum favorito da sua banda predileta – mesmo que seja apenas pra ficar com aquela raivinha na ponta do estômago, sabe? Como assim um parágrafo para o disco IV?!

O livro Beijar o Céu, do jornalista Simon Reynolds, com seus textos da época de editor do Melody Maker e repórter da NME, entre outros veículos, conta muito dessas histórias. Esta à venda no Brasil, vale a pena!

 

Shifty (3ª exibição)

6 anos atrás ----- Sem categoria

[youtube width=”650″ height=”305″]http://www.youtube.com/watch?v=RPay_WeETxI[/youtube]

“An urban film with heart, guts and soul”

Orçado em £100,000 (mais ou menos uns R$ 270.000, valor muito baixo para um longa), porém, sem aparentar qualquer deficiência por conta do baixo orçamento, Shifty é uma pedrada do começo ao fim.

O filme conta a história de Chris, um rapaz que volta à sua cidade natal após 4 anos de ausência. Lá, ele reencontra aquele que era seu melhor amigo, o Shifty do título, um jovem traficante e muçulmano – o que proporciona algumas piadas de humor incorreto, no estilo britânico e hilariante.

Feito a partir das memórias do diretor de 32 anos, Eran Creevy, quando retornou à sua cidade natal e soube que um dos seus amigos havia morrido esfaqueado, Shifty narra os acontecimentos suscitados pela volta de Chris à cidade na qual se confronta com o passado negro e com o futuro violento que se aproxima.

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Ficha técnica

Ano de lançamento na Inglaterra: 2008
Duração: 85 min
Direção: Eran Creevy
Distribuidor: Between the Eyes
Classificação: 18 anos

Sala Cultura Inglesa do CBB
Capacidade: 160 lugares
Rua Ferreira Araújo, 741 – Pinheiros

Veja os demais horários de exibição.

Máquina de Sorvetes – Curta (6ª exibição)

6 anos atrás ----- Sem categoria

Beatles + sorvete = bela pedida! Livremente inspirado no clássico adolescente “I Wanna Hold Your Hand” dos Beatles, o curta-metragem do diretor curitibano Christopher Faust mistura comédia e fantasia para contar a história de Martin, um rapaz que trabalha numa máquina de sorvetes expressa e se apaixona pela garçonete da lanchonete do outro lado da rua.

Tendo passado um ano pouco animador como vendedor na máquina de sorvetes, Martin conhece um garoto de descendência asiática vestido com a camisa do Oasis (outra banda inglesa na história!) que parece mudar sua percepção das coisas.

Com experiência no cenário de curtas nacionais, o diretor Chistopher Faust traz em Máquina de Sorvetes uma incursão divertida pelos absurdos da conquista – cabíveis a todos nós em algum momento da vida – pra dizer que, no fim, tudo é muito mais simples do que parece.

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Direção:
Christopher Faust
Classificação: Livre

Este é um curta-metragem inédito, selecionado no edital público da Cultura Inglesa. Será exibido antes do filme Bacon´s Arena.

Sala Cultura Inglesa do CBB
Capacidade: 160 lugares
Rua Ferreira Araújo, 741 – Pinheiros

Veja os demais horários de exibição.

Bacon’s Arena (3ª exibição)

6 anos atrás ----- Sem categoria

Francis Bacon não teve educação artística formal, mas com suas imagens inquietantes tornou-se um dos mais influentes pintores figurativos do pós-guerra. Prova disso é o valor que uma de suas obras da série sobre o Papa Inocêncio, inspirada em Velázquez, alcançou em 2007: mais de 27 milhões de dólares!

A história do homem que pintou esta tela é contada no documentário Bacon’s Arena, dirigido por Adam Low. O filme foi nomeado para o Emmy Internacional em 2005.
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Ficha técnica
Lançamento na Inglaterra: 2005
Duração: 95 min
Direção: Adam Low
Classificação: livre

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Sala Cultura Inglesa do CBB

Capacidade: 160 lugares
Rua Ferreira de Araújo, 741, Pinheiros